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Uma loja de presentes organizou um lote de 180 copos, que foram colocados em prateleiras, cada uma delas com o mesmo número de copos.
Sabendo-se que o número de copos de uma prateleira era 5 vezes o número de prateleiras utilizadas, então, é correto afirmar que o número de copos de uma prateleira era
Considere a charge.
(Alves. Folha de S.Paulo, 25.03.2018)
As novas tarifas para a comercialização do aço, impostas pelo presidente Donald Trump, são Muralhas da China a serem superadas pelos exportadores do produto.
Na frase elaborada a partir da charge, a expressão Muralhas da China está empregada em sentido
Uma pessoa dispõe de R$ 20,00 e precisa comprar queijo ralado e 300 gramas de presunto. Se 120 g de presunto custam R$ 3,60, e 150 g de queijo ralado custam R$ 6,00, então, utilizando totalmente o dinheiro de que dispõe e, após comprar o presunto, a quantidade de queijo ralado que essa pessoa poderá comprar é
Em uma empresa, trabalham 150 funcionários, dos quais 24% possuem ensino superior completo. Sabendo que nessa empresa 48% dos funcionários são homens e que 18 mulheres possuem ensino superior completo, então, os homens que possuem ensino superior completo representam, em relação ao número total de homens, uma taxa de
Em uma lanchonete, a razão entre o número de pastéis e o número de pães de queijo vendidos em determinado dia foi . Se, entre pastéis e pães de queijo, foram vendidas 105 unidades, o número de pães de queijo vendidos superou o número de pastéis vendidos em
Em uma caixa, há 260 folhas timbradas e 300 folhas sem timbre, que deverão ser separadas em envelopes, cada um deles com o mesmo número de folhas e na maior quantidade possível. Sabendo que cada envelope só poderá conter folhas do mesmo tipo, então, o número de envelopes necessário será
Leia o texto e responda às questões de números 06 a 09.
Comandante aposentado não deixa o cockpit
Shigekazu Miyazaki está usando o tempo livre de sua aposentadoria a 25 mil pés. Ele foi piloto da maior companhia aérea japonesa por quatro décadas, mas deixou o posto ano passado, ao completar 65 anos, idade-limite para voar pela empresa.
Mas, em vez de jogar golfe ou pescar, agora Miyazaki é piloto de uma companhia regional do Japão. “Nunca pensei que ainda estaria voando aos 65 anos, mas eu continuo saudável, amo voar, então, enquanto eu puder, por que não?”
O envelhecimento dos trabalhadores está forçando um questionamento sobre a trajetória profissional e também sobre a sustentação da Previdência no Japão. O país tem a maior expectativa de vida do mundo, pouca imigração e uma minguante população de jovens trabalhadores, reflexo de décadas de queda na taxa de natalidade.
Isso torna os trabalhadores mais velhos ainda mais importantes para a economia. Mais da metade dos homens japoneses com mais de 65 anos executa algum tipo de trabalho remunerado, comparado com um terço dos americanos e 10% em alguns países da Europa.
A economia japonesa está começando a se recuperar graças à demanda das exportações, mas a escassez de trabalhadores pode limitar esse crescimento. A taxa de desemprego é de 2,8%.
Ao mesmo tempo, a geração que começa a se aposentar pressiona a Previdência Social e força o governo a estudar o aumento da idade mínima para conceder o benefício.
Os trabalhadores mais velhos também ajudam a explicar a estagnação da renda no Japão. Os mais velhos costumam receber muito menos do que o salário do pico de suas carreiras. Essa queda acaba reduzindo os aumentos que um jovem recebe ao longo do crescimento profissional.
Para Miyazaki, por exemplo, a escolha de continuar voando é um luxo. No novo emprego, recebe um terço do salário de antes de se aposentar.
(New York Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 30.07.2017. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão.
Leia o texto e responda às questões de números 06 a 09.
Comandante aposentado não deixa o cockpit
Shigekazu Miyazaki está usando o tempo livre de sua aposentadoria a 25 mil pés. Ele foi piloto da maior companhia aérea japonesa por quatro décadas, mas deixou o posto ano passado, ao completar 65 anos, idade-limite para voar pela empresa.
