Questões de Concurso Sobre regência em português

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Q14760 Português
Em relação ao texto abaixo, assinale a opção incorreta.
Alternativas
Q14329 Português
A frase inteiramente correta quanto ao emprego ou ausência do sinal de crase é:
Alternativas
Q14325 Português
... que um terço da geração (...) não tem condições de ascensão social. (final do texto)

A frase em que o verbo exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima é:
Alternativas
Q13612 Português
Está correto o emprego ou a ausência do sinal de crase na frase:
Alternativas
Q13609 Português
Muitas famílias em países pobres ou em desenvolvimento dependem da ajuda de parentes no exterior. (3o parágrafo)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está na frase:
Alternativas
Q13111 Português
O uso da preposição em "ao caráter" (l.6) deve-se às exigências sintáticas do verbo reportar, na acepção usada no texto.
Alternativas
Q13037 Português

Atenção: A questão  refere-se ao texto abaixo. 


Reciclando ideias 


    Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?


   Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?


   Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.


   O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.



(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)  

Impõe-se que seja reescrita, por falha estrutural, a seguinte frase:
Alternativas
Q12708 Português
Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:
Alternativas
Q12652 Português
A frase inteiramente correta, considerando-se a presença ou a ausência do sinal de crase, é:
Alternativas
Q12651 Português
Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica ... (1o parágrafo)

A frase em que o verbo exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima é:
Alternativas
Q12571 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Liberdade minha, liberdade tua
     Uma professora do meu tempo de ensino médio, a propósito de qualquer ato de indisciplina ocorrido em suas aulas, invocava a sabedoria da frase “A liberdade de um termina onde começa a do outro". Servia-se dessa velha máxima para nos lembrar limites de comportamento. Com o passar do tempo, esqueci-me de muita coisa da História que ela nos ensinava, mas jamais dessa frase, que naquela época me soava, ao mesmo tempo, justa e antipática. Adolescentes não costumam prezar limites, e a ideia de que a nossa (isto é, a minha...) liberdade termina em algum lugar me parecia inaceitável. Mas eu também me dava conta de que poderia invocar a mesma frase para defender aguerridamente o meu espaço, quando ameaçado pelo outro, e isso a tornava bastante justa... Por vezes invocamos a universalidade de um princípio por razões inteiramente egoístas.

    Confesso que continuo achando a frase algo perturbadora, provavelmente pelo pressuposto que ela encerra: o de que os espaços da liberdade individual estejam distribuídos e demarcados de forma inteiramente justa. Para dizer sem meias palavras: desconfio do postulado de que todos sejamos igualmente livres, ou de que todos dispomos dos mesmos meios para defender nossa liberdade. Ele parece traduzir muito mais a aspiração de um ideal do que as efetivas práticas sociais. O egoísmo do adolescente é um mal dessa idade ou, no fundo, subsiste como um atributo de todas?

     Acredito que uma das lutas mais ingentes da civilização humana é a que se desenvolve, permanentemente, contra os impulsos do egoísmo humano. A lei da sobrevivência na selva - lei do instinto mais primitivo - tem voz forte e procura resistir aos dispositivos sociais que buscam controlá-la. Naquelas aulas de História, nossa professora, para controlar a energia desbordante dos jovens alunos, demarcava seu espaço de educadora e combatia a expansão do nosso território anárquico. Estava ministrando-nos na prática, ao lembrar os limites da liberdade, uma aula sobre o mais crucial desafio da civilização.

                                                                                                                          (Valdeci Aguirra, inédito)




É preciso corrigir, por incoerente, a redação da seguinte frase:
Alternativas
Q12568 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Liberdade minha, liberdade tua
     Uma professora do meu tempo de ensino médio, a propósito de qualquer ato de indisciplina ocorrido em suas aulas, invocava a sabedoria da frase “A liberdade de um termina onde começa a do outro". Servia-se dessa velha máxima para nos lembrar limites de comportamento. Com o passar do tempo, esqueci-me de muita coisa da História que ela nos ensinava, mas jamais dessa frase, que naquela época me soava, ao mesmo tempo, justa e antipática. Adolescentes não costumam prezar limites, e a ideia de que a nossa (isto é, a minha...) liberdade termina em algum lugar me parecia inaceitável. Mas eu também me dava conta de que poderia invocar a mesma frase para defender aguerridamente o meu espaço, quando ameaçado pelo outro, e isso a tornava bastante justa... Por vezes invocamos a universalidade de um princípio por razões inteiramente egoístas.

    Confesso que continuo achando a frase algo perturbadora, provavelmente pelo pressuposto que ela encerra: o de que os espaços da liberdade individual estejam distribuídos e demarcados de forma inteiramente justa. Para dizer sem meias palavras: desconfio do postulado de que todos sejamos igualmente livres, ou de que todos dispomos dos mesmos meios para defender nossa liberdade. Ele parece traduzir muito mais a aspiração de um ideal do que as efetivas práticas sociais. O egoísmo do adolescente é um mal dessa idade ou, no fundo, subsiste como um atributo de todas?

