Questões de Concurso
Nível médio
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I.Os jovens pesquisadores apresentaram o relatório detalhado durante o seminário acadêmico. II.A biblioteca foi reorganizada pelos funcionários. III.Brasília, capital federal do país, recebe visitantes de diversas regiões brasileiras. IV.Os alunos necessitam de orientação para concluir o projeto. V.Naquela manhã chuvosa, os dois atletas permaneceram bastante concentrados.
Identifique em quais afirmativas há o emprego de termos acessórios da oração.
I.O pesquisador estava convicto de que os resultados seriam compatíveis com as hipóteses iniciais do estudo. II.Os servidores permaneceram obedientes com as determinações expedidas pela comissão disciplinar do órgão. III.A diretora demonstrou urgência de que o relatório conclusivo fosse encaminhado ainda naquela semana. IV.O parecer técnico mostrou-se condizente ao regulamento interno aprovado pelo conselho universitário. V.A estudante revelou medo de que os documentos necessários não fossem entregues dentro do prazo previsto.
Identifique em quais afirmativas a regência nominal está correta em todas as ocorrências.
"À medida que os pesquisadores retornavam à universidade, dirigiam-se à ela para apresentar os relatórios concluídos às 18h."
Identifique em qual termo o uso da crase está inadequado.
Considerando os diferentes vícios de linguagem existentes na língua portuguesa, analise a oração abaixo:
"O parecer técnico foi encaminhado ao setor responsável em caráter emerjencial devido à gravidade da ocorrência administrativa."
Identifique e assinale a alternativa que apresenta o vício de linguagem presente na oração lida.
Considerando as normas da colocação pronominal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há emprego de ênclise.
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
O episódio envolvendo livros sobre coleta de cogumelos foi utilizado no texto com a finalidade de:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
Segundo o texto, a proposta de identificar conteúdos gerados por inteligência artificial busca:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
A partir das informações apresentadas, o texto sugere que o debate atual sobre a IA na produção textual envolve principalmente:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
De acordo com o texto, o crescimento do uso da inteligência artificial no mercado editorial passou a ser tratado como um desafio concreto porque:
(__)A ausência total de imagem na tela do monitor durante o acionamento do computador do usuário envolvido na operação contempla suspeita de falha na fonte de alimentação, na placa de vídeo, no monitor ou nos cabos de conexão entre os dispositivos envolvidos. (__)A emissão dos beeps pela placa-mãe durante o acionamento do computador do usuário envolvido na operação dispensa a relação com o diagnóstico de falhas dos componentes envolvidos, em razão da prevalência do alerta sonoro sobre o problema do equipamento. (__)O travamento frequente do computador do usuário envolvido na operação durante a execução de programas pode indicar superaquecimento do processador, problemas na memória de acesso aleatório ou conflitos no sistema operacional do equipamento envolvido. (__)A lentidão excessiva do computador do usuário envolvido na operação durante o acesso aos arquivos do disco contempla a possibilidade de falha do disco rígido, fragmentação do sistema de arquivos ou presença de malwares no equipamento envolvido na rotina.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A Lei de Ohm contempla a relação na qual a tensão elétrica do circuito fica igual ao produto da corrente elétrica pela potência elétrica do equipamento envolvido na rotina diária, com a representação pela fórmula da tensão igual à corrente vezes a potência. (__)A Lei de Ohm contempla a relação na qual a tensão elétrica do circuito fica igual ao produto da corrente elétrica pela resistência elétrica do equipamento envolvido na rotina, com a representação pela fórmula da tensão igual à corrente vezes a resistência do equipamento. (__)A aplicação da Lei de Ohm pelo técnico do quadro envolvido na rotina permite o cálculo da corrente do circuito a partir da tensão e da resistência do equipamento envolvido na atuação, com a divisão da tensão pela resistência durante o cálculo realizado pelo técnico. (__)A Lei de Ohm contempla a relação válida para os condutores ôhmicos do circuito elétrico envolvido na atuação do técnico do quadro envolvido na rotina diária, com a observância da temperatura constante durante a aplicação da lei pelo agente do quadro envolvido.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.A extensão de arquivo do tipo executável do ambiente Windows do computador do usuário envolvido na operação contempla a terminação ".docx", enquanto a dos documentos do editor de texto do mesmo ambiente fica designada pela terminação ".exe". II.A extensão de arquivo do tipo imagem contempla as terminações ".jpg", ".png" e ".bmp" pertinentes aos formatos da imagem digital armazenada no computador do usuário envolvido na operação, com a observância da característica do formato pelo aplicativo da edição. III.A extensão de arquivo do tipo compactado contempla as terminações ".zip" e ".rar" pertinentes aos arquivos comprimidos pelo programa de compactação envolvido na rotina do equipamento, com a redução do tamanho do conteúdo durante o armazenamento do arquivo.
Está correto o que se afirma em:
I.O barramento do quadro de distribuição contempla componente destinado à estabilização operacional da corrente elétrica entre os circuitos derivados da instalação predial, com reorganização funcional da alimentação elétrica conforme a distribuição dinâmica das cargas conectadas ao sistema instalado. II.O disjuntor termomagnético contempla o dispositivo de proteção dos circuitos elétricos contra sobrecargas e curtos-circuitos, com a atuação por efeito térmico durante as sobrecargas prolongadas e por efeito magnético durante os curtos-circuitos do equipamento. III.A bitola dos condutores da instalação elétrica contempla dimensionamento relacionado ao comprimento físico do circuito e à disposição geométrica da tubulação da edificação, com organização da capacidade elétrica conforme a configuração estrutural da instalação executada.
Está correto o que se afirma em: