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Q4262936 Noções de Informática

Associe os softwares a seguir à sua respectiva classificação:



1- Microsoft Windows


2 - Visual Studio


3 - Microsoft Excel


4 - GCC (GNU Compiladores)


5 - Ubuntu Linux


6 - Google Chrome



( ) Software de aplicação.


( ) Software de sistema.


( ) Software de programação.


( ) Software de sistema.


( ) Software de aplicação.


( ) Software de programação.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando a coluna à direita de cima para baixo.

Alternativas
Q4262935 Banco de Dados
Em um sistema de banco de dados, o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é o software responsável por gerenciar o armazenamento, a manipulação e o acesso aos dados, abstraindo detalhes internos de implementação para os usuários e as aplicações. Sobre esse assunto, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4262934 Sistemas Operacionais

Considere as seguintes afirmativas:


I- Permite que um único disco físico seja dividido em múltiplas unidades lógicas.


II- É um sistema de arquivos utilizado para controlar a organização dos dados em uma unidade de armazenamento.


III- Corresponde ao processo executado pelo computador para iniciar o sistema operacional.


IV- Prepara uma unidade de armazenamento para utilização, criando estruturas necessárias para gravação de dados.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente os conceitos descritos em I, II, III e IV, respectivamente:

Alternativas
Q4262933 Arquitetura de Computadores
Em relação às memórias RAM, cache e ROM, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4262932 Noções de Informática

Considere o seguinte trecho para responder a esta questão:


“Trata-se de uma categoria de software malicioso que restringe o acesso a dados ou sistemas, normalmente por meio da criptografia de arquivos, exigindo, posteriormente, um pagamento para a restauração do acesso.”


Esse trecho refere-se ao software denominado 

Alternativas
Q4262931 Redes de Computadores
Em uma rede de computadores, existe um protocolo responsável por atribuir automaticamente configurações de rede aos dispositivos conectados, como endereço IP, máscara de sub-rede, gateway padrão e servidores DNS. O protocolo descrito é denominado 
Alternativas
Q4262930 Noções de Informática
Ao salvar uma planilha no Microsoft Excel, o sistema atribui uma extensão ao arquivo para identificar o seu formato e permitir que ele seja aberto por aplicativos compatíveis. Qual das alternativas a seguir apresenta a extensão padrão utilizada pelas versões mais recentes do Microsoft Excel?
Alternativas
Q4262929 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir:
I- A internet é uma rede pública de alcance mundial, acessível a qualquer usuário conectado.
II- A intranet é uma rede privada utilizada internamente por uma organização, geralmente restrita a usuários autorizados.
III- A extranet pode ser entendida como uma extensão da intranet, permitindo o acesso controlado a usuários externos, como clientes, parceiros e fornecedores.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4262928 Noções de Informática

Analise a planilha a seguir, elaborada no Microsoft Excel, para responder a esta questão:


Imagem associada para resolução da questão

    Fonte: Elaborador, 2026.


O usuário deseja calcular o total de vendas dos produtos pertencentes à categoria “Informática”. Qual fórmula deve ser utilizada? 

Alternativas
Q4262927 Noções de Informática

Considere o seguinte trecho para responder a esta questão:


“Trata-se de recurso, presente em navegadores modernos, que auxilia os usuários a identificar sites potencialmente maliciosos, alertando sobre páginas suspeitas e downloads perigosos.” 


No Google Chrome, essa funcionalidade descrita é conhecida como: 

Alternativas
Q4262926 Segurança da Informação
Ao se acessar a conta em um site, é necessário informar usuário e senha para provar quem está tentando acessá-lo. Esse procedimento está relacionado a qual princípio da segurança da informação? 
Alternativas
Q4262924 Segurança da Informação
Analise as afirmativas a seguir sobre phishing e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O phishing, geralmente, utiliza mensagens falsas para induzir o usuário a revelar informações pessoais.
( ) As mensagens de texto, e-mails e páginas falsas são meios frequentemente utilizados em ataques de phishing.
( ) A verificação cuidadosa do endereço do remetente e da URL dos sites pode ajudar a evitar ataques de phishing.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Q4262923 Noções de Informática

No Microsoft Word, existe uma ferramenta que permite copiar rapidamente a formatação de um texto e aplicá-la a outro trecho do documento, mantendo características como fonte, tamanho, cor, negrito, itálico e alinhamento.


Essa ferramenta é denominada

Alternativas
Q4262922 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


A forma verbal “estiverem”, usada na terceira fala, encontra-se conjugada no 
Alternativas
Q4262921 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.


Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição das falas que compõem o texto 02.
I- A preposição “para” insere, nas falas dos quadros em que é usada, ideia de finalidade.
II- A preposição “de”, usada na fala do quarto quadro, é exigida pelo verbo “lembrar”.
III- O termo “ah”, presente na fala do terceiro quadro, pertence à classe das interjeições.
IV- O verbo “lembrar”, presente na fala do terceiro quadro, foi usado como pronominal.
V- O termo “se”, presente na fala do terceiro quadro, expressa uma ideia de condição.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas  
Alternativas
Q4262920 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 



Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/. Acesso em: 20 jun. 2026.



Assinale a passagem do texto 1 que estabelece relação discursiva com o texto 02. 

Alternativas
Q4262919 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Na passagem “No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla.”, a vírgula foi usada, de acordo com a norma, para intercalar 
Alternativas
Q4262915 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem. Texto 01


Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore?


