Questões de Concurso Nível médio

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Q4418557 Matemática
Joana e Francisca foram juntas ao supermercado fazer compras, sendo que cada uma levou certa quantidade de dinheiro, não necessariamente iguais. Joana gastou metade do dinheiro que levou e Francisca, 4/5. Além disso, do dinheiro de Joana sobraram R$ 25,00 e do dinheiro de Francisca sobraram R$ 20,00. Assinale a alternativa que apresenta corretamente os valores que cada uma delas levou ao supermercado.
Alternativas
Q4418556 Raciocínio Lógico
Analise as proposições compostas e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4418555 Redação Oficial
Na reescrita de comunicados, ofícios e registros operacionais, um dos princípios fundamentais é garantir clareza, objetividade e adequação ao padrão formal da Língua. Considerando esse princípio, assinale a alternativa que apresenta a redação mais adequada.
Alternativas
Q4418554 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
O emprego da primeira pessoa do discurso no texto contribui para:
Alternativas
Q4418553 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Em "Com força, atormenta gente com ou sem diploma" (3º§), considere as funções sintáticas exercidas pelos segmentos introduzidos pela preposição “com” e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4418552 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Assinale a alternativa em que se encontra um exemplo de predicado verbo-nominal.
Alternativas
Q4418551 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
A construção “Desta vez”, que introduz o terceiro parágrafo, possui um pronome demonstrativo que tem seu emprego justificado corretamente por indicar: 
Alternativas
Q4418550 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Considere a passagem "Uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados." (4º§). Em relação à concordância verbal, é correto afirmar:
Alternativas
Q4418549 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
O tempo verbal predominante no último parágrafo do texto constrói um sentido de:
Alternativas
Q4418548 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
A palavra "fascínio" (1º§) recebe acento gráfico pela mesma regra que:
Alternativas
Q4418547 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Considere a oração “Acompanho o avanço da inteligência artificial” (1º§). Quanto à classificação da voz verbal e o efeito desse emprego, é correto afirmar que o verbo está na voz:
Alternativas
Q4418546 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Em “Ninguém sabe” (2º§), o pronome cumpre um efeito de generalização. Assinale a classificação sintática correta do sujeito dessa oração. 
Alternativas
Q4418545 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
A referência ao verso "O que será que será?", no primeiro parágrafo, tem a função de: 
Alternativas
Q4418544 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
No segundo parágrafo, a oração “para sobreviver” está entre vírgulas pois se trata de uma: 
Alternativas
Q4418543 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
No campo econômico, “commodity” refere-se a um bem padronizado, amplamente disponível. Assim, assinale a alternativa que melhor aponta o sentido de: "Pensar virou commodity" (3º§).
Alternativas
Q4418542 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
Na passagem “convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos”(2º§), a estrutura em destaque exerce a função sintática de: 
Alternativas
Q4418541 Português
Analise o texto abaixo para responder à questão.


O tormento da Inteligência Artificial

(Michel Alcoforado)


    Acompanho o avanço da inteligência artificial com um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira vez que as máquinas nos colocam contra a parede. O que será que será?

    Desde a invenção da máquina a vapor, lá no século XVIII, convivemos com o medo de sermos substituídos por aquilo que nós mesmos criamos. Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram braços do campo. Depois, as máquinas chegaram às fábricas e milhões de trabalhadores braçais, para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no balcão do setor de serviços. Agora, depois do campo, das fábricas e dos escritórios, para onde vamos? Ninguém sabe.

    Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com força, atormenta gente com ou sem diploma. Profissões construídas sobre anos de estudo, diplomas caros e crença de que pensar era um território exclusivamente humano vão desaparecer. Um passeio rápido por qualquer plataforma de inteligência artificial gratuita choca pela velocidade com que as traquitanas escrevem relatórios, traduzem idiomas, sugerem estratégias ou resolvem problemas que antes exigiriam horas de concentração. Pensar virou commodity e já não garante um lugar na fila do pão.

     Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial indica que uma parcela relevante dos trabalhadores qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida por sistemas automatizados. [...]

    Tal movimento inaugura uma nova condição: a de vigilância permanente sobre a própria relevância. Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato, no qual cada profissional precisa avaliar continuamente o que ainda é insubstituível em si e o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]


(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
No texto, ao desenvolver sua argumentação, o autor defende que: 
Alternativas
Q4418280 Controle Externo
Durante fiscalização de contrato administrativo federal, o Tribunal de Contas da União identificou ilegalidade na execução contratual e comunicou a ocorrência ao Congresso Nacional, para adoção das providências constitucionalmente previstas. O Congresso Nacional determinou a sustação do contrato e solicitou ao Poder Executivo as medidas cabíveis. Entretanto, transcorreram 90 dias sem que o Congresso Nacional ou o Poder Executivo efetivassem as medidas necessárias à solução da irregularidade.

Considerando o regime constitucional de controle externo estabelecido no art. 71 da Constituição Federal de 1988, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q4418279 Direito Administrativo
Uma autoridade administrativa federal decidiu indeferir recurso apresentado por servidor público contra penalidade disciplinar anteriormente aplicada. Ao elaborar a decisão, a autoridade manifestou concordância com parecer jurídico constante dos autos, cuja fundamentação examinava detalhadamente os fatos, as provas produzidas e os dispositivos legais aplicáveis. A decisão fez referência expressa ao parecer, incorporando seus fundamentos, sem reproduzir integralmente a análise jurídica realizada.

Considerando as disposições da Lei nº 9.784/1999 relativas à motivação dos atos administrativos, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q4418278 Direito Administrativo
Três municípios decidiram constituir um consórcio público para a gestão associada de serviços de interesse comum. Após a subscrição do protocolo de intenções, foram aprovadas e entraram em vigor as respectivas leis municipais de ratificação. Os entes participantes optaram pela constituição de uma associação pública, com personalidade jurídica de direito público, destinada a executar as atividades previstas no instrumento constitutivo.

Considerando as disposições da Lei nº 11.107/2005 sobre os consórcios públicos, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
201: B
202: D
203: A
204: E
205: B
206: C
207: A
208: E
209: D
210: C
211: A
212: B
213: D
214: E
215: A
216: B
217: C
218: D
219: E
220: D