Mas, em vez de jogar golfe ou pescar, agora Miyazaki é piloto de uma companhia regional do Japão. “Nunca pensei que ainda estaria voando aos 65 anos, mas eu continuo saudável, amo voar, então, enquanto eu puder, por que não?”
O envelhecimento dos trabalhadores está forçando um questionamento sobre a trajetória profissional e também sobre a sustentação da Previdência no Japão. O país tem a maior expectativa de vida do mundo, pouca imigração e uma minguante população de jovens trabalhadores, reflexo de décadas de queda na taxa de natalidade.
Isso torna os trabalhadores mais velhos ainda mais importantes para a economia. Mais da metade dos homens japoneses com mais de 65 anos executa algum tipo de trabalho remunerado, comparado com um terço dos americanos e 10% em alguns países da Europa.
A economia japonesa está começando a se recuperar graças à demanda das exportações, mas a escassez de trabalhadores pode limitar esse crescimento. A taxa de desemprego é de 2,8%.
Ao mesmo tempo, a geração que começa a se aposentar pressiona a Previdência Social e força o governo a estudar o aumento da idade mínima para conceder o benefício.
Os trabalhadores mais velhos também ajudam a explicar a estagnação da renda no Japão. Os mais velhos costumam receber muito menos do que o salário do pico de suas carreiras. Essa queda acaba reduzindo os aumentos que um jovem recebe ao longo do crescimento profissional.
Para Miyazaki, por exemplo, a escolha de continuar voando é um luxo. No novo emprego, recebe um terço do salário de antes de se aposentar.
(New York Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 30.07.2017. Adaptado)
Considere a frase.
Atualmente, as mudanças na economia japonesa ______________ aumento das exportações.
Para que essa frase esteja em conformidade com a norma-padrão, a lacuna deve ser preenchida por:
Leia o texto e responda às questões de números 06 a 09.
Comandante aposentado não deixa o cockpit
Shigekazu Miyazaki está usando o tempo livre de sua aposentadoria a 25 mil pés. Ele foi piloto da maior companhia aérea japonesa por quatro décadas, mas deixou o posto ano passado, ao completar 65 anos, idade-limite para voar pela empresa.
Mas, em vez de jogar golfe ou pescar, agora Miyazaki é piloto de uma companhia regional do Japão. “Nunca pensei que ainda estaria voando aos 65 anos, mas eu continuo saudável, amo voar, então, enquanto eu puder, por que não?”
O envelhecimento dos trabalhadores está forçando um questionamento sobre a trajetória profissional e também sobre a sustentação da Previdência no Japão. O país tem a maior expectativa de vida do mundo, pouca imigração e uma minguante população de jovens trabalhadores, reflexo de décadas de queda na taxa de natalidade.
Isso torna os trabalhadores mais velhos ainda mais importantes para a economia. Mais da metade dos homens japoneses com mais de 65 anos executa algum tipo de trabalho remunerado, comparado com um terço dos americanos e 10% em alguns países da Europa.
A economia japonesa está começando a se recuperar graças à demanda das exportações, mas a escassez de trabalhadores pode limitar esse crescimento. A taxa de desemprego é de 2,8%.
Ao mesmo tempo, a geração que começa a se aposentar pressiona a Previdência Social e força o governo a estudar o aumento da idade mínima para conceder o benefício.
Os trabalhadores mais velhos também ajudam a explicar a estagnação da renda no Japão. Os mais velhos costumam receber muito menos do que o salário do pico de suas carreiras. Essa queda acaba reduzindo os aumentos que um jovem recebe ao longo do crescimento profissional.
Para Miyazaki, por exemplo, a escolha de continuar voando é um luxo. No novo emprego, recebe um terço do salário de antes de se aposentar.
(New York Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 30.07.2017. Adaptado)
No 2º parágrafo, em – ...mas eu continuo saudável, amo voar, então, enquanto eu puder, por que não? –, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, as ideias de:
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Envelhecer
Qual o valor da experiência de vida? No Brasil, quase nada. Ser idoso por aqui é “ganhar” da medicina a capacidade de se manter vivo por mais tempo e perder para a tecnologia o direito ao respeito e ao sentimento de continuidade.
