Questões de Concurso
Sobre regência em português
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( ) Os pronomes o, a, os, as usam-se como objetos diretos dos verbos transitivos diretos e dos transitivos diretos e indiretos.
( ) Os pronomes lhe, lhes formam o objeto indireto dos verbos transitivos indiretos e dos transitivos diretos e indiretos.
( ) Certos verbos transitivos indiretos repelem os pronomes lhe, lhes, sendo, por isso, construídos com as formas retas preposicionadas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Novos medicamentos contra a obesidade estão chegando. Será que eles podem mudar o cenário atual?

Leia o Texto 3 para responder à questão.
INTERVENÇÃO HUMANA
O homem como ser animal,
De todos é o mais perigoso,
Pelo seu diferencial.
É dotado de inteligência,
Tem o domínio da ciência,
É um ser sensacional,
Homem de grande sapiência.
Domina a fala e a escrita,
Constrói a morada onde habita,
Defensor da ética e da moral,
Faz o bem e faz o mal.
Mas destrói a natureza sem pena,
E nessa intervenção humana,
Contribui para um desastre total.
Não destrói com tua vida.
Pensas que és imortal?
KAMBEBA, Márcia Wayna. O lugar do Saber. São Leopoldo: Casa Leiria,
2020. p. 38.
(03 de janeiro de 2024)
Isso não significa dizer que Clarice reduzia a literatura ao compromisso verossímil de um realismo ingênuo, mas, sim, que seu viés feminista estava presente na construção das experiências vividas por suas personagens e produzia, de forma subjacente, uma crítica social pertinente a seu tempo e lugar.
"Lucas gosta ___ silêncio para estudar e precisa se concentrar ___ obter bons resultados."
Jovem sofre bullying virtual e descobre que ataques virtuais vinham da mãe

(Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2022/12/25/mulher-e-acusada-porassedios-virtuais-anonimos-contra-sua-filha-nos-eua.htm – texto adaptado especialmente para esta prova)

Leia o texto a seguir e responda da questão.
ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL
Jairo Marques
Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.
Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.
Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.
Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.
Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?
Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.
Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.
O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência –guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.
O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.
Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.
Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.
Disponível em: <https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br>

“Tu te tornas responsável POR AQUILO que cativas” (Saint-Exupérgy)
Em relação aos termos destacados em maiúscula, é CORRETO afirmar que são exemplo de
Texto 04 para a questão.
Apesar de todos os medos, escolho a ousadia. Apesar dos ferros, construo a dura liberdade.
Prefiro a loucura à realidade e um par de asas tortas aos limites da comprovação e da segurança.
Eu, (..........), sou assim.
Pelo menos assim quero fazer: a que explode o ponto e arqueia a linha e traça o contorno que ela mesma há de romper.
A máscara do Arlequim não serve apenas para o proteger quando espreita a vida, mas concede-lhe o espaço de a reinventar.
Desculpem, mas preciso lhes dizer: EU quero o delírio.
(Lya Luft)
Prefiro a loucura à realidade e um par de asas tortas aos limites da comprovação da segurança.
Em termos da regência do verbo “Preferir”, é CORRETO afirmar que admite
Texto 02 para a questão.
Se você não é capaz de cuidar de uma rosa e chega ao ponto de deixá-la morrer, cultive apenas os cactos e seja feliz com os espinhos.
(Augusto Branco)
I. “...e chega ao ponto de DEIXÁ-la morrer...”
II. “Se você não é capaz de CUIDAR de uma rosa...”
III. “...CULTIVE apenas os cactos.”
Em que item (ns) o verbo destacado em maiúscula exige apenas um complemento e este vem regido de preposição?



Com relação a propriedades morfossintáticas do texto CG1A1, julgue o item que se segue.
Em “na ponta” (último período), a substituição de “na” por
da prejudicaria a correção gramatical do texto.
Da natureza do nosso pensamento depende a fortaleza de nosso corpo, o vigor da nossa inteligência e o êxito de nossos negócios.
Sobre a estruturação desse pensamento, assinale a única observação equivocada.