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Questões de Vestibular Comentadas sobre filosofia e a grécia antiga em filosofia

Questões Discursivas

Foram encontradas 263 questões

Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252787 Filosofia

       A dúvida pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de outra. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em excesso, paralisa-o. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas, como experiência moral, ela é uma tortura. Aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e assim de todo conhecimento sistemático. Em estado destilado, mata toda curiosidade e é o fim de todo conhecimento.
       O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé, uma certeza.A fé é, pois, o estado primordial do espírito. O espírito “ingênuo” e “inocente” crê. Essa ingenuidade e inocência se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida, e o clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas em busca da reconquista do paraíso perdido. As certezas originais postas em dúvida nunca mais serão certezas autênticas. Tal dúvida, metodicamente aplicada, produzirá novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas certezas novas não serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.
       A dúvida, portanto, é absurda, pois substitui a certeza autêntica pela certeza inautêntica. Surge, portanto, a pergunta: “por que duvido?” Essa pergunta é mais fundamental do que a outra: “de que duvido?” Trata-se, portanto, do último passo do método cartesiano: duvidar da dúvida — duvidar da autenticidade da dúvida. A pergunta “por que duvido?” engendra outra: “duvido mesmo?”
       Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável
Vilém Flusser. A dúvida. São Paulo: Editora Annablume, 2011, p. 21-2 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 110 a 118, assinale a opção correta no item 119, que é do tipo C, e faça o que se pede no item 120, que é do tipo D.
A mitologia grega é composta de histórias de deuses que se assemelham aos seres humanos, tanto em aparência física quanto em sentimentos. Entre outras funções, tais histórias, transmitidas oralmente, de geração em geração, buscavam explicar a origem do universo, a fundação de uma polis ou um acontecimento extraordinário.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252786 Filosofia

       A dúvida pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de outra. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em excesso, paralisa-o. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas, como experiência moral, ela é uma tortura. Aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e assim de todo conhecimento sistemático. Em estado destilado, mata toda curiosidade e é o fim de todo conhecimento.
       O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé, uma certeza.A fé é, pois, o estado primordial do espírito. O espírito “ingênuo” e “inocente” crê. Essa ingenuidade e inocência se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida, e o clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas em busca da reconquista do paraíso perdido. As certezas originais postas em dúvida nunca mais serão certezas autênticas. Tal dúvida, metodicamente aplicada, produzirá novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas certezas novas não serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.
       A dúvida, portanto, é absurda, pois substitui a certeza autêntica pela certeza inautêntica. Surge, portanto, a pergunta: “por que duvido?” Essa pergunta é mais fundamental do que a outra: “de que duvido?” Trata-se, portanto, do último passo do método cartesiano: duvidar da dúvida — duvidar da autenticidade da dúvida. A pergunta “por que duvido?” engendra outra: “duvido mesmo?”
       Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável
Vilém Flusser. A dúvida. São Paulo: Editora Annablume, 2011, p. 21-2 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 110 a 118, assinale a opção correta no item 119, que é do tipo C, e faça o que se pede no item 120, que é do tipo D.
Assumindo-se que, segundo Platão, o não ser decorre de uma inadequação entre a conceituação de um objeto e as ideias, entre as quais uma, de fato, é a de objeto, é correto afirmar que a dúvida, de acordo com esse autor, é uma das portas de entrada do não ser.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352393 Filosofia
Diz Aristóteles (388-322 a.C.), na obra Poética, sobre a noção de imitação (mimesis) artística: “Ao homem é natural imitar desde a infância – e nisso difere ele dos outros seres, por ser capaz da imitação e por aprender, por meio da imitação, os primeiros conhecimentos; e todos os homens sentem prazer em imitar. Prova disso é o que ocorre na realidade: temos prazer em contemplar imagens perfeitas das coisas cuja visão nos repugna, como [as figuras dos] animais ferozes e dos cadáveres.” (ARISTÓTELES. Poética, livro IV, §§ 13 e 14, p. 40). Do mesmo modo diz o filósofo, na Física: “Em resumo, a arte ou completa o processo que a natureza é incapaz de fazer inteiramente ou imita a natureza.” (ARISTÓTELES. Física, 199a. In. FIGURELLI, R.. Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 546). Com base nessas afirmações de Aristóteles, assinale a alternativa correta.