Experiência de vida vale muito pouco na hora de disputar uma vaga de emprego, e as pessoas mais velhas só têm valor para agências de turismo que criam roteiros para aumentar seus lucros. Os aposentados, então, são muito interessantes... para as instituições financeiras interessadas nos juros e lucros obtidos com os empréstimos para esse segmento.
Passar dos 50 significa uma ameaça para os planos de saúde ávidos por dinheiro fácil. Encontro de gerações é ficção científica atualmente. Foi-se o tempo em que o respeito aos mais velhos era pré-requisito em qualquer família e condição básica na ética da convivência.
Mas a qualidade de vida não está resumida ao sentir-se bem fisicamente. É preciso dignidade. E isso a tecnologia e a máquina de consumo não nos oferecem.
Para começar, a família é uma instituição em via de extinção. Compromissos familiares, então, nem se fala. Vive-se a transitoriedade plena. A cada dia, o conceito de continuidade é cada vez mais esquecido, por isso é preciso questionar este mundo transitório em que vivemos.
Enquanto a transitoriedade valoriza o presente e a circunstância, a continuidade dá mais ênfase à ligação entre jovens e idosos, perpetuando os laços afetivos partilhados entre os familiares.
A velocidade dos acontecimentos deste século afasta a ilusão de renascer uma família tradicional, portanto, é necessário criar novas tradições familiares, e o amor e o respeito são as únicas forças capazes de restituir a integridade de uma família e de uma sociedade.
Precisamos atentar para o fato de que transmitir princípios de conduta de uma geração para a seguinte requer empenho. A mera reprodução física da raça humana não garante a sobrevivência dos ideais da sociedade.
(Ushitaro Kamia. Folha de S.Paulo, 02.05.2008. Adaptado)
Leia os trechos do texto.
• Experiência de vida vale muito pouco na hora de disputar uma vaga de emprego... (2º parágrafo)
• Mas a qualidade de vida não está resumida ao sentir-se bem fisicamente. (4º parágrafo)
Os termos destacados apresentam, respectivamente, circunstâncias adverbiais de intensidade e de modo.
Tendo isso em vista, assinale a alternativa cujas expressões destacadas também indicam, respectivamente, intensidade e modo.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.
Envelhecer
Qual o valor da experiência de vida? No Brasil, quase nada. Ser idoso por aqui é “ganhar” da medicina a capacidade de se manter vivo por mais tempo e perder para a tecnologia o direito ao respeito e ao sentimento de continuidade.
Experiência de vida vale muito pouco na hora de disputar uma vaga de emprego, e as pessoas mais velhas só têm valor para agências de turismo que criam roteiros para aumentar seus lucros. Os aposentados, então, são muito interessantes... para as instituições financeiras interessadas nos juros e lucros obtidos com os empréstimos para esse segmento.
Passar dos 50 significa uma ameaça para os planos de saúde ávidos por dinheiro fácil. Encontro de gerações é ficção científica atualmente. Foi-se o tempo em que o respeito aos mais velhos era pré-requisito em qualquer família e condição básica na ética da convivência.
Mas a qualidade de vida não está resumida ao sentir-se bem fisicamente. É preciso dignidade. E isso a tecnologia e a máquina de consumo não nos oferecem.
Para começar, a família é uma instituição em via de extinção. Compromissos familiares, então, nem se fala. Vive-se a transitoriedade plena. A cada dia, o conceito de continuidade é cada vez mais esquecido, por isso é preciso questionar este mundo transitório em que vivemos.
Enquanto a transitoriedade valoriza o presente e a circunstância, a continuidade dá mais ênfase à ligação entre jovens e idosos, perpetuando os laços afetivos partilhados entre os familiares.
A velocidade dos acontecimentos deste século afasta a ilusão de renascer uma família tradicional, portanto, é necessário criar novas tradições familiares, e o amor e o respeito são as únicas forças capazes de restituir a integridade de uma família e de uma sociedade.
Precisamos atentar para o fato de que transmitir princípios de conduta de uma geração para a seguinte requer empenho. A mera reprodução física da raça humana não garante a sobrevivência dos ideais da sociedade.
