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Q2796148 Português

TEXTO I


APRENDER SEM PENSAR?


A venda de tantas informações efêmeras e fragmentadas – na televisão, rádio, jornais, internet, no dia-a-dia, outdoors – repetidas e reforçadas, vai gerando nos consumidores sentimentos como indiferença e apatia. As guerras da perda de valores, do egoísmo, do vazio, da descartabilidade das relações, vão se tornando banais, corriqueiras e naturais. Parece que o que há de mais humano na vida, e seu próprio valor, vai sendo esquecido, soterrado por mais uma informação que acabou de chegar.

É claro que nossa sensibilidade vai sendo desativada. As informações não educam, apenas geram nas pessoas a sensação de que conhecem as coisas. No máximo, podem provocar uma falsa ideia de sabedoria. A vida moderna favorece a aprendizagem rápida e passageira. A aprendizagem sem pensar.

Informações servem para aliviar nossas incertezas, dando significados, sentidos e produzindo compreensão. Informação serve como matéria que nos transforma e nos torna mais potentes. Se não acontecer nada disso, se você esquecer, se torna ansioso e naturaliza as imagens que vê, desculpe, você carrega o vírus do excesso de semi-informação. O pensamento se torna eficiente quando nos tornamos inquietos, curiosos, sensíveis. Pensar é saber escolher o que interessa, no meio deste tiroteio informacional. É formular as próprias explicações a partir de tantos dados, é prestar atenção em estimular o senso crítico.

Uma saída para “descer desse mundo” cada vez mais veloz? Talvez instituir pausas nesse mundo doido, retirando-se do excesso do mundo para entrar em contato com o sensível – ou com aquilo que a informação o afetar. Digerindo-a, saboreando-a, compreendendo seus significados e intenções. Separando o essencial do acessório, talvez você esteja desenvolvendo sua capacidade para lidar com o excesso de informações.

(COELHO, Débora de Moraes. Mundo Jovem)

O fragmento que melhor justifica o título do texto, é:

Alternativas
Q2796143 Português

TEXTO I


APRENDER SEM PENSAR?


A venda de tantas informações efêmeras e fragmentadas – na televisão, rádio, jornais, internet, no dia-a-dia, outdoors – repetidas e reforçadas, vai gerando nos consumidores sentimentos como indiferença e apatia. As guerras da perda de valores, do egoísmo, do vazio, da descartabilidade das relações, vão se tornando banais, corriqueiras e naturais. Parece que o que há de mais humano na vida, e seu próprio valor, vai sendo esquecido, soterrado por mais uma informação que acabou de chegar.

É claro que nossa sensibilidade vai sendo desativada. As informações não educam, apenas geram nas pessoas a sensação de que conhecem as coisas. No máximo, podem provocar uma falsa ideia de sabedoria. A vida moderna favorece a aprendizagem rápida e passageira. A aprendizagem sem pensar.

Informações servem para aliviar nossas incertezas, dando significados, sentidos e produzindo compreensão. Informação serve como matéria que nos transforma e nos torna mais potentes. Se não acontecer nada disso, se você esquecer, se torna ansioso e naturaliza as imagens que vê, desculpe, você carrega o vírus do excesso de semi-informação. O pensamento se torna eficiente quando nos tornamos inquietos, curiosos, sensíveis. Pensar é saber escolher o que interessa, no meio deste tiroteio informacional. É formular as próprias explicações a partir de tantos dados, é prestar atenção em estimular o senso crítico.

Uma saída para “descer desse mundo” cada vez mais veloz? Talvez instituir pausas nesse mundo doido, retirando-se do excesso do mundo para entrar em contato com o sensível – ou com aquilo que a informação o afetar. Digerindo-a, saboreando-a, compreendendo seus significados e intenções. Separando o essencial do acessório, talvez você esteja desenvolvendo sua capacidade para lidar com o excesso de informações.