Proporção, harmonia, equilíbrio não são critérios de beleza para os objetos artísticos.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352391 Filosofia
Diz Aristóteles (388-322 a.C.), na obra Poética, sobre a noção de imitação (mimesis) artística: “Ao homem é natural imitar desde a infância – e nisso difere ele dos outros seres, por ser capaz da imitação e por aprender, por meio da imitação, os primeiros conhecimentos; e todos os homens sentem prazer em imitar. Prova disso é o que ocorre na realidade: temos prazer em contemplar imagens perfeitas das coisas cuja visão nos repugna, como [as figuras dos] animais ferozes e dos cadáveres.” (ARISTÓTELES. Poética, livro IV, §§ 13 e 14, p. 40). Do mesmo modo diz o filósofo, na Física: “Em resumo, a arte ou completa o processo que a natureza é incapaz de fazer inteiramente ou imita a natureza.” (ARISTÓTELES. Física, 199a. In. FIGURELLI, R.. Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 546). Com base nessas afirmações de Aristóteles, assinale a alternativa correta.
A representação de algo pode ser tão ou mais bela do que a própria coisa.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352389 Filosofia
Diz Aristóteles (388-322 a.C.), na obra Poética, sobre a noção de imitação (mimesis) artística: “Ao homem é natural imitar desde a infância – e nisso difere ele dos outros seres, por ser capaz da imitação e por aprender, por meio da imitação, os primeiros conhecimentos; e todos os homens sentem prazer em imitar. Prova disso é o que ocorre na realidade: temos prazer em contemplar imagens perfeitas das coisas cuja visão nos repugna, como [as figuras dos] animais ferozes e dos cadáveres.” (ARISTÓTELES. Poética, livro IV, §§ 13 e 14, p. 40). Do mesmo modo diz o filósofo, na Física: “Em resumo, a arte ou completa o processo que a natureza é incapaz de fazer inteiramente ou imita a natureza.” (ARISTÓTELES. Física, 199a. In. FIGURELLI, R.. Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 546). Com base nessas afirmações de Aristóteles, assinale a alternativa correta.
O grande mérito do artesão ou artista está em reproduzir perfeitamente a beleza do mundo natural.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352388 Filosofia
Um dos principais objetivos do filósofo grego Aristóteles (388-322 a. C.) é elaborar um modo de conhecimento verdadeiro e não refutável. Para isso, ele dedica boa parte dos seus escritos, que resulta nos pressupostos fundamentais para o conhecimento científico na antiguidade e na medievalidade. Sobre essa noção de ciência, assinale o que for correto
A ciência antiga postulava que o conhecimento parte das coisas particulares e chega aos princípios universais, visto que só existe ciência do universal e não do particular.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352387 Filosofia
Um dos principais objetivos do filósofo grego Aristóteles (388-322 a. C.) é elaborar um modo de conhecimento verdadeiro e não refutável. Para isso, ele dedica boa parte dos seus escritos, que resulta nos pressupostos fundamentais para o conhecimento científico na antiguidade e na medievalidade. Sobre essa noção de ciência, assinale o que for correto
Conforme Aristóteles, a ciência busca o conhecimento das primeiras causas das coisas naturais, algo impossível para o homem, que não é o criador da natureza.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352386 Filosofia
Um dos principais objetivos do filósofo grego Aristóteles (388-322 a. C.) é elaborar um modo de conhecimento verdadeiro e não refutável. Para isso, ele dedica boa parte dos seus escritos, que resulta nos pressupostos fundamentais para o conhecimento científico na antiguidade e na medievalidade. Sobre essa noção de ciência, assinale o que for correto
Os filósofos árabes, leitores dos textos aristotélicos, desenvolveram o conhecimento científico, principalmente nos campos da medicina, geometria e ótica.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352385 Filosofia
Um dos principais objetivos do filósofo grego Aristóteles (388-322 a. C.) é elaborar um modo de conhecimento verdadeiro e não refutável. Para isso, ele dedica boa parte dos seus escritos, que resulta nos pressupostos fundamentais para o conhecimento científico na antiguidade e na medievalidade. Sobre essa noção de ciência, assinale o que for correto
A lógica aristotélica estabelece os critérios para o conhecimento verdadeiro, base de todo conhecimento científico.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352384 Filosofia
Um dos principais objetivos do filósofo grego Aristóteles (388-322 a. C.) é elaborar um modo de conhecimento verdadeiro e não refutável. Para isso, ele dedica boa parte dos seus escritos, que resulta nos pressupostos fundamentais para o conhecimento científico na antiguidade e na medievalidade. Sobre essa noção de ciência, assinale o que for correto
Antes do século XVI, não houve conhecimento científico de fato, pois não existiam critérios de prova empírica, fundamento maior da verdade científica.
