Questões de Concurso
De 2018
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A distribuição de medicamentos por dose unitária é a que melhor atende aos requisitos por colocar à disposição do paciente o medicamento prescrito, na dosagem e na formulação corretas e na hora certa para sua administração, e os pedidos de medicamentos, nesse caso, devem considerar a prescrição médica para o período de 24 horas.
Na distribuição de materiais, é facultado ao profissional seguir o sistema de complementação da previsão, o sistema de unidades móveis e o sistema baseado em ordens de produção.
Quanto ao gerenciamento de materiais, cabe ao enfermeiro, entre outras funções, determinar o material necessário, definir as especificações, estabelecer o quantitativo e analisar a qualidade do material.
Nos últimos anos, tem sido reconhecido o processo de planejamento estratégico na gestão do SUS, cuja implementação requer habilidades de comunicação e envolvimento de todos os atores.
Na gestão estratégica, há permanente exercício de diálogo e reflexão a respeito dos problemas que incidem em dada realidade, com vistas a prever situações e alternativas, antecipar possibilidades de decisão e preparar estratégias para a obtenção de governabilidade sobre esses.
No planejamento estratégico, na saúde, o conhecimento da realidade dá-se por meio do diagnóstico científico, em que o sujeito que planeja é único e situa-se fora e acima da realidade.
Na gestão em saúde, vêm ganhando força as redes de atenção à saúde (RAS), caracterizadas como arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que, integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam a integralidade do cuidado.
A recuperação da história da organização e a sua inserção no contexto político e social devem ser investigadas no desvelamento da cultura organizacional e, consequentemente, do modelo de gestão, porém a avaliação dos programas de treinamento dos novos membros, por ser padronizada, não transparece a cultura.
Nas organizações de saúde da atualidade, são necessárias transformações na estrutura informal, tornando-a uma organização verticalizada dos níveis hierárquicos, mais flexível e menos centralizadora.
No debate atual acerca da necessidade de mudança na gestão e na organização do trabalho, na enfermagem, destacam-se contribuições teóricas e práticas que envolvem a defesa e a implementação de cuidados integrais e gestão participativa.
Nos modelos de gestão emergentes, destacam-se a ênfase no “como fazer”, a divisão do trabalho em tarefas e a excessiva preocupação com manuais de procedimentos, rotinas, normas, escalas diárias de distribuição de tarefas e fragmentação da assistência.
No século XIX, o modelo proposto por Florence Nightingale institui a divisão entre o trabalho intelectual e o manual e a hierarquização no trabalho da enfermagem, o que já foi superado nos tempos atuais.
A organização do trabalho e o gerenciamento no setor saúde, especialmente no ambiente hospitalar, sofre, até hoje, forte influência do modelo taylorista/fordista, da administração clássica e do modelo burocrático.