     Acredito que uma das lutas mais ingentes da civilização humana é a que se desenvolve, permanentemente, contra os impulsos do egoísmo humano. A lei da sobrevivência na selva - lei do instinto mais primitivo - tem voz forte e procura resistir aos dispositivos sociais que buscam controlá-la. Naquelas aulas de História, nossa professora, para controlar a energia desbordante dos jovens alunos, demarcava seu espaço de educadora e combatia a expansão do nosso território anárquico. Estava ministrando-nos na prática, ao lembrar os limites da liberdade, uma aula sobre o mais crucial desafio da civilização.

                                                                                                                          (Valdeci Aguirra, inédito)




Está clara e correta esta nova redação de uma frase do texto:
Alternativas
Q12211 Português
Com base no texto 6, assinale a opção em que a supressão da palavra ou expressão sublinhada provoca erro gramatical.
Alternativas
Q11636 Português
Assinale a opção correta a respeito das estruturas linguísticas do texto.
Alternativas
Q11626 Português
Assinale a opção correta a respeito do emprego da crase nas estruturas linguísticas do texto.
Alternativas
Q11555 Português
É correto afirmar que, no texto acima, a preposição no termo
Alternativas
Q2797796 Português

A CIÊNCIA-PROBLEMA


Há três séculos, o conhecimento científico não

faz mais do que provar suas virtudes de verificação e

de descoberta em relação a todos os outros modos

de conhecimento. É o conhecimento vivo que conduz

05 a grande aventura da descoberta do universo, da vida,

do homem. Ele trouxe, e de forma singular neste

século, fabuloso progresso ao nosso saber. Hoje,

podemos medir, pesar, analisar o Sol, avaliar o

número de partículas que constituem nosso universo,

10 decifrar a linguagem genética que informa e programa

toda organização viva. Esse conhecimento permite

extrema precisão em todos os domínios da ação,

até na condução de naves espaciais fora da órbita

terrestre.

15 Correlativamente, é evidente que o conhecimento

científico determinou progressos técnicos inéditos

como a domesticação da energia nuclear e os

princípios da engenharia genética. A ciência é,

portanto, elucidativa (resolve enigmas, dissipa

20 mistérios), enriquecedora (permite satisfazer

necessidades sociais e, assim, desabrochar

a civilização); é, de fato, e justamente, conquistadora,

triunfante.

E, no entanto, essa ciência elucidativa, enrique-

25 cedora, conquistadora e triunfante, apresenta- nos,

cada vez mais, problemas graves que se referem ao

conhecimento que produz, à ação que determina, à

sociedade que transforma. Essa ciência libertadora

traz, ao mesmo tempo, possibilidades terríveis de

30 subjugação. Esse conhecimento vivo é o mesmo que

produziu a ameaça do aniquilamento da humanida-

de. Para conceber e compreender esse problema,

há que acabar com a tola alternativa da ciência “boa”,

que só traz benefícios, ou da ciência “má”, que só

35 traz prejuízos. Pelo contrário, há que, desde a parti-

da, dispor de pensamento capaz de conceber e de

compreender a ambivalência, isto é, a complexida-

de da ciência.


MORIN, Edgard. Ciência com consciência. 3.ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999 (adaptado).

No fragmento “essa ciência elucidativa, enriquecedora, conquistadora e triunfante apresenta-nos, cada vez mais, problemas graves” (L. 24 – 26), a regência verbal segue os critérios da língua padrão. A opção em que ocorre uso coloquial da regência é:

Alternativas
Q1642371 Português

Paciência  

                                                                                                                                                                    Arnaldo Jabor             


Considere as propostas de modificação do texto.


I - Substituição de berros que lembram as antigas trabalhadores do cais, linhas 3-4, POR berros de que se lembram as antigas trabalhadores do cais.

II - Substituição de eu me lembrei da fila dos bancos, linhas 10-11, POR eu lembrei a fila dos bancos.

III - substituição de ela deletou sem sequer ler o título, linha 12, POR ela deletou sem nem ler o título.

IV - Acréscimo de uma vírgula depois de DIA, linha 23.


Quais mantêm a correção e o significado original do texto?

Alternativas
Q1642368 Português

Paciência  

                                                                                                                                                                    Arnaldo Jabor             


Considere os períodos: I - As pessoas ________ o autor se referiu estão nas ruas.
II - A paciência ______ dispomos para enfrentar os problemas prosaicos é pouca.
III - O banco _________ eficiência duvidávamos aprimorou seus serviços.
IV - Os objetivos _______almejamos demonstração paciência.
V - A paz ________aspiramos exige muita paciência.

Completam correta e respectivamente como lacunas dos períodos como palavras da alternativa:
Alternativas
Q1641721 Português

    Paciência  


Considere as propostas de modificação do texto.
I - Substituição de berros que lembram as antigas trabalhadores do cais, linhas 3-4, POR berros de que se lembram as antigas trabalhadores do cais. II - Substituição de eu me lembrei da fila dos bancos, linha 13, POR eu lembrei a fila dos bancos. III - Substituição de ela deletou sem sequer ler o título, linhas 14-15, POR ela deletou sem nem ler o título. IV - Acréscimo de uma vírgula depois de DIA, linha 26.
Quais mantêm a correção e o significado original do texto?
Alternativas
Respostas
6581: B
6582: A
6583: E
6584: B
6585: A
6586: C
6587: C
6588: E
6589: D
6590: A
6591: A
6592: D
6593: D
6594: D
6595: A
6596: A
6597: C
6598: A
6599: E
6600: A