Questões de Concurso
De 2018
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Leia as afirmativas a seguir:
I. A abordagem interacionista, em avaliação, ancora-se na crença e defesa de que a educação é um processo de humanização dos seres humanos, inseridos em seus contextos sociais.
II. A organização pedagógica da escola deve se voltar para criar estratégias e avaliações que possibilitem ao (à) aluno(a) o desenvolvimento pleno das suas competências e habilidades.
III. O indianismo deu origem ao que ficou conhecido como o “mito do bom-selvagem”, mito esse que trouxe à baila questões filosóficas relacionadas ao discurso de Jean-Jacques Rousseau.
IV. Ao discutir sobre a avaliação das competências desenvolvidas pelos alunos, o professor é levado a pensar o currículo escolar como sendo pautado nas competências e habilidades.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, tendo em vista reorientá-la para produzir o melhor resultado possível.
II. A poética romântica brasileira não pode ser considerada simples e singela, já que a temática principal era religiosa.
III. A avaliação da aprendizagem é um processo mediador na construção do currículo e se encontra intimamente relacionada à gestão da aprendizagem dos alunos.
IV. A avaliação da aprendizagem é uma prática de investigação do professor, cujo sentido é não intervir na busca dos melhores resultados do processo de aprendizagem dos educandos, em sala de aula.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Em 1857, Alencar lança em forma de folhetins O Guarany, romance considerado um dos maiores representantes do indianismo.
II. A finalidade de qualquer ação educativa deve ser impedir a produção de conhecimentos que aumente a consciência e a capacidade de iniciativa transformadora dos grupos.
III. Avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, por isso, não é classificatória, nem seletiva, ao contrário, é diagnóstica e inclusiva.
IV. No ato de avaliar, o papel do professor, através de vários instrumentos, é conhecer o processo de aprendizagem do aluno, para replanejamento pedagógico, com futuras correções do ensino, das orientações didáticas e das atividades a serem realizadas pelos alunos.
Marque a alternativa CORRETA:
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), considerando as diversas Concepções de Linguagem e o ensino de Língua Portuguesa.
( ) Na Concepção da Linguagem como Instrumento de Comunicação, o fundamental é transmitir a mensagem, levando-se em conta as experiências pessoais dos falantes e o diálogo entre eles. O professor precisa enfatizar o ensino da gramática normativa.
( ) Na Concepção da Linguagem como Expressão do Pensamento, a língua é compreendida como homogênea e estática, pois não considera que a produção de um enunciado possui uma finalidade social. O ensino é prescritivo e o professor deve evidenciar trabalhos com a variedade culta da língua.
( ) Do ponto de vista da Concepção da Linguagem como Forma de Interação, a linguagem é um lugar de interação humana; através dela o sujeito que fala pratica ações que não conseguiria praticar a não ser falando. O professor deve trabalhar a leitura, interpretação e produção de textos variados.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Em relação à Interdisciplinaridade e o ensino de Língua Portuguesa, é correto afirmar que:
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Quanto à Tipologia Textual, é correto afirmar que:
1. O texto dissertativo é essencialmente argumentativo e prescinde de conhecimento prévio sobre o assunto.
2. Manuais com instruções para funcionamento de aparelhos eletrônicos, receitas culinárias e bulas de medicamentos são exemplos de textos descritivos.
3. Sobre o texto narrativo é correto dizer que o enredo é prioritário.
4. Linguagem direta e uso de imperativos são características de textos injuntivos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Considere o seguinte excerto:
“Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas da prostração e do declínio cognitivo” […].
O termo “se”, em destaque acima, refere-se:
Exercícios para doenças mentais
Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.
Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.
A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.
In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018
Analise as afirmativas abaixo de acordo com o texto.
1. Medicações podem ser substituídas por exercícios.
2. Depressão e esquizofrenia são doenças mentais.
3. O texto é assertivo em relação aos benefícios dos exercícios físicos para os neurônios.
4. Os exercícios físicos estimulam somente o bem-estar dos esquizofrênicos.
5. Os exercícios atuam sobremaneira na produção de neurotransmissores.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A metodologia que fundamenta a tendência pedagógica conhecida como histórico-crítica é intitulada de:
Consta no artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente que o direito à liberdade das crianças e dos adolescentes compreende os seguintes aspectos:
1. Ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais.
2. Opinião e expressão.
3. Crença e culto religioso.
4. Brincar, praticar esportes e divertir-se sempre acompanhado de um adulto responsável.
5. Participar da vida política, na forma da lei, podendo votar e ser votado.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia as afirmativas a seguir:
I. A criança, ao nascer, já encontra um mundo organizado, segundo parâmetros construídos pela sociedade como um todo e assimilados idiossincraticamente pela família, que, por sua vez, também carrega uma cultura própria.
II. A família sempre tolhe a socialização da criança e do adolescente e impede o seu desenvolvimento saudável.
III. A gravidez na adolescência é um fator de risco para o desenvolvimento infantil.
IV. A criança desenvolve relacionamentos apenas com a mãe, nunca com outros agentes sociais, como pai, avós e irmãos, pois tais relacionamentos não são importantes no desenvolvimento infantil.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A grande maioria das crianças não experiencia com a família as primeiras situações de aprendizagem e introjeção de padrões, normas e valores.
II. A depressão parental é um fator de risco para o desenvolvimento infantil.
III. É na família que o mundo da criança adquire significado e ela começa a constituir-se como sujeito.
IV. Nas interações familiares, as bases da subjetividade, da personalidade e da identidade são desenvolvidas.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. É na família que a criança encontra os primeiros “outros” e com ela aprende o modo humano de existir.
II. Fatores de risco para o desenvolvimento infantil podem ser descritos como características da criança, da família e do ambiente que diminuem a probabilidade de a criança tornar-se competente e ter senso de bem-estar.
III. A família é o sistema que menos influencia o desenvolvimento da criança.
IV. Nas interações familiares, os padrões de comportamentos, hábitos, atitudes e linguagens, usos, valores e costumes são transmitidos.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Como a família é o ambiente imediato no qual a maioria dos bebês é criada, esta deve tornar-se a unidade central de investigação da experiência humana precoce.
II. As interações estabelecidas no microssistema família não trazem implicações significativas para o desenvolvimento da criança, pois outros sistemas sociais (ex.: escola, local de trabalho dos genitores, clube) determinam todo o seu desenvolvimento.
III. Se a família não estiver funcionando adequadamente, as interações infantis, exceto as relações pais-bebê e com a sociedade, serão prejudicadas.
IV. A família é um espaço de socialização infantil, pois se constitui em mediadora na relação entre a criança e a sociedade.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A família é concebida como o último sistema no qual um padrão de atividades, papéis e relações interpessoais são vivenciados pela pessoa em desenvolvimento.
II. O abuso de álcool e drogas é um fator de risco para o desenvolvimento infantil.
III. A cultura familiar apresenta-se impregnada de valores, hábitos, mitos, pressupostos, formas de sentir e de interpretar o mundo.
IV. O baixo nível educacional é um fator de risco para o desenvolvimento infantil.
Marque a alternativa CORRETA:
São indicações para a Eletroconvulsoterapia:
Quais desses psicofármacos são potencialmente inapropriados em idosos ?
São fatores de risco para doençca de Alzheimer, exceto:
Em relação ao Transtorno de Ansiedade de Separação, assinale a alternativa correta:
Relativo ao Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade marque a assertiva incorreta: