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Q4041789 Matemática
Um servidor está analisando um gráÍico de atendimentos e percebeu que no mês de janeiro ocorreram 40 atendimentos. Se a cada mês subsequente houve um aumento fixo de 12 atendimentos, em qual mês o setor atingirá a marca de exatamente 100 atendimentos mensais? Considere que o padrão de crescimento se mantem inalterado.
Alternativas
Q4041788 Matemática
Uma sala retangular possui uma área total de 48 metros quadrados. Se o comprimento dessa sala é de 8 metros, qual deve ser o perímetro total desse ambiente para que um servidor possa planejar a instalação de canaletas eletricas ao longo de todas as paredes? O cálculo assume que a sala não possui reentrâncias e que as medidas fornecidas são exatas e representam a geometria interna do local de trabalho.
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Q4041787 Matemática
Um servidor precisa calcular a média aritmética ponderada das notas de um treinamento onde as questões tinham pesos diferentes. Um aluno acertou 5 questões de peso'1, 3 questões de peso 2 e 2 questões de peso 3. Com base nisso, qual foi a nota final ponderada desse aluno, considerando que cada acerto vale exatamente um ponto multiplicado pelo seu respectivo peso? O divisor deve ser a soma total dos pesos atribuídos às questões respondidas.
Alternativas
Q4041786 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Analise o trecho a seguir: A displicente sociedade não pode intencionalmente fechar os olhos __________ graves consequências silenciosamente geradas pelas redes. Todos nos devemos estar diuturnamente atentos __________ modernas necessidades psicologicas dos jovens afetados, visando sempre __________ contínua preservação da abalada autoestima juvenil.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas: 
Alternativas
Q4041785 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Considerando o trecho Não acredito que Meta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, logo apos citar a contrária opinião de grupos muito otimistas, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o pressuposto argumentativo exato e a crença estrutural que fundamentam a declaração da autora.
Alternativas
Q4041784 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Sobre o emprego contextualizado de locuções, adjetivos e variados pronomes na extensão da superfície do texto em análise, avalie as assertivas abaixo:
I. No trecho A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência, o termo sublinhado classifica-se morfologicamente como um adjetivo, atribuindo uma forte e doentia característica restritiva ao substantivo antecedente.
II. Na passagem O caminho é pedregoso, o vocábulo sublinhado funciona estritamente como um verbo intransitivo no infinitivo que indica uma ação contÍnua de caminhar velozmente pelas pedras das ruas esburacadas.
III. No decisivo segmento Esse critério é objetivo, o elemento sublinhado atua morfossintaticamente como um pronome demonstrativo que aponta de modo certeiro e exato para uma clara informação explicada anteriormente no discurso narrado.
Está CORRETO o que se afirma em:  
Alternativas
Q4041782 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

No terceiro parágraÍo do texto, encontra-se a seguinte afirmação originalmente elaborada na clara voz ativa: A decisão abre um precedente, que evidencia diretamente o agente responsável pela referida ação no início da rígida estrutura. Acerca disso, assinale a alternativa que contém a conversão CORRETA desse trecho afirmativo para a voz passiva analítica.
Alternativas
Q4041781 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Considerando os trechos retirados da crônica, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) Na curta e direta frase Perdi a cabeça, esqueça!, o ponto de exclamação final foi empregado intencionalmente para denotar um forte sentimento de resignação e de extrema calmaria psicologica da cronista diante da propria dependência.
( ) Na contínua sequência Olha no espelho toda hora. Sofre., a clara opção pelo emprego de períodos extremamente curtos separados por ponto f inal conÍere um ritmo ágil, seco e tenso ao texto, simulando a angústia da repetição.
( ) No trecho Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha?, o ponto de interrogação introduz uma intensa pergunta retorica que busca engajar o leitor na reflexão.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4041780 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

