Questões de Vestibular Comentadas sobre conceitos filosóficos em filosofia

Foram encontradas 409 questões

Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264546 Filosofia
Nos estados teocráticos, o poder legítimo vem por meio da vontade.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264545 Filosofia
Com relação à ética aplicada, é correto afirmar:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264544 Filosofia
Vida moral e exercício da cidadania estão profundamente imbricados e são também uma exigência para o bem viver na contemporaneidade.

Com base nessa informação, é correto afirmar:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264543 Filosofia
Sobre a crise da razão, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.

( ) A crise da razão é também uma crise da subjetividade.
( ) A Filosofia dos frankfurtianos não se insere no contexto da crise da razão.
( ) A descrença na razão iluminista é um dos pilares da crise da razão ocidental.
( ) A Fenomenologia é uma filosofia gestada no contexto da crise da razão ocidental.
( ) O pensamento de Foucault não se insere no contexto da crise da razão ocidental.

Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264541 Filosofia
Sobre o Realismo, é correto afirmar:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264540 Filosofia
Sobre a filosofia antiga grega, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.

( ) O mundo das ideias perfeitas é criação filosófica dos sofistas.
( ) Sócrates, porque procurava a essência verdadeira das coisas, antecipa a teoria das ideias de Platão.
( ) A ética aristotélica implica uma reflexão sobre a conduta humana.
( ) O método socrático baseia-se em dois aspectos, a ironia e a maiêutica.
( ) Aristóteles foi discípulo de Platão e aceitou plenamente a Teoria das Ideias.

Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264539 Filosofia
A primeira escola filosófica grega é a de Mileto e seus principais representantes são Tales, Anaximandro e Anaxímenes.
Esses filósofos são considerados monistas, pois propõem

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264538 Filosofia
“O número é a essência de todo o existente. Toda a harmonia do cosmo é justificada pelos números”.

Essa frase está relacionada a

Alternativas
Ano: 2012 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2012 - UNICENTRO - Vestibular - Filosofia |
Q264537 Filosofia
No período arcaico (séculos VIII a VI a.C.), na Grécia antiga, alguns fatos contribuíram para o processo de ruptura com o pensamento mítico e a emergência do pensamento filosófico.

Com base nessa informação, a alternativa que contém alguns desses fatos é a

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252785 Filosofia

       A dúvida pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de outra. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em excesso, paralisa-o. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas, como experiência moral, ela é uma tortura. Aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e assim de todo conhecimento sistemático. Em estado destilado, mata toda curiosidade e é o fim de todo conhecimento.
       O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé, uma certeza.A fé é, pois, o estado primordial do espírito. O espírito “ingênuo” e “inocente” crê. Essa ingenuidade e inocência se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida, e o clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas em busca da reconquista do paraíso perdido. As certezas originais postas em dúvida nunca mais serão certezas autênticas. Tal dúvida, metodicamente aplicada, produzirá novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas certezas novas não serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.
       A dúvida, portanto, é absurda, pois substitui a certeza autêntica pela certeza inautêntica. Surge, portanto, a pergunta: “por que duvido?” Essa pergunta é mais fundamental do que a outra: “de que duvido?” Trata-se, portanto, do último passo do método cartesiano: duvidar da dúvida — duvidar da autenticidade da dúvida. A pergunta “por que duvido?” engendra outra: “duvido mesmo?”
       Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável
Vilém Flusser. A dúvida. São Paulo: Editora Annablume, 2011, p. 21-2 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 110 a 118, assinale a opção correta no item 119, que é do tipo C, e faça o que se pede no item 120, que é do tipo D.
Em análises fenomenológicas, como a de Heidegger, o ato de duvidar tem a mesma proeminência do ato de se angustiar, uma vez que, para esse autor, tanto a dúvida quanto a angústia pressupõem um objeto.