Alternativas
Q1350105 Filosofia
Aquilo que se estuda hoje como filosofia nas escolas nasceu na Grécia antiga (aproximadamente no séc. VII a.C.), em um contexto cultural de predomínio do pensamento mítico e da religião politeísta grega. Refletindo sobre a ciência, questiona Chauí: “a Filosofia nasceu realizando uma transformação gradual nos mitos gregos ou nasceu por uma ruptura radical com os mitos?” (CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática, p. 34). A respeito do surgimento da filosofia e suas relações com o discurso mítico neste contexto grego, é correto afirmar que
nas origens do pensamento filosófico grego se verifica uma substituição gradual, porém, evidente, entre as explicações de natureza mítica, por explicações de caráter racional.
Alternativas
Q1350104 Filosofia
Aquilo que se estuda hoje como filosofia nas escolas nasceu na Grécia antiga (aproximadamente no séc. VII a.C.), em um contexto cultural de predomínio do pensamento mítico e da religião politeísta grega. Refletindo sobre a ciência, questiona Chauí: “a Filosofia nasceu realizando uma transformação gradual nos mitos gregos ou nasceu por uma ruptura radical com os mitos?” (CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática, p. 34). A respeito do surgimento da filosofia e suas relações com o discurso mítico neste contexto grego, é correto afirmar que
filosofia e mitologia são discursos contrários, pois a filosofia nega o sobrenatural e busca sempre combater qualquer tipo de divindade.
Alternativas
Q1350103 Filosofia
Aquilo que se estuda hoje como filosofia nas escolas nasceu na Grécia antiga (aproximadamente no séc. VII a.C.), em um contexto cultural de predomínio do pensamento mítico e da religião politeísta grega. Refletindo sobre a ciência, questiona Chauí: “a Filosofia nasceu realizando uma transformação gradual nos mitos gregos ou nasceu por uma ruptura radical com os mitos?” (CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática, p. 34). A respeito do surgimento da filosofia e suas relações com o discurso mítico neste contexto grego, é correto afirmar que
não se pode afirmar que houve uma ruptura radical entre a mitologia e a filosofia, pois a filosofia dedica-se aos mesmos problemas da mitologia, porém com argumentos diferentes; nesse aspecto, há uma continuidade temática entre elas.
Alternativas
Q1350102 Filosofia
Aquilo que se estuda hoje como filosofia nas escolas nasceu na Grécia antiga (aproximadamente no séc. VII a.C.), em um contexto cultural de predomínio do pensamento mítico e da religião politeísta grega. Refletindo sobre a ciência, questiona Chauí: “a Filosofia nasceu realizando uma transformação gradual nos mitos gregos ou nasceu por uma ruptura radical com os mitos?” (CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática, p. 34). A respeito do surgimento da filosofia e suas relações com o discurso mítico neste contexto grego, é correto afirmar que
os primeiros filósofos gregos buscaram construir uma explicação racional para eventos que eram explicados de forma mítica, enfatizando, nesta reflexão, a origem natural das coisas.
