Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q403638 Português

As vírgulas foram utilizadas em “investimentos que proporcionem renda vitalícia, como imóveis para renda ou plano de previdência, devem compor o portfólio de previdência.” (linhas de 36 a 38) para
Alternativas
Q403601 Português

Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.

A expressão “como sempre” (l. 14) está entre vírgulas porque constitui aposto explicativo.
Alternativas
Q403600 Português

Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.

O emprego de vírgula após “Índia” (l. 9) justifica-se por isolar adjunto adverbial anteposto, deslocado de sua posição tradicional.
Alternativas
Q402618 Português
Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue.

No trecho ‘todos nós, para eles, somos macaquitos’ (l.16 e 17) as vírgulas isolam termo vocativo, que ressalta, no texto, o objeto da ‘nossa vingança’ (l.15).
Alternativas
Q402615 Português
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Em relação ao texto acima, julgue o item abaixo.

As vírgulas empregadas após “aedes aegypti” (l.3), “José Elias de Paula” (l.11) e “Marcílio Sales” (l.12) isolam termos de natureza explicativa que exercem, nas orações em que ocorrem, a mesma função sintática.
Alternativas
Q402611 Português
Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue .

Na linha 7, a vírgula empregada após “Dinheiro” marca a elipse do verbo da oração.
Alternativas
Q402551 Português
Texto 1                                              Imagem associada para resolução da questão


Considerando as informações apresentadas na campanha publicitária, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2014 Banca: NUCEPE Órgão: PC-PI Prova: NUCEPE - 2014 - PC-PI - Delegado de Polícia |
Q402249 Português
Ordem ou Barbárie

O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal. O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.

Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não. 

Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu... Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.

Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal "SBT Brasil", afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio. (...)

Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. (...) Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso! (...)

No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa! (...) 

Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.

(Rachel Sheherazade - jornal Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2014) 

Considerando os aspectos gramaticais, julgue as opções abaixo e assinale aquela que contém uma afirmação CORRETA.
Alternativas
Q402082 Português
Julgue os itens seguintes, relativos às ideias e aos aspectos estruturais do texto acima.

A inserção de vírgula logo após o vocábulo “encontrada” (l.21), além de preservar a correção gramatical do texto, daria ênfase à informação contida no trecho “as duas únicas localidades onde a espécie pode ser encontrada” (l.20-21).
Alternativas
Q401936 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens de 1 a 7.

O emprego das vírgulas que isolam “de 1940” (l. 19) é facultativo, de modo que a supressão dessas vírgulas não prejudicaria o sentido original ou a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q400096 Português
Das frases abaixo, qual delas, emprega INCORRETAMENTE os sinais de pontuação?
Alternativas
Q399963 Português
Empregos à vista
         Em Maragojipe, no Recôncavo Baiano, os primeiros colonizadores portugueses decidiram fixar residência às margens do Rio Paraguaçu devido à facilidade de atracar navios de grande calado e à abundância de madeira de lei para a manutenção das embarcações. Cinco séculos depois, a indústria naval mais uma vez define o destino da cidade. Há dois anos teve início a construção do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, uma sociedade entre as construtoras Odebrecht, OAS, UTC e a japonesa Kawasaki. A obra emprega 7217 pessoas.
        “Fiquei desempregada em Salvador e vim para Maragojipe em 2008 para trabalhar no Estaleiro de São Roque, já pensando num futuro emprego na Enseada do Paraguaçu", conta a supervisora de refeitório ALICE VITÓRIA DUARTE, de 45 anos, que foi promovida no ano passado e hoje recebe 6200 reais, o maior salário de sua carreira. Alice está pagando um curso técnico para o filho em Salvador para que ele também possa trabalhar no estaleiro. Nos próximos meses, mais vagas qualificadas serão criadas à medida que ocorre a transição da fase de obras para a de operação do estaleiro, que começará a produzir a primeira sonda de petróleo neste ano. O polo industrial que se formará no entorno, com investimentos de 1,5 milhões de reais, vai empregar cerca de 4000 pessoas, das quais pelo menos 1000 com salário superior a 5000 reais.

                                VEJA. São Paulo: Abril, n. 9, fev. 2014.

Dadas as afirmativas a respeito dos aspectos gramaticais encontrados no texto,

I. Em: “Em Maragojipe, no Recôncavo Baiano," (1º parágrafo), justifica-se o emprego das vírgulas por haver expressões com valor explicativo.

II. Na expressão “às margens do Rio" (1º parágrafo), o acento grave foi empregado em desacordo com a norma culta. Caso análogo acontece em “à facilidade de" (1º parágrafo).

III. Na oração “Há dois anos" (1º parágrafo), é possível substituir o verbo “Há" por “Devem haver" sem prejuízo da correção gramatical e do significado contextual.