(Ushitaro Kamia. Folha de S.Paulo, 02.05.2008. Adaptado)
De acordo com o autor do texto,
Refletindo sobre a América e a África, Dorigo (2011) menciona os hábitos e as lacunas que os antigos livros de história do Brasil apresentaram. Assinale a alternativa que NÃO representa a visão do historiador sobre o assunto.
O historiador Dorigo (2011), ao refletir sobre a nova ordem mundial internacional, fala sobre a dinâmica do capitalismo que antes da década de 60 já tinha entrado em outra fase de desenvolvimento, que alguns pesquisadores chamaram de:
As relações de poder entre as potências mundiais sistematizou na história várias consequências, entre elas, em 1989, a queda do Muro de Berlim e, em 1991, o fim da União soviética. Esses dois fatos históricos são conhecidos como:
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo acerca da relação do Brasil com o continente africano, considerando a visão da historiadora Analúcia Pereira (2013).
( ) O vínculo do Brasil com o continente africano tem um passado forte em função do tráfico de escravos. Portanto, mesmo com o fim do tráfico escravagista, as políticas econômicas entre os dois países tiveram grandes avanços nas relações de cooperações entres os dois países.
( ) Historicamente o passado revela um vínculo entre o Brasil e o continente Africano, proporcionado pelo tráfico de escravos, porém o fim das relações escravistas e a implantação do sistema colonial criaram uma indiferença de cooperação entre ambos.
( ) Com o governo Lula, o Brasil proporcionou uma relação de cooperação com o continente Africano, uma política externa ativa e afirmativa. O ápice de cooperação entre Brasil e África se sistematizou durante o seu governo.
( ) A relação entre Brasil e a África, com o governo Lula, transcende o nível bilateral, a mesma configura um enorme significado de globalidade. É uma região com que a diplomacia brasileira estabeleceu grandes avanços.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Em consequências às políticas sociais da República, em 1893, formou-se às margens do Rio Vaza-barris, em determinada região do Brasil, uma inciativa de agrupamento populacional que alcançou de 20 a 30 mil habitantes. Esse agrupamento proporcionou como consequência um conflito histórico conhecido na historiográfica brasileira como:
Assinale a alternativa que representa uma das competências do Ato Institucional nº 5, instituído no Brasil em 1968.
A primeira República brasileira, que vai de 1989 a 1930, passou por várias convulsões sociais. Portanto, a Revolução Federalista foi resultado de um processo instável da política nos primeiros anos da República. Tendo em vista o longo período do confronto, a revolução terminou na gestão de qual Presidente brasileiro?
Analise as assertivas abaixo considerando o Ato Institucional nº 1, promulgando em 9 de abril de 1964:
I. O presidente brasileiro, no uso de suas atribuições legais, promulgou o ato institucional nº 1, desfazendo a constituição de 1946, estabelecendo, assim, várias alterações.
II. Mantendo a constituição de 1946 com várias alterações, o comandante da Marinha e da Aeronáutica promulgou o ato institucional nº 1.
III. O ato institucional nº 1 alterou o funcionamento do congresso nacional, configurando normas que enquadrassem o diretor dos cidadãos de forma temporária.
IV. O ato institucional nº1 tinha como objetivo fortalecer o poder do congresso nacional e reduzir o campo do executivo e, para isso, o presidente da República deveria promulgar as aprovações do congresso nacional no prazo máximo de 30 dias.
Quais estão corretas?
Considerando a visão do historiador Dorigo (2011), acerca do conceito de civilização, assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo.
( ) Civilização é um conceito de pouco significado na história, pois se refere apenas aos hábitos, à cultura dos povos antigos.
( ) Na historiografia, a civilização foi considerada um estágio de avanço tecnológico, ou raciocínio lógico de uma nação, ou de um povo em comparação a outros.
( ) É um conceito carreado de significados e com muita utilização no processo histórico, sendo até utilizado como justificativa para realizar grandes barbáries.
( ) Para Dorigo, civilização não significa um estágio mais avançado de um povo ou de uma cultura para outra, pois não é possível nessa ótica comparar transformações da sociedade com evolução das espécies.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: