Questões de Concurso Nível médio

Foram encontradas 718.455 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4379993 Raciocínio Lógico
Em um processo seletivo, três avaliadores – Adrian, Breno e Cássio – analisaram o currículo de inscritos para determinada vaga. Sabe-se que 6 inscritos não foram aprovados por nenhum avaliador e que 10 inscritos foram aprovados pelos três, simultaneamente. Além disso, 12 inscritos foram aprovados apenas pelos avaliadores Adrian e Breno, 9 apenas por Adrian e Cássio, e 4 apenas por Breno e Cássio. Considerando que nenhum inscrito foi aprovado por apenas um único avaliador, qual foi o número total de inscritos que participaram do processo?
Alternativas
Q4379992 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

A respeito da conjunção destacada no trecho “A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, [...]” (10º§), é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4379991 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

O termo “enquanto”, utilizado no contexto “Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global.” (3º§), classifica-se como:
Alternativas
Q4379990 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Dentre os trechos transcritos a seguir, assinale aquele cuja construção possui predicado verbal.
Alternativas
Q4379989 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Os substantivos elencados a seguir são classificados como abstratos, EXCETO: 
Alternativas
Q4379988 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Considerando as reescritas do trecho “[...] combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território.” (8º§), assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase foi empregado INCORRETAMENTE. 
Alternativas
Q4379987 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Quanto à concordância empregada em “Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, [...].” (1º§), analise as assertivas correlatas a seguir e a relação proposta entre elas.


I. “A concordância do trecho ‘se cerca de 20% da floresta for destruída’ foi realizada corretamente.”

POIS

II. “Quando o sujeito é constituído por expressão partitiva, o verbo pode ir para o singular, destacando o conjunto como uma unidade.”


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4379986 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

No fragmento “A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir.” (6º§), os dois-pontos foram utilizados para evidenciar:
Alternativas
Q4379985 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

O uso da colocação pronominal destacada em “Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil.” (4º§) está:
Alternativas
Q4379984 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Os trechos a seguir foram estruturados com recursos coesivos, EXCETO:
Alternativas
Q4379983 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Analise o fragmento: “Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.” (5º§). Sintaticamente, o trecho destacado classifica-se como: 
Alternativas
Q4379982 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

A anáfora é uma figura de linguagem que contribui para o processo expressivo e sintático do texto. Nesse sentido, assinale, a seguir, o trecho em que há emprego de anáfora.
Alternativas
Q4379981 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

O trecho destacado em “[...] o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.” (1º§) é composto por:
Alternativas
Q4379980 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

De acordo com a estrutura textual observada, pode-se afirmar que a predominância do texto é:
Alternativas
Q4379979 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

O texto em análise foi publicado na coluna “Papo de Responsa”, da Folha de São Paulo, e tem como principal objetivo:
Alternativas
Q4379978 Português

O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva


    Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.

    Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.

    Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.

    Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.

    Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.

    Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.

    Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.

     A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.

    O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.

    Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)

Considerando o título do texto – “O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva”, é correto afirmar que a segunda oração:
Alternativas
Q4379977 Noções de Primeiros Socorros
A análise da dinâmica de uma colisão auxilia a equipe de resgate na identificação de possíveis lesões apresentadas pelas vítimas. Em uma colisão frontal, o impacto pode produzir diferentes padrões de movimento do ocupante e, consequentemente, determinados tipos de lesão. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4379976 Noções de Primeiros Socorros
A avaliação primária e a avaliação secundária integram a abordagem sistemática de uma vítima em situações de emergência. Em um atendimento a uma pessoa envolvida em um trauma, a equipe realiza essas avaliações com o objetivo de:
Alternativas
Q4379975 Física
O calor pode ser propagado nos ambientes a partir de diferentes meios. Considerando-se esses meios, a transferência de calor em corpos sólidos, de molécula a molécula, sendo a principal característica a transferência de energia sem que haja transferência de matéria, é chamada de: 
Alternativas
Q4379974 Noções de Primeiros Socorros
No resgate veicular, a extração da vítima é realizada após o desencarceramento e deve considerar as condições apresentadas pela pessoa socorrida. Em uma ocorrência, a equipe identifica uma vítima em parada respiratória, com necessidade de retirada imediata do veículo. Nesse caso, a técnica indicada para a extração é: 
Alternativas
Respostas
4481: B
4482: D
4483: C
4484: B
4485: A
4486: D
4487: C
4488: B
4489: C
4490: X
4491: A
4492: B
4493: D
4494: C
4495: A
4496: A
4497: A
4498: D
4499: A
4500: A