IV. Em: “[...] e hoje recebe 6200 reais, o maior salário de sua carreira [...]" (2º parágrafo), justifica-se a vírgula por haver o emprego de um aposto.

verifica-se que está(ao) correta(s)
Alternativas
Q394877 Português
Um professor de português, para propor uma atividade a seus alunos, retirou todas as vírgulas da seguinte frase publicada num jornal:

Se a matemática é a rainha das ciências a física é a princesa. Apesar do surpreendente avanço do conhecimento nas mais diversas áreas poucas disciplinas podem se gabar de que são capazes de provar hipóteses da forma mais elegante possível que é postular a existência de uma coisa e depois encontrá-la experimentalmente.

                                                     FOLHA DE S.PAULO. São Paulo, 22 mar. 2014, A2.

Na chave de respostas do exercício, o número de vírgulas obrigatórias a serem colocadas no texto, de acordo com a norma-padrão, é
Alternativas
Q393527 Português
                                   Ai que preguiça

        O corpo humano é uma máquina desenhada para o movimento. É dotado de dobradiças, músculos que formam alavancas capazes de deslocar o esqueleto em qualquer direção, ossos resistentes, ligamentos elásticos que amortecem choques e sistemas de alta complexidade para mobilizar energia, consumir oxigênio e manter a temperatura interna constante. Em 6 milhões de anos, a seleção natural se encarregou de eliminar os portadores de características genéticas que dificultavam a movimentação necessária para ir atrás de alimentos, construir abrigos e fugir de predadores.
        Se o corpo humano fosse projetado para os usos de hoje, para que pernas tão compridas e braços tão longos? Se fossem só para ir de um assento a outro, nossas pernas poderiam ter metade do comprimento. Se os braços servissem apenas para alcançar o teclado do computador, para que antebraços? Seríamos anões de membros atrofiados, mas com um traseiro enorme, acolchoado, para nos dar conforto nas cadeiras.
        A possibilidade de ganharmos a vida sem andar é aquisição dos últimos 50 anos. A disponibilidade de alimentos de qualidade acessíveis a grandes massas populacionais, mais recente ainda.
        Para quem já morou em cavernas, a adaptação a um meio com alimentação rica em nutrientes e tecnologia para fazer chegar em nossas mãos tudo de que necessitamos foi imediata. Os efeitos adversos desse estilo de vida, no entanto, não demoraram para surgir: sedentarismo, obesidade e seu cortejo nefasto: complicações cardiovasculares, diabetes, câncer, degenerações neurológicas, doenças reumáticas e muitas outras.
        Se todos reconhecem que a atividade física faz bem para o organismo, por que ninguém se exercita com regularidade?
        Por uma razão simples: descontadas as brincadeiras da infância, fase de aprendizado, os animais nunca desperdiçam energia. Só o fazem atrás de alimento, sexo ou para escapar de predadores. Satisfeitas as três necessidades, permanecem em repouso.
        Vá ao zoológico. Você verá uma onça dando um pique para manter a forma? Um chimpanzé - com quem compartilhamos 99% de nossos genes - correndo para perder a barriga?
        É tão difícil abandonar a vida sedentária porque desperdiçar energia vai contra a natureza humana. Quando você ouvir alguém dizendo que, todos os dias, pula da cama louco de disposição para o exercício, pode ter certeza: é mentira. Essa vontade pode nos visitar num sítio ou na praia com os amigos, na rotina diária jamais.
        Digo por experiência própria. Há 20 anos corro maratonas, provas de 42 quilômetros que me obrigam a levantar às cinco e meia para treinar. Fiz um trato comigo mesmo: ao acordar, só posso desistir de correr depois de vestir calção, camiseta e calçar o tênis. Se me permitir tomar essa decisão deitado na cama, cada manhã terei uma desculpa. Não há limite para as justificativas que a preguiça é capaz de inventar nessa hora.
        Ao contrário do que os treinadores preconizam, não faço alongamento antes, já saio correndo, única maneira de resistir ao ímpeto de voltar para a cama. O primeiro quilômetro é dominado por um pensamento recorrente: “Não há o que justifique um homem a passar pelo que estou passando”.
        Vencido esse martírio inicial, a corrida se torna suportável. Boa mesmo, só fica quando acaba. Nessa hora, a circulação inundada de endorfinas traz uma sensação de paz celestial.
        Por isso, caro leitor, se você está à espera da chegada da disposição física para sair da vadiagem em 2014, tire o cavalo da chuva: ela não virá. Praticar exercícios com regularidade exige disciplina militar, a mesma que você tem na hora de ir para o trabalho.

