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Q4415262 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O texto discute a atratividade da carreira científica no Brasil e desloca, ao longo dos parágrafos, o foco da análise dos recursos materiais para as pessoas que produzem conhecimento e para as condições em que elas trabalham. Considerando a argumentação desenvolvida no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4415261 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O texto apresenta palavras formadas por prefixação e ocorrências de hífen em colocação pronominal, casos regidos por bases distintas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Considerando essas regras, analise as afirmativas a seguir:


I. “Infraestrutura” dispensa hífen porque o prefixo “infra” termina em vogal diferente daquela que inicia o segundo elemento da palavra.


II. Em “tornar-se professor universitário”, o hífen liga o pronome oblíquo átono ao verbo, emprego distinto daquele que ocorre em palavras compostas.


III. Caso o autor mencionasse a etapa que sucede o doutorado, deveria grafá-la “posdoutorado”, pois o Acordo suprimiu o hífen após prefixos terminados em consoante.


IV. Caso o autor aludisse a pesquisas assinadas em parceria, a grafia “co-autoria” seria adequada, pois o hífen se mantém quando o prefixo é átono.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4415260 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

Os sinais de pontuação do texto contribuem para a organização sintática dos períodos e para a construção de efeitos de sentido, como ênfase, destaque de expressões e interlocução com o leitor. Acerca do emprego dos sinais de pontuação no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4415259 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O emprego do acento gráfico obedece a regras que consideram a posição da sílaba tônica, a terminação do vocábulo, o timbre da vogal e, em alguns casos, a necessidade de distinguir formas homógrafas. Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e as palavras empregadas no texto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4415258 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O período a seguir reescreve ideias do texto e deve ser completado com palavras que preservem as relações de sentido presentes no original, mantendo equivalência com os termos ali empregados. Analise a afirmativa abaixo:


Para o autor, a incerteza __________ à atividade científica deve ficar contida no âmbito das hipóteses, sem __________ para a vida profissional do pesquisador, cuja trajetória, marcada por __________, contrasta com o legado __________ que a carreira pode oferecer.


Assinale a alternativa que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas. 

Alternativas
Q4415257 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O emprego do acento grave indicativo de crase depende da regência do termo antecedente e da possibilidade de o termo seguinte receber artigo definido feminino. Associe as colunas abaixo, relacionando as justificativas (Coluna 1) às ocorrências do texto ou às reescritas propostas a partir dele (Coluna 2).


Coluna 1:


1. Crase obrigatória, resultante da fusão da preposição exigida pelo termo regente com o artigo definido feminino.


2. Ausência de crase diante de pronome demonstrativo que não se inicia pela vogal "a".


3. Ausência de crase diante de artigo indefinido feminino.


4. Crase facultativa diante de pronome possessivo feminino no singular.


Coluna 2:


(__) "a" em "chegar a essa carreira", no texto.


(__) "à" em "dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento", no texto.


(__) "à" na reescrita "pesquisadores que se dedicam à sua investigação".


(__) "a" na reescrita "possibilidades oferecidas a uma pesquisadora".



Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA, de cima para baixo. 

Alternativas
Q4415256 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

No primeiro parágrafo, lê-se: "Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados." Considerando o emprego das formas verbais e da voz verbal nesse período, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:


I. O emprego reiterado de locuções verbais na voz passiva analítica, sem agente expresso, permite ao autor pôr em evidência os seres afetados pelas ações: laboratórios, equipamentos, editais e cientistas.


PORQUE


II. Na voz passiva, o termo que sofre a ação ocupa a posição de sujeito da oração, e a omissão do agente torna secundária a identificação de quem pratica a ação.



A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4415255 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

