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Durante uma ronda realizada no período noturno, o zelador verifica que uma das janelas de uma sala administrativa está aberta, embora o prédio esteja fechado e não haja servidores trabalhando naquele setor. Não são observados sinais evidentes de arrombamento.
Considerando os procedimentos de segurança e preservação do patrimônio público, o zelador deverá:
No almoxarifado de uma unidade pública, o zelador recebe uma remessa contendo materiais de expediente e produtos de limpeza. Ao conferir os volumes, percebe que parte dos produtos apresenta embalagens danificadas e que a quantidade entregue não corresponde integralmente ao documento de recebimento.
Considerando os princípios de controle e conservação dos materiais públicos, a conduta mais adequada é:
Durante a organização de uma sala administrativa, o zelador percebe que uma tomada apresenta sinais de aquecimento, odor de queimado e pequenas marcas escurecidas ao redor do encaixe. O equipamento que estava conectado à tomada foi imediatamente retirado.
Diante dessa situação, considerando os limites de atuação profissional e a prevenção de acidentes, o procedimento mais adequado consiste em:
Ao realizar a limpeza dos sanitários de um prédio público, um zelador encontra diferentes produtos destinados à higienização. Entre eles estão detergente, desinfetante e um produto químico de ação mais intensa. Para obter uma limpeza aparentemente mais eficiente, um colega sugere misturar dois produtos diferentes em um mesmo recipiente.
Considerando as normas básicas de segurança no manuseio de produtos de limpeza, a atitude mais adequada é:
Durante o expediente de uma repartição pública municipal, um cidadão comparece ao local procurando informações sobre um setor que não funciona naquele prédio. O servidor responsável pelo atendimento percebe que a pessoa está insegura quanto ao procedimento que deve realizar e solicita orientação.
Considerando os princípios de urbanidade, respeito e eficiência que devem nortear o atendimento no serviço público, a conduta mais adequada do zelador de serviços internos é:
Durante uma atividade de revisão sobre números primos, o professor apresentou aos estudantes a sequência:
17 – 21 – 27 – 29 – 35 – 39
Em seguida, afirmou que apenas alguns desses números possuem exatamente dois divisores naturais distintos: a unidade e ele próprio.
Após analisar cuidadosamente cada elemento da sequência, o estudante deverá concluir corretamente que:
Em um programa de manutenção preventiva, duas equipes da Secretaria Municipal de Obras executam serviços periódicos em uma mesma estrada vicinal.
• A primeira equipe realiza manutenção a cada 12 dias.
• A segunda executa serviços a cada 18 dias.
Sabendo que ambas trabalharam simultaneamente em 3 de março e que os intervalos serão rigorosamente mantidos, após quantos dias ocorrerá um novo encontro das equipes nessa mesma localidade?
Durante a organização de uma competição estudantil, a comissão responsável dispõe de 84 medalhas douradas e 126 medalhas prateadas. Pretende-se montar kits rigorosamente iguais, contendo medalhas das duas categorias, de modo que:
• todas as medalhas sejam utilizadas;
• não haja sobra de qualquer tipo;
• todos os kits possuam exatamente a mesma composição.
Considerando essas condições, qual é o maior número de kits que poderá ser confeccionado?
Durante uma campanha municipal de vacinação infantil, uma Unidade Básica de Saúde registrou os seguintes atendimentos:
• segunda-feira: 248 crianças;
• terça-feira: 179 crianças;
• quarta-feira: 326 crianças.
Ao final do período, constatou-se que 87 crianças previamente agendadas deixaram de comparecer, razão pela qual não integraram o total de atendimentos realizados.
Com base exclusivamente no número de crianças efetivamente vacinadas, o quantitativo registrado pela unidade foi de:
Com o objetivo de ampliar o acervo das bibliotecas escolares, a Secretaria Municipal de Educação recebeu 18 caixas lacradas, cada uma contendo 24 livros. Antes da distribuição às unidades de ensino, a equipe técnica separou 96 exemplares para compor um projeto itinerante de incentivo à leitura que atenderá comunidades rurais. Os livros restantes serão distribuídos igualmente entre 8 escolas, de forma que todas recebam exatamente a mesma quantidade de exemplares, sem sobras.
Nessas condições, quantos livros serão destinados a cada escola?
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.
No período final do texto, o autor afirma:
"Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas."
Sob o ponto de vista da organização argumentativa e da progressão textual, a palavra "Afinal" estabelece uma relação específica entre esse período e os argumentos anteriormente desenvolvidos. Assinale a alternativa que identifica corretamente essa relação discursiva.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.
A análise de um texto exige não apenas a compreensão de seu conteúdo, mas também a observação dos recursos linguísticos empregados em sua construção. Considerando os aspectos fonológicos, morfológicos e ortográficos presentes no texto, examine as afirmativas a seguir.
I. A palavra "âmbito" recebe acento gráfico por obedecer à regra de acentuação das palavras proparoxítonas.
II. Na palavra "conexões", a letra x representa dois fonemas distintos.
III. As palavras "convivência" e "conviver" pertencem à mesma família lexical, pois derivam do mesmo radical e preservam relação de significado.
Após a análise das afirmativas, assinale a alternativa correta.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.
Texto para a questão.
A pressa como modo de viver
É comum atribuir à falta de tempo a responsabilidade pela dificuldade de manter relações sociais mais próximas, cultivar hábitos saudáveis ou simplesmente contemplar aquilo que acontece ao redor. Entretanto, talvez o problema não resida propriamente na escassez de horas disponíveis, mas na forma como a sociedade passou a compreender o próprio tempo. A produtividade transformou-se em critério de sucesso, enquanto a contemplação, o silêncio e a convivência passaram, muitas vezes, a ser interpretados como desperdício.
Esse modo de viver produz consequências que ultrapassam o âmbito individual. Pessoas que compartilham os mesmos espaços raramente estabelecem vínculos duradouros, ainda que convivam diariamente. Ambientes públicos tornam-se locais de passagem, e não de permanência; conversas são substituídas por mensagens instantâneas; experiências coletivas cedem espaço ao isolamento silencioso provocado pelo uso contínuo de dispositivos eletrônicos.
Paradoxalmente, quanto recursos tecnológicos aproximam indivíduos geograficamente distantes, maior parece ser a dificuldade de estabelecer conexões significativas com aqueles que ocupam o mesmo ambiente físico. Não se trata, evidentemente, de rejeitar os avanços tecnológicos, mas de reconhecer que nenhuma ferramenta digital substitui integralmente a riqueza das interações presenciais.
Resgatar o valor da convivência cotidiana exige mais do que reduzir o tempo diante das telas. Exige uma mudança de atitude capaz de transformar pequenos gestos — como ouvir atentamente, dialogar sem pressa ou ocupar conscientemente os espaços públicos — em práticas permanentes de cidadania. Afinal, comunidades fortalecem-se menos pela quantidade de pessoas que as compõem do que pela qualidade das relações construídas entre elas.