    Um gesto simples pode parecer estranho aos olhos de quem desaprendeu a sentir. Abraçar uma árvore pode ser motivo de chacota para aqueles que se afastaram do sentir. Em meio à pressa das cidades, ao ritmo produtivo — que (des)organiza nossas necessidades — e às regras silenciosas do comportamento social, parar diante de uma árvore, encostar o corpo em seu tronco e permanecer ali por alguns instantes pode ser visto como algo excêntrico e digno de rótulos preconceituosos. Mas o que exatamente está sendo julgado nesse gesto? Talvez não seja o ato em si, mas aquilo que ele revela. 


    Vivemos um tempo marcado por um massivo afastamento da natureza. As paisagens naturais vêm sendo substituídas por estruturas artificiais e, junto com essa transformação externa, a nossa capacidade de nos reconhecer como parte dela também se deslocou. Fomos nos habituando a existir como se estivéssemos separados, como se fôssemos apenas observadores do mundo, e não parte dele. 


    Nesse contexto, o gesto de abraçar uma árvore pode soar estranho porque rompe uma lógica dominante. Ele não é produtivo, não é performático, não responde a uma finalidade valorizada pela lógica da massa tecnológica. É um gesto que não “serve” para nada, além do descanso, do relaxamento e do deleite de não precisar cumprir nada para fora de si. Por isso, é tão difícil de ser compreendido em um mundo onde o descanso é visto como perda de tempo. 


    O contato com a natureza tem sido amplamente estudado, e práticas como o shinrin-yoku, o chamado “banho de floresta”, evidenciam efeitos importantes sobre o organismo físico e emocional. A simples presença em ambientes naturais, especialmente quando mediada pelo toque, pode contribuir para a redução dos níveis de estresse, para a regulação do sistema nervoso e para a promoção de estados de relaxamento e bem-estar. 


    No campo da ecopsicologia, essa relação é compreendida de forma ainda mais ampla. Não se trata apenas de “estar na natureza”, mas de reconhecer que não há uma separação entre o humano e o ambiente. A sensação de calma que emerge nesse contato não vem de fora, é um retorno a um estado de integração. Sob essas perspectivas, abraçar uma árvore deixa de ser um gesto excêntrico e passa a ser compreendido como uma forma essencial de nutrição e reconexão. Essa reconexão não acontece como uma ideia, mas sim com a experiência. [...] 


Fonte: TORREZAN, Laura. Entre o estranho e o essencial: o que há em abraçar uma árvore? Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. 2026. Adaptado.

Entre as críticas ao comportamento do homem presentes no texto, estão
I- a substituição do natural pelo artificial.
II- a visão negativa do descanso.
III- o hábito dos “banhos de floresta”.
IV- a desconexão com a natureza.
V- o ritmo acelerado da vida.
Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Q4262912 Técnicas em Laboratório
Em um laboratório de análises clínicas, durante a rotina do setor de imuno-hematologia, um técnico de laboratório realizou a tipagem sanguínea de dois pacientes utilizando as provas direta (tipagem direta) e reversa (soro do paciente com hemácias reagentes conhecidas).

Os resultados das reações de aglutinação estão apresentados a seguir.

Resultados da tipagem sanguínea (prova direta e reversa)


Legenda:  

• (+++) aglutinação intensa

• (−) ausência de aglutinação


Fonte da tabela: HARMENING, D. M. Modern blood banking & transfusion practices. 7. ed. Philadelphia: F. A. Davis, 2019. Disponível em:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br. Acesso em: 2 jul. 2026. 
Com base nos resultados apresentados, assinale a alternativa que indica corretamente a tipagem sanguínea dos pacientes. 
Alternativas
Q4262911 Biomedicina - Análises Clínicas
Em um laboratório de análises clínicas hospitalar, durante o turno da manhã, o setor de triagem recebeu um grande volume de amostras provenientes de unidades de internação e pronto atendimento. Em razão da alta demanda, diferentes profissionais participaram da coleta e do envio dos materiais ao laboratório.

No momento da conferência, o técnico responsável observou uma situação recorrente na rotina institucional: algumas amostras estavam devidamente identificadas com nome completo do paciente e número do prontuário, porém outras continham apenas identificação do leito hospitalar. Além disso, em parte das requisições, não havia registro do horário da coleta e nem identificação do profissional coletador. 

Entre os materiais recebidos, destacava-se uma amostra de sangue em tubo com citrato de sódio destinada à realização de coagulograma (TP e TTPa), porém sem registro do tempo entre a coleta e o envio ao laboratório. O setor clínico solicitava prioridade na liberação do resultado devido à suspeita de distúrbio hemorrágico em paciente internado.

Diante dessa situação, o técnico deve avaliar os critérios de rastreabilidade, integridade da amostra e conformidade pré - analítica antes da liberação do exame. 

Com base nas boas práticas laboratoriais e nas normas de qualidade em análises clínicas, analise as afirmativas a seguir.


I- A identificação incompleta da amostra, com ausência de dados como identificação do coletador ou uso exclusivo do número do leito, compromete a rastreabilidade e pode inviabilizar a liberação do resultado laboratorial.


II- A ausência do registro do horário de coleta não interfere na qualidade do exame de coagulação, uma vez que o citrato de sódio estabiliza integralmente os fatores da coagulação por tempo indeterminado.


III- A liberação de resultados em situações de urgência clínica não deve sobrepor os critérios de qualidade da fase pré analítica, sendo obrigatória a avaliação da integridade e conformidade da amostra antes da análise.


Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 

Alternativas
Respostas
361: B
362: E
363: D
364: E
365: B
366: A
367: E
368: E
369: C
370: D
371: A
372: C
373: D
374: D
375: A
376: C
377: E
378: B
379: A
380: B