(COELHO, Débora de Moraes. Mundo Jovem)

A linguística textual apresenta vários mecanismos que fazem um texto ser texto. A intencionalidade é um destes fatores. No texto em estudo, uma das intenções do enunciador é refletir sobre a condição humana, como:

Alternativas
Q2796142 Português

Nosso objetivo ao nos comunicarmos é que

aprovem e assimilem nossas fundamentações

ou argumentações. Entre o desejo e sua

realização há uma série de detalhes que pode

funcionar como barreira sem que percebamos.

A insegurança é um de nossos principais

inimigos internos. Se, de saída, não confiarmos

em nossa capacidade de captar o interesse e a

aprovação da plateia, então não há milagre

capaz de fazer o contrário. Essa segurança vai

permear toda a apresentação, contaminando-a

de maneira irreversível. É fácil perceber os

seus sinais: gaguejamos, permeamos a fala

com cacoetes verbais ou de “brancos” (aquelas

pausas evidentes de quem perdeu o fio da

meada), assumimos posturas corporais de

derrota, não vemos a hora de acabar com esse

martírio e, então, perdemos o foco dos nossos

argumentos. Se não acreditamos em nós, quem

acreditará? Assim, a atitude correta para

começar é acreditar em nós mesmos e em

nossa capacidade de expressar o que queremos

da melhor maneira. E trabalhar neste sentido,

ou seja, encarar o desafio de falar em público,

transformando esse momento no melhor

possível todas as vezes que precisamos fazê-lo.

Para tanto, aceite a necessidade de se expor e

trate de se conhecer muito bem, para aproveitar

suas qualidades e corrigir suas falhas. O talento

para a comunicação pode e deve ser construído

passo a passo, com entusiasmo e certeza de que

para chegar lá é preciso o primeiro passo e,

depois, ir dando um de cada vez. Haverá muito

mais adiante. A cada conquista, surge um novo

e gratificante motivo para continuar

aperfeiçoando este diferencial. Nem mesmo

uma natural timidez ou introversão pode

impedir alguém de se apresentar bem diante de

uma plateia. Assim, deixe de se apoiar em uma

muleta como esta, caso esteja nesta categoria

de pessoas. O remédio para superar as próprias

limitações é treino, exercício constante e

dedicação (...). (DOUGLAS, William et ali. A

arte de falar bem em público. São Paulo: Agir,

2016, p. 28).

Considerando o texto, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2795609 Português

TEXTO I


APRENDER SEM PENSAR?


A venda de tantas informações efêmeras e fragmentadas – na televisão, rádio, jornais, internet, no dia-a-dia, outdoors – repetidas e reforçadas, vai gerando nos consumidores sentimentos como indiferença e apatia. As guerras da perda de valores, do egoísmo, do vazio, da descartabilidade das relações, vão se tornando banais, corriqueiras e naturais. Parece que o que há de mais humano na vida, e seu próprio valor, vai sendo esquecido, soterrado por mais uma informação que acabou de chegar.

É claro que nossa sensibilidade vai sendo desativada. As informações não educam, apenas geram nas pessoas a sensação de que conhecem as coisas. No máximo, podem provocar uma falsa ideia de sabedoria. A vida moderna favorece a aprendizagem rápida e passageira. A aprendizagem sem pensar.

Informações servem para aliviar nossas incertezas, dando significados, sentidos e produzindo compreensão. Informação serve como matéria que nos transforma e nos torna mais potentes. Se não acontecer nada disso, se você esquecer, se torna ansioso e naturaliza as imagens que vê, desculpe, você carrega o vírus do excesso de semi-informação. O pensamento se torna eficiente quando nos tornamos inquietos, curiosos, sensíveis. Pensar é saber escolher o que interessa, no meio deste tiroteio informacional. É formular as próprias explicações a partir de tantos dados, é prestar atenção em estimular o senso crítico.

Uma saída para “descer desse mundo” cada vez mais veloz? Talvez instituir pausas nesse mundo doido, retirando-se do excesso do mundo para entrar em contato com o sensível – ou com aquilo que a informação o afetar. Digerindo-a, saboreando-a, compreendendo seus significados e intenções. Separando o essencial do acessório, talvez você esteja desenvolvendo sua capacidade para lidar com o excesso de informações.

(COELHO, Débora de Moraes. Mundo Jovem)

Responda de acordo com as informações contidas no texto:

I – A maioria das informações que têm chegado às pessoas, quase sempre, é banalizada pelas pessoas.

