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Trata-se do acervo de formas de representação do mundo que o homem tem produzido no decorrer da história, exteriorizadas pela expressão corporal: jogos, danças, lutas, exercícios ginásticos, esporte, malabarismo, contorcionismo, mímica e outros, que podem ser identificados como formas de representação simbólica de realidades vividas pelo homem, historicamente criadas e culturalmente desenvolvidas.
SOARES, C. L. et. al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Cortez, São Paulo, SP, 1992, p. 26.
O excerto apresentado acima é sintetizado pelo conceito de
Representada graficamente, a estrutura corresponde a uma aspiral ascendente, cujos anéis contínuos vão se ampliando cada vez mais. Seu início estreito representa o primeiro momento no qual se apresentam as referências do senso comum. A abertura subsequente representa a ampliação das referências pela sistematização do conhecimento.
SOARES, C. L. et. al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Cortez, São Paulo, SP, 1992, p. 64.
O texto base descreve o processo de incorporação das referências do pensamento por meio da imagem de uma espiral. Na perspectiva do texto base, a chamada aprendizagem espiralada tem como base os estudos de
Os fatores sociais, econômicos, culturais, étnicos/raciais, psicológicos e comportamentais que influenciam a ocorrência de problemas de saúde e seus fatores de risco na população podem ser problematizados com os/as estudantes nas aulas do componente curricular na Educação Básica. Também significa abordar a saúde dos olhos periféricos, olhos queer, trans, negros, imigrantes, indígenas, bem como de todos aqueles e aquelas que de alguma forma, em algum momento, nunca foram incluídos no debate tradicional da saúde pública.
MALDONADO, D. T. Educação Física Escolar, Corpo e Saúde: problematizações a partir das ciências humanas. In.: Corpoconsciência, Cuiabá-MT, v. 26, n. 1, p. 1-19, jan./ abr., 2022, p. 12.
A saúde é um tema complexo e importante no passado, presente e futuro da educação física escolar. Um programa de ensino que tenha como referência as dimensões indicadas pelo texto base trata a temática na perspectiva da saúde
Nessa perspectiva, os agentes históricos não teriam qualquer possibilidade de mover-se com autonomia diante das rígidas estruturas ideológicas determinadas pelo Estado. Moldar-se a determinados modelos culturais impostos de forma imperativa seria então tudo o que restaria aos mais diversos sujeitos. [...] Isso equivaleria a extrair do sujeito toda a sua autonomia, ainda que relativa, em face das vicissitudes da vida social e toda sua capacidade de indignação e resistência diante dos modelos preconcebidos de organização da cultura.
OLIVEIRA, Marco Aurélio Taborda de. Educação Física escolar e ditadura militar no Brasil (1968-1984): história e historiografia. In: Ver. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.28, n.1, p. 51-75, jan/jun. 2002, p. 60.
Tendo em vista as imposições do Estado Ditatorial (1964- 1985) sobre a Educação Física escolar, como processo emblemático do autoritarismo, a resistência dos sujeitos escolares requer a reinvenção dos conteúdos e formas de ensino em todos os temas da cultura corporal. Para tanto, deve-se reconhecer a escola como um espaço de
Considerando que a luminária tem a forma de um octaedro regular com aresta de medida 30 cm, o comprimento de FG, em cm, é
Sejam x e y tais que:
i) ∃ f: D ⊂ ℜ+ → ℜ+, y = fx)
ii) ∀ x, x′ ∈ D, x < x′ ⇒ f(x′) < f(x)
iii) ∀ n > 0, f(nx) = f(x)/n
Com base nessa definição, x e y são
Quatro amigos, Ana (A), Bruno (B), Carla (C) e Diego (D), participaram de uma corrida. Sabe-se que: Bruno não ficou em último; Ana ganhou de Carla, mas perdeu para de Bruno; Diego não ficou em primeiro e perdeu para Bruno; Carla não ficou em primeiro nem em último.
Com base nessas informações, usando as iniciais dos nomes dos quatros amigos, a ordem de chegada foi
Na Figura 1, o segmento AB, medido com a unidade CD = u, mede 4. Porém, o caso da Figura 1 é exceção. O mais frequente é o caso da Figura 2. Aplicada a unidade CD sobre EG, sobra uma porção, FG, de comprimento inferior à unidade u. Como fazer para exprimir ainda numericamente a medição de EG com a mesma unidade CD? Dividimos CD em um número de partes iguais o suficiente, com medida u′, para que cada uma delas caiba um número inteiro de vezes em EG. Então, a medida de EG em relação à nova unidade, u′, é igual a 10. O que pode-se dizer da medida de EG em relação à antiga unidade, CD? Podemos dizer que essa medida é dada pela razão entre os dois números 10 e 3. Mas esse número ainda não existe no que já apresentamos até aqui. Se queremos resolver a dificuldade, devemos criar um novo campo numérico, aplicando o princípio da extensão
No contexto da obra de que foi retirado o excerto, Caraça está percorrendo uma discussão sobre os conjuntos numéricos com base, dentre outros princípios, no princípio da extensão, ou seja, o processo pelo qual um conceito matemático é ampliado para abranger novos objetos. Assim, o novo campo numérico ao qual o autor se refere é os conjuntos dos números
Um professor solicitou aos alunos que desenhassem um triângulo em um papel quadriculado, com lados de medidas a, b e c, a sua escolha e, portanto, de perímetro P1. Depois, desenhassem um segundo triângulo, de modo que a razão entre a área do segundo (S2) e a do primeiro (S1) fosse igual a um certo número k, inteiro e maior que um, escolhido por eles. Após concluírem a tarefa, alguns estudantes explicaram que multiplicaram a, b e c por k, construindo assim o segundo triângulo, mantendo a correspondência entre os lados. Porém, de acordo com eles, embora o perímetro do segundo triângulo (P2) estivesse adequado a suas expectativas, S2 parecia maior do que esperavam.
Para compreender os conceitos de razão entre comprimentos e entre áreas de figuras planas semelhantes, no contexto da solicitação feita pelo professor, seria necessário solicitar o cálculo da razão entre as medidas