Questões de Vestibular
Comentadas sobre desigualdades de raça, classe e gênero em sociologia
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Quadrinhos da Mafalda (Quino)

Chamamos de etnocentrismo quando falamos da superioridade de uma cultura sobre a outra, gerando um olhar carregado de intolerância e preconceito. Termos como “bárbaros” (Roma Antiga) ou “selvagens” (Grandes Navegações) são exemplos de como essa visão etnocêntrica foi promovida com o passar dos tempos. Sobre o etnocentrismo na atualidade, analisando o enunciado e os quadrinhos acima, podemos afirmar que:
“Em janeiro, a taxa de desocupação ficou em 6,1% — o menor resultado para o mês desde o nício da pesquisa do IBGE. Antes da crise, o Brasil tinha a segunda maior taxa de desocupação entre as 20 maiores economias do mundo. Hoje, conseguimos melhorar este índice e estamos em 15º ou 16º lugar no ranking (das maiores taxas de desemprego)”, afirmou Azeredo. “As principais potências ainda sentem os efeitos da crise de 2008, enquanto os avanços em educação, a nserção digital e a formalização do mercado levaram o Brasil a aumentar os postos de trabalho”, acrescentou. (TABAK, 2011).
Sobre as relações de emprego, desemprego e subemprego, é correto afirmar:
( ) O termo gênero faz referência a uma construção cultural, enfatizando o caráter social e histórico das diferenças sexuais.
( ) Vários elementos estão envolvidos na constituição das relações de gênero, tais como a organização política, econômica e social.
( ) A referência a gênero leva a pensar nas maneiras como as sociedades entendem o que é “ser homem” e “ser mulher”, o que consideram “masculino” e “feminino”.
( ) O termo gênero se refere às diferenças biológicas e naturais dos seres humanos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Com base nessas informações, sobre as relações de gênero e o mundo do trabalho, é correto afirmar:
“A respeito do moderno papel político-social da mulher, li preciosas observações da escritora e professora Rosiska Darcy de Oliveira. Ela entende que se reencena, hoje, o desafio de Antígona e Creonte. E que, no espelho de Antígona, as mulheres agora descobrem um rosto arquetípico. ‘A frágil princesa tebana que, afirmando lei própria, negou a autoridade do rei, volta ao proscênio, viva, e acena às novas gerações’. E continua ela: ‘O desafio deste século 21 será o equilíbrio entre homens e mulheres na partilha do poder, no compartilhamento da decisão dos destinos coletivos e o próprio equilíbrio entre homens e mulheres na partilha da vida em comum’”.
ROCHA, Hélio. A partilha homem-mulher. In: O Popular, Goiânia, 10 jul. 2010, p. 10. (Memorandum).Tendo em vista a análise do texto acima, conclui-se que
Sobre o processo de socialização e as relações de gênero, é correto afirmar:
Com base na afirmação acima, conclui-se que:
e velha república onde ainda se aplica a pena de morte. Na prática
judiciária, esse recurso põe a descoberto todas as injustiças e
mazelas da sociedade: a desigualdade social, uma vez que são os
menos favorecidos e os mais marginalizados que povoam os
pavilhões da morte nas prisões americanas; a desigualdade
financeira, pois, no sistema judiciário americano, somente os ricos
ou mafiosos têm os meios de aceder a serviços de advogados
especializados, capazes de enfrentar um ministério público
poderoso e uma polícia eficiente; a desigualdade racial, já que,
nos casos hediondos — em que o horror do crime provoca, no
público e em alguns jurados, pulsão de ódio e de vingança —, o
racismo, que, no cotidiano, se disfarça, pode, ali, manifestar-se.
Não é irrelevante o fato de que, nos pavilhões da morte, o número
de negros ou de latinos é proporcionalmente bem superior à sua
representação na população americana.
Robert Badinter. Contre la peine de mort. Écrits 1970-2006.
Paris: Fayard, 2006, p. 19-21 (tradução com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando os múltiplos
aspectos que ele suscita, julgue os próximos itens.