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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779137 Português

Apesar de a palavra “extinta” (último quadrinho) comunicar a ideia pretendida pela autora da tira, o termo que a substituiria de forma mais precisa, considerando o contexto da frase em questão, é

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779136 Português

Propõem-se, a seguir, três formas distintas de completar a segunda fala do segundo quadrinho:

I. Não se preocupe, sou imune às doenças que você contrai.

II. Não se preocupe, sou imune à essa doença.

III. Não se preocupe, sou imune à ela.


Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da língua, há uso correto da crase em

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779135 Português

As aspas em “paciente”, no terceiro quadrinho, devem-se

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779134 Português

Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, está correta a seguinte formulação a partir das ideias do texto:

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779133 Português

Analise as seguintes adaptações de frases presentes na tira:


I. Infelizmente não vou poder ir à escola, de modo que estou doente.

II. Peguei varíola, contudo não chegue perto.

III. Não se preocupe, que sou imune.


As relações de sentido estabelecidas pelos conectivos destacados estão coerentes com as ideias da tirinha em

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779132 Português

Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a única adaptação correta de uma frase do texto (as alterações estão em negrito).

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779131 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

A respeito das ideias do segundo parágrafo, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779130 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

Em cada alternativa a seguir, foi proposta, após a seta, a grafia de um termo de mesmo radical que o de uma palavra retirada do texto. Assinale em qual dessas alternativas a grafia da palavra proposta está correta, quanto à acentuação:


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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779129 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

O autor utiliza, no segundo parágrafo, os ditados populares “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher” e “roupa suja se lava em casa”, cujos respectivos sentidos se opõem aos comportamentos de

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779128 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, o pronome destacado em “Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos” pode ser corretamente substituído por:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779127 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

(E) evidenciam. 5. Considerando o contexto em que se insere, o trecho destacado em “corrigidos os dados, constatamos que ‘apenas’ 26% pensam desta maneira” (1º parágrafo) pode ser assim reescrito

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779126 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

Pelo sentido assumido pelo verbo “explicitam” no contexto do último período do primeiro parágrafo, poder-se-ia empregar em seu lugar a forma:

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779125 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, está correta a seguinte afirmação sobre o primeiro período do texto:

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Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779124 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

Considerando a progressão das ideias do texto, seria coerente iniciar o segundo período do primeiro parágrafo (“Respiramos aliviados [...]”) com:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779095 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

A respeito das ideias do primeiro parágrafo, é correto afirmar que o autor do texto

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Q2779083 Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional social atua com base no que surge da sociedade marcada pela desigualdade e pela presença crescente de grandes contingentes da população submetidos à marginalização, dissolução de vínculos e vulnerabilização das redes sociais. Portanto, a prática do terapeuta ocupacional com grupos de adolescentes em situação de risco social deve:

Alternativas
Q2779081 Terapia Ocupacional

O número de trabalhadores afastados por LER/DORT tem aumentado. Tais trabalhadores têm enfrentado dificuldade de retorno às atividades, seja por suas limitações funcionais ou por obstáculos no trabalho. A reabilitação profissional do INSS busca melhorar a eficiência do retorno, para isso se utiliza da análise da atividade. Com base nesse assunto assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2779073 Terapia Ocupacional

O Terapeuta Ocupacional ainda é pouco reconhecido, seja por falta de interesse da população ou falta de informação. Fato é que este desconhecimento ocorre inclusive entre os profissionais de saúde. Sobre o papel do terapeuta ocupacional na equipe interdisciplinar é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q2779070 Terapia Ocupacional

“O modelo de intervenção precoce na infância pensado como um conjunto de práticas destinadas a promover condições de desenvolvimento tem sido adotado na investigação e intervenção em situações adversas na infância, especificamente quando nos voltamos para os riscos ambientais” (MACHADO, 2012). Considerando os contextos naturais da criança como ambientes de proteção ao desenvolvimento e garantia de seus direitos, a creche configura-se como um desses contextos, atendendo tanto crianças quanto suas famílias (JURDI et al, 2017).

Neste raciocínio, assinale a alternativa INCORRETA sobre o papel do terapeuta ocupacional na educação:

Alternativas
Q2779068 Terapia Ocupacional

Para uma abordagem em reabilitação ser considerada como territorial e/ou comunitária com pessoas que sofreram Acidente Vascular Encefálico (AVE), não basta apenas identificá-la como sendo aquela que se faz fora dos serviços especializados, ou que se concentra em determinado bairro, ou mesmo no domicílio. Qual alternativa define esse tipo de abordagem?

Alternativas
Respostas
2901: B
2902: A
2903: A
2904: E
2905: C
2906: B
2907: D
2908: D
2909: B
2910: A
2911: A
2912: E
2913: C
2914: A
2915: D
2916: A
2917: B
2918: B
2919: C
2920: B