No texto, várias palavras exercem papel de núcleo ou de modificador em expressões nominais, e algumas delas mudam de classe gramatical conforme a posição e a função que ocupam na frase. Considerando a classe e o funcionamento dessas palavras no contexto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4415254 Gestão de Pessoas
Após a criação de um atendimento integrado, servidores de três secretarias passaram a concluir conjuntamente as mesmas demandas. Cada equipe usa critério próprio para encerrar o caso. Quando há devolução, as mensagens atribuem a falha ao setor anterior; alguns servidores repetem conferências para se proteger, evitam contato direto e encaminham o usuário a outra secretaria. Em reunião com executores e chefias, uma parte defende treinamento de convivência; outra, padronização do fluxo. A atuação a ser adotada pelo conjunto de servidores e chefias é:
Alternativas
Q4415253 Ética na Administração Pública
Uma comissão municipal selecionará duas escolas para um projeto-piloto de inclusão digital. O coordenador dirigiu uma das candidatas até o ano anterior e ainda integra, sem remuneração, sua associação de ex-alunos. Depois de receber as propostas, participou da inclusão de um critério que concede pontos por experiência anterior em projeto semelhante; somente essa escola comprovou tal experiência. A matriz ainda não foi aplicada e o regulamento permite a revisão fundamentada dos critérios antes da pontuação. Os demais membros não possuem vínculos com as candidatas e não há indício de participação da escola na redação do critério. Considerando a ética no serviço público, a comissão deve:
Alternativas
Q4415252 Saúde Pública
Uma pessoa residente no município A necessita de seis meses de tratamento especializado no município B, referência regional. As vagas são disponibilizadas pela regulação regional, e a atenção primária do município A continuará acompanhando condições crônicas e necessidades do território. Na pactuação do caso, os gestores precisam distribuir as responsabilidades de acesso, tratamento e seguimento territorial. A distribuição de responsabilidades prevista no SUS é: 
Alternativas
Q4415251 Saúde Pública
Em 2025, o Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc) registrou 8.000 nascidos vivos de mães residentes em determinado município, que possuía 40.000 mulheres em idade reprodutiva. Após investigação, o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) confirmou quatro óbitos maternos de residentes. Outro óbito ocorreu no hospital municipal, mas a mulher residia em outro município. No período anterior, houve menor completude no registro e na investigação dos óbitos. A gestão pretende calcular a razão por 100.000 nascidos vivos e comparar os períodos. O cálculo e a interpretação correspondentes são: 
Alternativas
Q4415250 Saúde Pública
No segundo ano de vigência do Plano Municipal de Saúde, a gestão identifica demanda relevante por nova clínica especializada. A ação não consta do Plano da Programação Anual de Saúde nem da dotação orçamentária. Não há emergência ou calamidade. O Conselho de Saúde apoia a proposta e os instrumentos podem ser formalmente revisados conforme o rito aplicável. O encaminhamento previsto para a execução da ação é:
Alternativas
Q4415249 Direito Sanitário
O Conselho Municipal de Saúde recebe o relatório do quadrimestre anterior. O documento apresenta apenas o total de atendimentos e omite o montante e as fontes dos recursos aplicados, as auditorias realizadas e a comparação entre produção assistencial e indicadores de saúde. O gestor solicita sua aprovação e afirma que a execução financeira deve ser examinada exclusivamente pelo Poder Executivo e pelos órgãos de controle externo. A atuação do Conselho nessa situação consiste em:
Alternativas
Q4415248 Saúde Pública
Cinco municípios integram uma Região de Saúde. Um centro regional já possui equipamento e equipe para determinado exame de maior densidade tecnológica e pode ampliar seus turnos. As filas decorrem principalmente de agendas pouco integradas e transporte irregular. Um município menor recebeu oferta de cofinanciamento estadual para instalar serviço próprio, embora sua demanda projetada seja insuficiente para manter escala regular. A decisão correspondente à regionalização é:
Alternativas
Q4415247 Saúde Pública
Trabalhadores da atenção primária e de serviços especializados realizaram uma oficina sobre devoluções de encaminhamentos. Foram identificados campos duplicados, critérios divergentes entre unidades e informações que não chegam ao serviço seguinte. As equipes concordaram quanto às causas, mas o encontro terminou sem definição sobre o encaminhamento das conclusões. A gestão regional deverá programar a etapa seguinte. Segundo a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, essa etapa deve:
Alternativas
Q4415246 Saúde Pública
A Atenção Primária à Saúde (APS) estrutura-se como o nível de contato preferencial no SUS, exigindo do fisioterapeuta competências além da reabilitação tradicional. A respeito da inserção e da complexidade das ações desse profissional na rede pública, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4415245 Fisioterapia
A avaliação cinesiológica funcional e musculoesquelética é fundamental na prática do fisioterapeuta que atua na área da saúde da mulher, especialmente na investigação de dores e disfunções associadas à região lombopélvica e aos músculos do assoalho pélvico. A respeito dos testes especiais, da anamnese e do exame físico descritos a seguir, analise as afirmativas apresentadas:

I.O teste de Thomas é utilizado para avaliar a extensibilidade dos músculos flexores do quadril, sendo considerado positivo quando a coxa do membro testado perde o contato com a maca ou quando ocorre extensão passiva do joelho.
II.O teste de Carnett auxilia no diagnóstico diferencial da dor, indicando origem abdominal quando a dor se mantém ou se intensifica durante a contração dos músculos da parede abdominal.
III.O teste de Ober avalia a tensão no trato iliotibial e é realizado com a paciente em decúbito dorsal, exigindo adução ativa do quadril sem a interferência da gravidade.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4415244 Fisioterapia
A classificação dos ossos considera aspectos morfológicos e estruturais, permitindo agrupá-los em diferentes categorias. A partir das características apresentadas a seguir, analise a relação entre a classificação, a composição e a função dos ossos e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4415243 Fisioterapia
Um paciente com esclerose lateral amiotrófica (ELA) apresenta comprometimento progressivo da função motora, com redução da força muscular e maior suscetibilidade à fadiga durante as atividades. No acompanhamento fisioterapêutico, a conduta deve considerar a manutenção da mobilidade e da funcionalidade, sem impor sobrecarga muscular incompatível com a condição clínica. Considerando os princípios da fisioterapia motora na ELA, assinale a alternativa que apresenta uma conduta adequada: 
Alternativas
Respostas
1301: B
1302: C
1303: C
1304: D
1305: E
1306: B
1307: E
1308: D
1309: C
1310: D
1311: E
1312: D
1313: A
1314: B
1315: E
1316: A
1317: A
1318: A
1319: B
1320: E