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2012 - UNB - Vestibular - 1º Dia |
Q252783 Filosofia

       A dúvida pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de outra. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em excesso, paralisa-o. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas, como experiência moral, ela é uma tortura. Aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e assim de todo conhecimento sistemático. Em estado destilado, mata toda curiosidade e é o fim de todo conhecimento.
       O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé, uma certeza.A fé é, pois, o estado primordial do espírito. O espírito “ingênuo” e “inocente” crê. Essa ingenuidade e inocência se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida, e o clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas em busca da reconquista do paraíso perdido. As certezas originais postas em dúvida nunca mais serão certezas autênticas. Tal dúvida, metodicamente aplicada, produzirá novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas certezas novas não serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.
       A dúvida, portanto, é absurda, pois substitui a certeza autêntica pela certeza inautêntica. Surge, portanto, a pergunta: “por que duvido?” Essa pergunta é mais fundamental do que a outra: “de que duvido?” Trata-se, portanto, do último passo do método cartesiano: duvidar da dúvida — duvidar da autenticidade da dúvida. A pergunta “por que duvido?” engendra outra: “duvido mesmo?”
       Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável
Vilém Flusser. A dúvida. São Paulo: Editora Annablume, 2011, p. 21-2 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens de 110 a 118, assinale a opção correta no item 119, que é do tipo C, e faça o que se pede no item 120, que é do tipo D.
De acordo com as ideias do texto, a dúvida funciona, do ponto de vista lógico, como uma negação e satisfaz, assim, o princípio segundo o qual duas negações correspondem a uma afirmação.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352397 Filosofia
O filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980) afirma que o homem pode agir de boa-fé ou de má-fé no que diz respeito à justificativa de suas ações. Sartre define a boa-fé da seguinte maneira: “Quando declaro que a liberdade, através de cada situação concreta, não pode ter outro objetivo senão o de querer-se a si própria, quero dizer que, se alguma vez o homem reconhecer que está estabelecendo valores, em seu desamparo, ele não poderá mais desejar outra coisa a não ser a liberdade como fundamento de todos os valores. Isso não significa que ele a deseja abstratamente. Mas, simplesmente, que os atos dos homens de boa-fé possuem como derradeiro significado a procura da liberdade enquanto tal”. (SARTRE, J-P.. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural, 1987, p. 19). Sobre o existencialismo, assinale o que for correto. 
Sartre define seu pensamento moral como um sistema normativo de regras de conduta universais.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352395 Filosofia
O filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980) afirma que o homem pode agir de boa-fé ou de má-fé no que diz respeito à justificativa de suas ações. Sartre define a boa-fé da seguinte maneira: “Quando declaro que a liberdade, através de cada situação concreta, não pode ter outro objetivo senão o de querer-se a si própria, quero dizer que, se alguma vez o homem reconhecer que está estabelecendo valores, em seu desamparo, ele não poderá mais desejar outra coisa a não ser a liberdade como fundamento de todos os valores. Isso não significa que ele a deseja abstratamente. Mas, simplesmente, que os atos dos homens de boa-fé possuem como derradeiro significado a procura da liberdade enquanto tal”. (SARTRE, J-P.. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural, 1987, p. 19). Sobre o existencialismo, assinale o que for correto. 
É possível que o homem escolha agir de má-fé, mas, ao fazê-lo, a ação é incoerente com o princípio da liberdade.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352394 Filosofia
O filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980) afirma que o homem pode agir de boa-fé ou de má-fé no que diz respeito à justificativa de suas ações. Sartre define a boa-fé da seguinte maneira: “Quando declaro que a liberdade, através de cada situação concreta, não pode ter outro objetivo senão o de querer-se a si própria, quero dizer que, se alguma vez o homem reconhecer que está estabelecendo valores, em seu desamparo, ele não poderá mais desejar outra coisa a não ser a liberdade como fundamento de todos os valores. Isso não significa que ele a deseja abstratamente. Mas, simplesmente, que os atos dos homens de boa-fé possuem como derradeiro significado a procura da liberdade enquanto tal”. (SARTRE, J-P.. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural, 1987, p. 19). Sobre o existencialismo, assinale o que for correto. 
O homem age livremente quando ele escolhe o princípio de sua ação entre valores pré-existentes.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352392 Filosofia