Alternativas
Q1350101 Filosofia
Aquilo que se estuda hoje como filosofia nas escolas nasceu na Grécia antiga (aproximadamente no séc. VII a.C.), em um contexto cultural de predomínio do pensamento mítico e da religião politeísta grega. Refletindo sobre a ciência, questiona Chauí: “a Filosofia nasceu realizando uma transformação gradual nos mitos gregos ou nasceu por uma ruptura radical com os mitos?” (CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática, p. 34). A respeito do surgimento da filosofia e suas relações com o discurso mítico neste contexto grego, é correto afirmar que
o discurso filosófico jamais se opôs ao discurso mítico, pois os filósofos eram sábios e sacerdotes; logo, defensores das explicações míticas.
Alternativas
Q1349905 Filosofia
Aristóteles (384-322 a.C.) afirma em Política: “Diremos que nenhum indivíduo é cidadão só porque habita num determinado lugar, pois, tal como os cidadãos, também os metecos (homens livres) e os escravos possuem um local para habitar. (...) Ora, não há melhor critério para definir o que é o cidadão, em sentido estrito, do que entender a cidadania como capacidade de participar da administração da justiça e no governo.” (ARISTÓTELES. Política, livro III, cap. 1 1275a6-7 e 22-23). A partir desse trecho, é correto afirmar que 
a participação política não é uma questão de escolha para Aristóteles, uma vez que, para ele, todos os habitantes da cidade deveriam agir politicamente, independente de sua condição social ou econômica.
Alternativas
Q1349904 Filosofia
Aristóteles (384-322 a.C.) afirma em Política: “Diremos que nenhum indivíduo é cidadão só porque habita num determinado lugar, pois, tal como os cidadãos, também os metecos (homens livres) e os escravos possuem um local para habitar. (...) Ora, não há melhor critério para definir o que é o cidadão, em sentido estrito, do que entender a cidadania como capacidade de participar da administração da justiça e no governo.” (ARISTÓTELES. Política, livro III, cap. 1 1275a6-7 e 22-23). A partir desse trecho, é correto afirmar que 
a nem todos os habitantes de uma cidade é garantido o direito de ocupar cargos públicos ou tomar parte nas decisões judiciais, mas somente àqueles que são considerados cidadãos naquela cidade.
Alternativas
Q1349903 Filosofia
Aristóteles (384-322 a.C.) afirma em Política: “Diremos que nenhum indivíduo é cidadão só porque habita num determinado lugar, pois, tal como os cidadãos, também os metecos (homens livres) e os escravos possuem um local para habitar. (...) Ora, não há melhor critério para definir o que é o cidadão, em sentido estrito, do que entender a cidadania como capacidade de participar da administração da justiça e no governo.” (ARISTÓTELES. Política, livro III, cap. 1 1275a6-7 e 22-23). A partir desse trecho, é correto afirmar que 
o principal critério para definir um cidadão é a possibilidade de ele participar da vida política da cidade.
Alternativas
Q1349720 Filosofia
Desde a filosofia grega, o método dedutivo é valorizado como um processo de raciocínio que permite a organização do conhecimento, ao estabelecer conclusões logicamente válidas a partir de premissas gerais previamente aceitas. Sobre o método dedutivo, assinale o que for correto
Para que a conclusão seja logicamente válida, é preciso que a validade das premissas seja comprovada empiricamente.
Alternativas
Q1349717 Filosofia
Desde a filosofia grega, o método dedutivo é valorizado como um processo de raciocínio que permite a organização do conhecimento, ao estabelecer conclusões logicamente válidas a partir de premissas gerais previamente aceitas. Sobre o método dedutivo, assinale o que for correto
Se a negação da conclusão implica a negação da premissa, então, o argumento é válido.
Alternativas
Respostas
181: C
182: C
183: E
184: C
185: C
186: C
187: E
188: C
189: C
190: E
191: C
192: E
193: C
194: C
195: E
196: E
197: C
198: C
199: E
200: C