                                   (Drauzio Varella, Folha de S.Paulo, 11.01.2014, http://zip.net/bgl5Xn~. Adaptado)


Após o acréscimo da vírgula, o trecho que se mantém pontuado corretamente, e com o sentido preservado, é:
Alternativas
Q393129 Português
No período – Meu Deus, me protege, me guia, me salva! – (1.º parágrafo), a vírgula que separa a expressão Meu Deus está empregada com a mesma função que na passagem:
Alternativas
Q392892 Português
Não faltam clareza e correção, segundo a norma-padrão, à seguinte frase:
Alternativas
Q392554 Português
                                       A ciência do humor

       Na média, nós rimos entre 15 e 20 vezes por dia. Mas a variação entre indivíduos é grande. E não só entre indivíduos. Mulheres riem mais do que homens, mas são piores contadoras de piadas. E, à medida que envelhecem, elas tendem a rir menos, o que não acontece com eles. Também preferimos (todos) rir à tarde e no início da noite.
       Um bom estoque de informações como essas, além daquela que foi considerada a piada mais engraçada do mundo, está em Ha!: The Science of When We Laugh and Why (Ha!: a ciência de quando rimos e por quê), do neurocientista Scott Weems.
       O livro é interessante sob vários aspectos. Além das já referidas trivialidades, cujo valor é intrínseco, Weems faz um bom apanhado de como andam os estudos do humor, campo que apenas engatinhava 30 anos atrás e hoje conta com sociedades e artigos dedicados ao tema.
       O que me chamou a atenção, entretanto, é que o autor propõe um modelo um pouco diferente para compreender o humor, que seria um subproduto da forma como nosso cérebro processa as dezenas de informações conflitantes que recebe a cada instante. Embora nós gostemos de imaginar que usamos a lógica para avaliar as evidências e tirar uma conclusão, trabalhos neurocientíficos sugerem que a mente é o resultado de uma cacofonia de módulos e sistemas atuando em rede. Vence aquele módulo que grita mais alto. Frequentemente, o cérebro aproveita essa confusão para, a partir da complexidade, produzir ideias novas e criativas.
       Quando essas ideias atendem a certos requisitos como provocar surpresa e apresentar algo que pareça, ainda que vagamente, uma solução para o conflito, achamos graça e sentimos prazer, que vem na forma de uma descarga de dopamina, o mesmo neurotransmissor envolvido no vício em drogas e no aprendizado.
       Basicamente, o humor é o resultado inopinado de nosso modo de lidar com ambiguidades e complexidades.

                       (Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 13.04.2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase – Frequentemente, o cérebro aproveita essa confusão para, a partir da complexidade, produzir ideias novas e criativas. – permanece pontuada corretamente, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, após o deslocamento das expressões em destaque.
Alternativas
Q392475 Português
         A poderosa indústria da informação deve perceber, a qualquer momento, que entregou às redes sociais o seu potencial de irradiação e seu poder político. O início da Era Virtual coincidiu com o desabamento das ideologias que fomentavam a organização política de nações. As utopias que inspiravam os projetos coletivos foram aos poucos substituídas pela ênfase aos direitos do indivíduo. A internet materializou-se no momento em que o culto à individualidade chegava ao ápice.
         As antigas redes sociais eram, até há poucos anos, as audiências da grande mídia. A situação reverteu-se: hoje a grande mídia está a reboque do imponderável. A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório, é a sua força. A qualquer hora do dia sabe-se o que acontece em qualquer parte do mundo. É também sua fraqueza: difícil avaliar a dimensão e implicações dos milhões de itens noticiados em simultâneo.
         O jorro informativo sem os intervalos para avaliação - fim do dia, da semana, do mês - perde o sentido e a contundência. Jornais e revistas sobreviveram ao longo de quatro séculos porque souberam acompanhar o movimento da informação. Aprenderam a deter-se em intervalos regulares para oferecer a súmula, a costura e eventuais arremates, antes da nova irrupção. A obsessão pela instantaneidade sem o contrapeso da consistência e acrescida de uma tremenda carga de frivolidades pode anular as vantagens da mídia digital.
         O público jovem, que com ela se alimenta avidamente, um dia deixará de ser jovem. As dificuldades políticas, econômicas e ambientais, que se prenunciam, tornarão o jovem mais exigente. O bumerangue da urgência pode forçar a volta de algumas antiqualhas, joias “retrô”. Uma delas, o venerando jornalismo de qualidade.

                                    (Alberto Dines. Revista de Jornalismo. ESPM, maio de 2012. Adaptado)


Assinale a alternativa em que as frases seguintes estão rees- critas, de acordo com a modalidade-padrão.

A internet criou o fluxo contínuo do noticiário, tornou-o obrigatório.

O público jovem, que com ela se alimenta avidamente ...
Alternativas
Q392161 Português
Com relação aos sentidos e aspectos linguísticos e textuais do texto acima, julgue os próximos itens.

No trecho “Quanto ao gênero deles, não sei que diga que não seja inútil” (l.8-9) a vírgula separa orações coordenadas
Alternativas
Q390641 Português
Que trecho está pontuado de acordo com a norma-padrão?
Alternativas
Respostas
5941: D
5942: E
5943: C
5944: E
5945: C
5946: C
5947: C
5948: B
5949: E
5950: E
5951: A
5952: B
5953: B
5954: D
5955: D
5956: E
5957: A
5958: E
5959: E
5960: A