No texto, ao afirmar que a jovem conseguiu contornar inteligentemente as proibições maternas, a autora diz que ela _______ o bloqueio. Ao descrever os formidáveis ganhos financeiros das grandes corporações tecnológicas, o texto classifica esses altos valores como lucros ______. Por fim, ao criticar de modo incisivo o planejamento ardiloso das empresas, assegura que os executivos os efeitos negativos e viciantes de seus próprios produtos no público vulnerável.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4041779 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Analise as assertivas abaixo
I. Em Mas nem tudo é culpa delas, a conjunção adversativa sublinhada introduz de forma efetiva uma quebra de expectativa em relação à aprovação da condenação das empresas feita no trecho imediatamente anterior.
II. No fragmento porque até o infantil tem desenhos e games estúpidos, o conectivo sublinhado estabelece uma nítida relação de causa, justificando o exato motivo pelo qual seria melhor sequer ter o aplicativo na televisão.
III. No trecho caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça, o vocábulo sublinhado introduz uma oração subordinada que expressa uma finalidade irrefutável e obrigatoria para o iminente pagApenas I.amento da polêmica indenizaçào.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4041778 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Analise as partes que seguem: A autora exime totalmente as grandes corporaçoes de tecnologia de qualquer culpa, afirmando que a falta de controle e um problema exclusivo da esfera familiar e da fraqueza biologica intrínseca à raça humana (1ª parte). A argumentação sustenta que o tempo excessivo nas redes e o fator objetivo que transforma o uso da tecnologia em um vício destrutivo, comparando o limite do uso das telas a dosagem exata que diferencia um bom remedio curativo de uma droga potencialmente fatal (2ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041777 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Considerando todas as inquestionáveis estratégias persuasivas e os recursos práticos de convencimento empregados ao longo de todo o desenvolvimento formal do texto, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A intensa citação das severas dependências químicas enfrentadas no passado pela propria autora atua como uma forte estrategia argumentativa para demonstrar, na prática, que a extrema fragilidade perante o vício é uma condição humana indesejável, mas universalmente comum.
( ) A reflexiva narrativa isenta de forma completa e absoluta os familiares de qualquer pontual responsabilidade na criação dos filhos, afirmando de modo dogmático que a educação infantil contemporânea deve ser obrigatoriamente terceirizada de forma integral aos coloridos aplicativos.
( ) A nítida comparação abertamente estabelecida entre o destrutivo cigarro e as engajadoras plataformas virtuais serve para exigir de modo público que as autoridades da área da saúde adotem corretas posturas de alerta oficial e de regulação estatal sobre os virtuais serviços prestados.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4041770 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a higienização de banheiros coletivos e vestiários do hospital, vários procedimentos operacionais são essenciais. Com base nisso, analise as afirmações a seguir:

I. As escovas de lavar as paredes e azulejos devem ser as mesmas utilizadas na parte interna do vaso sanitário.
II. A descarga deve ser acionada sempre com a tampa do vaso sanitário fechada para evitar a suspensão de partículas no ar.
III. A lixeira do banheiro hospitalar deve ser lavada com água e sabão ao menos uma vez por dia e sempre que necessário.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4041769 Segurança e Saúde no Trabalho
Os panos de limpeza e os panos de chão são constantemente impregnados de sujeira ao longo do trabalho. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4041768 Engenharia Ambiental e Sanitária
A lavagem do piso hospitalar necessita de técnicas adequadas para não aumentar os riscos biológicos no ambiente. Nesse sentido, analise as partes que seguem: Nunca se deve realizar a varredura seca (apenas com vassoura de palha) nas áreas internas do hospital ( 1º parte). O uso do esfregão ou "mop" umedecido e a técnica ideal pois não levanta e não espalha partículas de poeira no ar (2º parte):
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041767 Saúde Pública
A Política Nacional de Segurança do Paciente também abrange os protocolos de ambiente físico. A desinfecção adequada interrompe a cadeia de transmissão microbiana. Com base nisso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4041766 Saúde Pública
Ao realizar a técnica de assepsia em uma parede ou piso, a limpeza deve ser iniciada sempre do local mais ______ para o mais ________ procedendo em um sentido ________ para não espalhar as sujidades.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas
Alternativas
Q4041765 Segurança e Saúde no Trabalho
Os Equiparmentos de Proteção Coletiva (EPCs), como as placas sinalizadoras, organizam o fluxo durante a limpeza. Acerca disso, analise as afirmações a seguir:
I. As placas avisam sobre o piso molhado, evitando que os pacientes escorreguem e caiam.
II. Ao lavar um corredor, deve-se interditá-lo por completo de uma só vez.
III. As placas servem para dividir o espaço, mantendo um lado livre para a circulação.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4041764 Segurança e Saúde no Trabalho
A segurança do profissional de higienização envolve procedimentos rigorosos ao lidar com o lixo hospitalar. Nesse sentido, analise as partes que seguem:

Os sacos de resíduos devem ser recolhidos e carregados afastados do corpo do trabalhador sem que sejam encostados na roupa (1º parte). O profissional da limpeza que encontrar uma agulha caída no chão da enfermaria deve recolhê-la imediatamente e reencapá-la (2º parte).

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041763 Segurança e Saúde no Trabalho
A segregação, o acondicionamento e a coleta dos resíduos de serviços de saúde devem seguir normativas para prevenir graves acidentes com a equipe da limpeza. Em relação a isso, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
17201: D
17202: B
17203: D
17204: B
17205: B
17206: B
17207: D
17208: B
17209: B
17210: B
17211: D
17212: C
17213: B
17214: C
17215: C
17216: C
17217: D
17218: C
17219: A
17220: D