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Caso o hemograma de um dado paciente mostre 100.000 leucócitos/mm3 e 30% de blastos com bastonetes de Auer, deverá ser firmado o diagnóstico de leucemia linfoide aguda e o paciente deverá ser submetido ao tratamento quimioterápico.
Na leucemia linfoide aguda, a sobrevida de adultos é superior à sobrevida de crianças.
A leucemia linfoide crônica, em sua forma clássica, é caracterizada por acúmulo de linfoblastos em sangue periférico, linfonodos e medula óssea.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma vez estabelecido o diagnóstico de leucemia linfoide crônica, todos os pacientes deverão ser encaminhados para tratamento quimioterápico até que seja localizada uma medula óssea compatível para realização do transplante.
O aumento do número de basófilos em pacientes com leucemia mieloide crônica em fase crônica já é suficiente para caracterizar a progressão da doença para a fase acelerada.
As gestantes que, durante o trabalho de parto, apresentarem temperatura superior a 38 ºC devem ser desqualificadas para doação de sangue do cordão umbilical para um banco público.
Células progenitoras obtidas de placenta que tenham apresentado contaminação bacteriana poderão ser armazenadas em banco de sangue privado, desde que sejam adequadamente tratadas com antibiótico de amplo espectro.
Gestante, maior de idade, que procure banco de sangue para doar sangue do cordão umbilical, caso tenha histórico de anemia de Fanconi na família, deve ser impedida de se submeter ao procedimento de doação, ainda que se apresente saudável e com gestação dentro dos padrões de normalidade.
As unidades de células progenitoras hematopoiéticas oriundas de medula óssea e sangue de cordão umbilical que necessitem de criopreservação devem ser armazenados em temperatura de 80 ºC.
Ao contrário do fenótipo Bombay, indivíduos com fenótipo para-Bombay podem apresentar antígeno H na saliva.
A reação hemolítica tardia pode ocorrer em decorrência de incompatibilidade nos sistemas ABO, Rh, Kell, Kidd e Duffy.
Situação hipotética: Um paciente submetido à transfusão sanguínea apresenta hipoxemia, dispneia intensa, hipotensão, infiltrado pulmonar bilateral e febre, mas não apresentou edema agudo de pulmão. Assertiva: Nesse caso, o paciente está em quadro de doença do enxerto versus hospedeiro pós-transfusional.
Situação hipotética: Dois pacientes submetidos à transfusão sanguínea apresentaram complicações decorrentes desse procedimento. O primeiro deles desenvolveu lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão, ao passo que o segundo paciente foi acometido por púrpura pós-transfusional. Assertiva: Nessa situação, esses pacientes apresentaram reações hemolíticas tardias.
Em caso de reação transfusional, caracterizam atribuições do enfermeiro interromper a transfusão; investigar condições cardiorrespiratórias do paciente; observar débito urinário; e verificar se não houve troca na instalação do hemocomponente.
Febre, dor, hipotensão, oligúria e rubor facial caracterizam sintomas decorrentes de reação transfusional.
Caso um paciente adulto do sexo masculino com hematócrito de 34% tenha de ser submetido à coleta de sangue para estudo da coagulação, o anticoagulante usado deverá ser o citrato de sódio, respeitando-se a proporção 9:1 entre sangue e o anticoagulante.
O principal tratamento para pacientes com hemofilia A consiste na reposição do fator VIII da coagulação, entretanto alguns centros de referência no Brasil já conseguiram realizar, com sucesso, o tratamento desses pacientes por meio da terapia gênica.
Pacientes que apresentam trombocitopenia por deficiência na produção de plaquetas são eletivos a terapia de suporte por transfusão de plaquetas.
Pacientes que fazem uso de diuréticos tiazídicos, heparina e sulfas podem desenvolver trombocitopenia.
Sangramento em gengiva, hematomas superficiais, hemartrose, hematúria e menorragia são sinais clínicos frequentes em distúrbios da hemostasia primária.