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Q2737690 Matemática

Para qual valor de m a equação 4x2 - 4x + m = 0 possui exatamente uma solução?

Alternativas
Q2737689 Medicina

Qual é a causa mais comum de acidentes vasculares isquêmicos em pacientes acima de 60 anos de idade?

Alternativas
Q2737687 Matemática

Um consultor de vendas recebe, como rendimento mensal, um valor fixo de R$ 1200,00, mais uma comissão de 2% sobre o valor das vendas efetuadas por ele no mês. A função que representa o rendimento mensal y em função do valor x, em reais, de suas vendas é:

Alternativas
Q2737684 Matemática

Após sofrer um reajuste de 12%, o valor de um produto subiu para R$ 89,60. O preço deste produto, antes do reajuste, era de:

Alternativas
Q2737682 Matemática

Uma caixa d’água tem o formato de um cubo cuja aresta mede 1,5m. Uma torneira despeja nesta caixa d’água 15 litros de água por minuto. Se a caixa d’água estava inicialmente vazia, o tempo necessário para que fique completamente cheia é:

Alternativas
Q2737680 Matemática

Para revestir o piso de um escritório de advocacia, um arquiteto escolheu peças de porcelanato quadradas com 3600 cm² de área. Se o piso do escritório, de formato retangular, tem 4,2 m de comprimento por 3,6 m de largura, e cada peça de porcelanato custa R$ 37,80, o custo com este material, sabendo que não haverá desperdício, será de:

Alternativas
Q2737678 Medicina

Analise as afirmativas a seguir relacionadas às arritmias cardíacas.


I. Massagem do seio carotídeo deve ser evitada em idosos e em pacientes com história de acidente vascular cerebral.

II. Palpitações são mais comumente causadas por bradiarritmias que por taquiarritmias ou extrassistolia.

III. Síncope pode ser manifestação de taquiarritmias, bradiarritmias ou não estar relacionada a distúrbios do ritmo cardíaco.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2737677 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

Entre as alternativas abaixo, a única que possui uma conclusão não equivocada, de acordo com o texto lido, é:

Alternativas
Q2737676 Medicina

Analise as afirmativas a seguir sobre emergências hipertensivas.


I. A encefalopatia hipertensiva se caracteriza por hipertensão grave, cefaleia intensa, náuseas e vômitos, distúrbios visuais e alteração do nível de consciência.

II. A hipertensão acelerada e maligna é mais comum em mulheres e representa uma situação na qual a redução da pressão arterial se faz necessária em poucas horas.

III. Cefaleia intensa, progressão rápida para o coma e déficits neurológicos importantes são características mais da hemorragia intracerebral do que da encefalopatia hipertensiva.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2737674 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

O título do texto poderia ter seu contexto mantido caso a palavra caridade fosse substituída por:

Alternativas
Q2737672 Medicina

Analise as afirmativas a seguir em relação à morte encefálica.


I. O paciente está em Glasgow 3 (escala de coma) por causa conhecida, sem reflexos supraespinhais e sem sedação há mais de 24 horas.

II. São realizados dois testes de comprovação de apneia, um deles por neurologista ou neurocirurgião.

III. Um eletroencefalograma ou outro registro de imagem evidencia morte encefálica.


Para confirmar a morte encefálica, é necessário que estejam presentes as afirmativas

Alternativas
Q2737671 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

No trecho “refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler”, percebe-se a utilização de uma ênclise que se justifica por:

Alternativas
Q2737667 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

Entre as palavras abaixo, a única que sofreu processo de formação diferente das outras, foi:

Alternativas
Q2737663 Medicina

Assinale o tipo de choque no qual a resistência vascular sistêmica está diminuída.

Alternativas
Q2737660 Medicina

Em paciente com infarto agudo do miocárdio, o exame que mais precocemente volta a níveis normais, sendo portanto de importância no diagnóstico de reinfarto, é

Alternativas
Q2737657 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05

A crise dos refugiados: um teste à caridade humana

O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.

Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.

Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.

Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.

Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.

Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.

Os termos destacados abaixo estão corretamente justificados por suas respectivas classes gramaticais, exceto na alternativa:

Alternativas
Q2737656 Medicina

Em relação à urolitíase, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCM Órgão: IFN-MG Prova: FCM - 2018 - IFN-MG - Educação Física |
Q2736926 Educação Física

O Coletivo de autores (1992) considera que a Educação Física “[...] trata, pedagogicamente, na escola, do conhecimento de uma área denominada aqui de cultura corporal”.


Tomando como referência os fundamentos nos quais se baseiam os autores, é incorreto afirmar que

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCM Órgão: IFN-MG Prova: FCM - 2018 - IFN-MG - Educação Física |
Q2736925 Pedagogia

Taborda de Oliveira (2002, p. 58-60) tece algumas críticas ao Coletivo de Autores (1992), afirmando que os autores reunidos ali instauram “[...] uma ruptura com uma determinada maneira de pensar a educação física escolar no Brasil, a partir, principalmente, da radicalidade com que aponta para o conflito como categoria fundante da prática pedagógica” (p. 60).


Indique abaixo se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma em relação a essas críticas:

( ) Falta-lhes a concretude da sala de aula em sua análise.

( ) Os autores esbarram nos limites da denúncia, da abstração e da generalização.

( ) Parte de suas análises consideram, de fato, a sala de aula, mas não a concretude dos sujeitos.

( ) O espaço reservado aos sujeitos históricos não se encontra na realidade, mas antes na teoria.

( ) Suas proposições metodológicas pouco avançam no sentido daquilo que é tradicionalmente concebido como organização escolar.

( ) As perspectivas metodológicas defendidas avançam em relação ao que tradicionalmente se defende em termos de currículo, mas não se sustentam, de fato, na produção intelectual sobre currículo.


A sequência correta é

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCM Órgão: IFN-MG Prova: FCM - 2018 - IFN-MG - Educação Física |
Q2736924 Educação Física

McArdle, Katch e Katch (2002), ao se referirem ao metabolismo das gorduras e dos carboidratos nas adaptações metabólicas no sistema aeróbico de treinamento, afirmam que:


I. Atletas treinados exibem maior capacidade de oxidar carboidratos.

II. Atletas treinados aerobicamente exibem maior capacidade de oxidar carboidratos.

III. O aumento da lipólise resulta do maior fluxo sanguíneo dentro do músculo treinado.

IV. O aumento da glicólise resulta do maior fluxo sanguíneo dentro do músculo treinado.

V. O exercício aeróbico regular acarreta profunda melhora na capacidade do indivíduo em oxidar ácidos graxos.

VI. A maior capacidade de fracionamento dos carboidratos explica-se, em parte, pela maior armazenagem de glicogênio no músculo treinado.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Respostas
6941: E
6942: A
6943: D
6944: B
6945: C
6946: A
6947: B
6948: A
6949: B
6950: C
6951: B
6952: B
6953: C
6954: B
6955: A
6956: D
6957: A
6958: E
6959: A
6960: E