Diz Aristóteles (388-322 a.C.), na obra Poética, sobre a noção de imitação (mimesis) artística: “Ao homem é natural imitar desde a infância – e nisso difere ele dos outros seres, por ser capaz da imitação e por aprender, por meio da imitação, os primeiros conhecimentos; e todos os homens sentem prazer em imitar. Prova disso é o que ocorre na realidade: temos prazer em contemplar imagens perfeitas das coisas cuja visão nos repugna, como [as figuras dos] animais ferozes e dos cadáveres.” (ARISTÓTELES. Poética, livro IV, §§ 13 e 14, p. 40). Do mesmo modo diz o filósofo, na Física: “Em resumo, a arte ou completa o processo que a natureza é incapaz de fazer inteiramente ou imita a natureza.” (ARISTÓTELES. Física, 199a. In. FIGURELLI, R.. Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 546). Com base nessas afirmações de Aristóteles, assinale a alternativa correta.
A arte não consegue completar a natureza, mas, na melhor das hipóteses, apenas copiá-la ou imitá-la.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352382 Filosofia
O filósofo alemão Nietzsche (1844-1900) procurou investigar a origem de nossos preconceitos morais através de uma análise da linguagem, como forma de criticar as tradições filosófica e religiosa ocidentais. Nietzsche afirma: “As diferentes línguas, coladas lado a lado, mostram que nas palavras nunca importa a verdade, nunca uma expressão adequada: pois senão não haveria tantas línguas. A “coisa em si” (tal seria justamente a verdade pura sem consequências) é também para o formador da linguagem inteiramente incaptável e nem sequer algo que vale a pena. Ele designa apenas as relações das coisas aos homens e toma em auxílio para exprimi-las as mais audaciosas metáforas” (NIETZSCHE, F.. Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral. In: Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 533). Sobre o pensamento de Nietzsche, assinale o que for correto. 
Um conceito universal é uma abstração que esconde as diferenças individuais entre as coisas as quais nomeia.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352380 Filosofia
O filósofo alemão Nietzsche (1844-1900) procurou investigar a origem de nossos preconceitos morais através de uma análise da linguagem, como forma de criticar as tradições filosófica e religiosa ocidentais. Nietzsche afirma: “As diferentes línguas, coladas lado a lado, mostram que nas palavras nunca importa a verdade, nunca uma expressão adequada: pois senão não haveria tantas línguas. A “coisa em si” (tal seria justamente a verdade pura sem consequências) é também para o formador da linguagem inteiramente incaptável e nem sequer algo que vale a pena. Ele designa apenas as relações das coisas aos homens e toma em auxílio para exprimi-las as mais audaciosas metáforas” (NIETZSCHE, F.. Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral. In: Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 533). Sobre o pensamento de Nietzsche, assinale o que for correto. 
Na atividade artística, o intelecto se encontra livre para enganar e dissimular, sem causar prejuízo aos homens.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352379 Filosofia
O filósofo alemão Nietzsche (1844-1900) procurou investigar a origem de nossos preconceitos morais através de uma análise da linguagem, como forma de criticar as tradições filosófica e religiosa ocidentais. Nietzsche afirma: “As diferentes línguas, coladas lado a lado, mostram que nas palavras nunca importa a verdade, nunca uma expressão adequada: pois senão não haveria tantas línguas. A “coisa em si” (tal seria justamente a verdade pura sem consequências) é também para o formador da linguagem inteiramente incaptável e nem sequer algo que vale a pena. Ele designa apenas as relações das coisas aos homens e toma em auxílio para exprimi-las as mais audaciosas metáforas” (NIETZSCHE, F.. Sobre verdade e mentira no sentido extra-moral. In: Antologia de textos filosóficos. Curitiba: SEED, 2009, p. 533). Sobre o pensamento de Nietzsche, assinale o que for correto. 
Para Nietzsche, o homem que vive em sociedade supõe que possui a verdade porque “esquece” a origem subjetiva da linguagem.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352378 Filosofia
No livro Dialética do Esclarecimento, os filósofos alemães, da Escola de Frankfurt, T. Adorno e M. Horkheimer, cunharam a expressão “indústria cultural” para caracterizar a transformação das expressões artísticas a partir do surgimento da sociedade industrial capitalista. Sobre a indústria cultural, é correto afirmar que 
a massificação das expressões artísticas promove a difusão da cultura, resultando em um padrão de gosto “médio”, comum a todo o público.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2011 - UEM - Vestibular - PAS - Etapa 3 - Filosofia |
Q1352377 Filosofia
No livro Dialética do Esclarecimento, os filósofos alemães, da Escola de Frankfurt, T. Adorno e M. Horkheimer, cunharam a expressão “indústria cultural” para caracterizar a transformação das expressões artísticas a partir do surgimento da sociedade industrial capitalista. Sobre a indústria cultural, é correto afirmar que 
as produções artísticas perdem seu caráter crítico, à medida que são submetidas ao domínio econômico das regras do mercado.
Alternativas
Respostas
281: B
282: E
283: E
284: C
285: A
286: D
287: A
288: C
289: E
290: E
291: E
292: E
293: C
294: E
295: E
296: C
297: C
298: C
299: C
300: C