II – As pessoas só têm armazenado as informações que lhes chegam, esquecendo-se de refletir sobre estas, analisar suas significações e separar o que realmente é útil.

III – É preciso escolher algumas informações dentre tantas que estão sendo divulgadas para reflexão, a fim de estimular o senso crítico.

Marque a opção correta:

Alternativas
Q2795569 Odontologia

Compete ao técnico em saúde bucal (TSB), sempre sob supervisão com a presença física do cirurgião-dentista, na proporção máxima de 1 (um) CD para 5 (cinco) TSBs, além das de auxiliar em saúde bucal, as seguintes atividades, EXCETO:

Alternativas
Q2795568 Odontologia

São fatores de risco para o Câncer Bucal, EXCETO:

Alternativas
Q2795567 Odontologia

Sobre as doenças gengivais, assinale apenas a alternativa que NÃO consiste em um fator de risco para gengivite:

Alternativas
Q2795566 Odontologia

Sobre os equipamentos odontológicos, assinale apenas a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2795565 Odontologia

São considerados equipamentos odontológicos acessórios, EXCETO:

Alternativas
Q2795564 Odontologia

Entre as alternativas abaixo, assinale a que apresenta apenas instrumentos utilizados em Dentística:

Alternativas
Q2795563 Odontologia

São instrumentos utilizados para a exodontia realizada pela técnica segunda utilizada em cirurgia oral:

Alternativas
Q2795562 Odontologia

O amálgama dental é produzido pela mistura do mercúrio líquido com partículas sólidas de prata. É um material restaurador muito utilizado na Odontologia, sendo um material clínico altamente bem-sucedido, tendo uma boa relação custo-benefício. Podemos afirmar que são vantagens ou indicações do amálgama, EXCETO :

Alternativas
Q2795561 Odontologia

Assinale a alternativa que apresenta apenas métodos de controle da placa bacteriana:

Alternativas
Q2795560 Odontologia

Sobre a nomenclatura das faces dos elementos dentais, assinale a alternativa que apresenta o conceito CORRETO:

Alternativas
Q2795559 Odontologia

Considerando a notação dentária, assinale a alternativa que corresponde corretamente aos elementos incisivos central inferior esquerdo decíduo, canino superior direito permanente, primeiro molar superior esquerdo decíduo e primeiro pré-molar superior direito:

Alternativas
Q2795558 Direito Sanitário

São atribuições comuns aos profissionais de Saúde Bucal na Estratégia de Saúde da Família (ESF), EXCETO:

Alternativas
Q2795557 Direito Sanitário

Importantes mobilizações sociais, em especial o movimento da reforma sanitária, envolvendo trabalhadores do setor saúde e população, resultaram na organização da VIII Conferência Nacional de Saúde e na mobilização para aprovação do texto da Constituição Federal outorgada pelo Congresso Nacional, em 1988, que definiu a saúde como “um direito de todos e um dever do estado”. Estabeleceu também as principais diretrizes do Sistema Único de Saúde que são, EXCETO:

Alternativas
Q2795555 Enfermagem

Sobre os pacientes com alterações de saúde que devem ser consideradas para a realização de atendimentos seguros e orientação de medidas preventivas adequadas, leia com atenção e assinale apenas a alternativa que descreve INCORRETAMENTE as alterações:

Alternativas
Q2795554 Odontologia

Sobre as Resinas Compostas, assinale a alternativa FALSA:

Alternativas
Q2795553 Odontologia

Os materiais protetores são utilizados para proteger a dentina e polpa de agressores externos como calor, frio, bactérias e elementos tóxicos ou irritantes constituintes dos materiais restauradores ou de cimentação que possam infiltrar nos tecidos dentários. Podemos afirmar que são materiais de proteção, EXCETO:

Alternativas
Respostas
2581: C
2582: E
2583: D
2584: D
2585: B
2586: E
2587: A
2588: D
2589: C
2590: C
2591: E
2592: B
2593: A
2594: B
2595: D
2596: C
2597: A
2598: D
2599: D
2600: B