Questões de Concurso Nível médio

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Q4125695 Meio Ambiente
A rotina de limpeza de áreas externas geralmente envolve a remoção de sujeira pesada, como terra, folhas, óleo, lodo. Para evitar danos e desperdício, um dos procedimentos recomendado para realizar esse tipo de limpeza é
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Q4125694 Legislação Estadual
Imagine que Maria é professora do curso de Agronomia da Unesp e deseja se afastar por 30 dias, no país.
Com base no Regimento Geral da Unesp, é correto afirmar que a autorizar seu afastamento compete ao
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Q4125693 Direito Ambiental
Considere que Patrícia é proprietária de uma casa 1.500 m² localizada na Mata Atlântica. Na última sexta- feira, ela ateou fogo no lixo reciclável que estava esperando a coleta, no entanto, o fogo saiu do seu controle, alastrou-se pela Mata Atlântica e ocasionou um incêndio de média proporção, o que configurou atividade lesiva ao meio ambiente.
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na Constituição Federal, é correto afirmar que
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Q4125692 Direito Constitucional
Suponha que Carlos ocupa o cargo público de professor na rede municipal de ensino de Botucatu e, visando complementar sua renda, deseja ocupar também o cargo público de contador, junto à Câmara Municipal de Bofete.
Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na Constituição Federal, é correto afirmar que
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Q4125691 Direito Constitucional
De acordo com o disposto na Constituição Federal, o pluralismo político é um dos
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Q4125689 Raciocínio Lógico
O gestor de um Centro Agropecuário está fazendo o levantamento dos dados de vacinação das 19 cabeças de gado (vacas) que entraram nesse Centro no início do ano. Os dados levantados, que dizem respeito às vacinas contra Brucelose (B), Febre Aftosa (F) e Raiva (R), indicaram que:
(I)          3 cabeças de gado receberam as três vacinas, (B), (F) e (R); (II)        4 cabeças de gado receberam as vacinas (B) e (F); (III)       6 cabeças de gado receberam as vacinas (F) e (R); (IV)      7 cabeças de gado receberam as vacinas (B) e (R); (V)        2 cabeças de gado receberam apenas a vacina (B); (VI)      2 cabeças de gado receberam apenas a vacina (F); (VII)    1 cabeça de gado recebeu apenas a vacina (R).

Com base nessas informações, é correto concluir que, das 19 cabeças de gado em questão, o número de cabeças de gado que não receberam nenhuma das referidas vacinas é igual a 
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Q4125688 Matemática
Do terreno de uma fazenda, será separada uma região retangular para criação de 15 novilhos. A largura dessa região será igual à própria largura do terreno, que é de 125  m. O responsável pela criação decidiu que a área separada para a criação dos novilhos deverá ser tal que, para cada 3 novilhos, haja 10.000 m2 .
O comprimento da região retangular separada para criação desses novilhos deverá ser igual a
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Q4125687 Matemática
Um veículo estava com 14 litros de gasolina no seu tanque no momento em que parou para ser abastecido, sendo colocados x litros de gasolina no seu tanque. Seu condutor realizou, então, uma viagem de 396 km, e, ao final dela, constatou que restavam exatamente 7 litros no tanque. Esse condutor fez alguns cálculos e constatou, também, que, no trecho considerado, o veículo percorreu 9 km para cada litro de gasolina gasto.
A partir dessas informações, é correto concluir que x é igual a
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Q4125686 Matemática
 A taxa de prenhez é um importante indicador da eficiência reprodutiva de um rebanho.
Certo agropecuarista calculou a taxa de prenhez de seu rebanho, e obteve o valor 0,54. Diante disso, ele tomou providências nas áreas nutricional, sanitária e clínica, e, depois de algum tempo, fez uma nova medição, obtendo para a taxa de prenhez um valor 20% maior, em comparação com o valor obtido anteriormente.
Na nova medição, foi obtida uma taxa de prenhez igual a
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Q4125685 Matemática
O rebanho bovino de um pecuarista era composto, inicialmente, por alguns bois e 105 vacas, na razão de 1 boi para cada 7 vacas. Porém, em decorrência de um surto viral, 3 bois e 5 vacas desse rebanho morreram.
Com isso, o número total de animais desse rebanho passou a ser igual a
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Q4125684 Português
Leia o trecho a seguir:

    Sabe-se o quanto as memórias infantis __________comportamentos da vida adulta. Portanto, o melhor __________ fazer é tratar as crianças com muito afeto.

As lacunas devem ser preenchidas, na ordem em que se apresentam, considerando a norma-padrão da língua portuguesa, por:
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Q4125683 Português
A avó tem uma máquina
de costura
que foi da mãe da sua mãe,
da sua avó.


A avó pedala a máquina
e costura rendas na barra
dos vestidos,
costura um sol e uma lua
no bolso das camisas,
costura uma hora na outra,
um carinho no outro.


E o chão fica cheio de fios
e linha colorida
enquanto a avó vai costurando
amor.


(Roseana Murray. Disponível em:
<https:www.hrsoares.blogspot.com>. Acesso em: 06.04.2026)
Nos trechos do poema – E o chão fica cheio de fios/ e linha colorida/ enquanto a avó vai costurando/ amor. –, as palavras destacadas têm, na ordem em que se apresentam, sentido de
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Q4125682 Português
A avó tem uma máquina
de costura
que foi da mãe da sua mãe,
da sua avó.


A avó pedala a máquina
e costura rendas na barra
dos vestidos,
costura um sol e uma lua
no bolso das camisas,
costura uma hora na outra,
um carinho no outro.


E o chão fica cheio de fios
e linha colorida
enquanto a avó vai costurando
amor.


(Roseana Murray. Disponível em:
<https:www.hrsoares.blogspot.com>. Acesso em: 06.04.2026)
Assinale a alternativa em que há palavras empregadas no sentido figurado.
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Q4125681 Português
A avó tem uma máquina
de costura
que foi da mãe da sua mãe,
da sua avó.


A avó pedala a máquina
e costura rendas na barra
dos vestidos,
costura um sol e uma lua
no bolso das camisas,
costura uma hora na outra,
um carinho no outro.


E o chão fica cheio de fios
e linha colorida
enquanto a avó vai costurando
amor.


(Roseana Murray. Disponível em:
<https:www.hrsoares.blogspot.com>. Acesso em: 06.04.2026)
 De acordo com o poema, é correto afirmar que a avó
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Q4125680 Português
Assinale a alternativa em que o emprego das vírgulas na frase está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Q4125679 Português
A doçura do silêncio

         A avó de Fabrício, Dona Elisa, refugiava-se, de tardezinha, na máquina de costura nos fundos de sua casa. Era um dos poucos momentos em que ficava absolutamente calada. Quando cozinhava, ela conversava. Quando varria, cantava. Porém, quando costurava, emudecia completamente.

     Dona Elisa fazia os seus próprios vestidos e os das filhas. Não se gastava dinheiro com roupa naquela época. O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida. Nem a chuva nas calhas se mostrava tão melodiosa. Nada se igualava à sinfonia da agulha cerzindo, em linha reta. A avó virava o tecido, desvirava, ajeitava, retomava. Parecia que não ia dar certo a operação, tamanhas as idas e vindas, mas ninguém notava depois onde estava a linha.

     Fabrício gostava de se sentar embaixo da mesinha da máquina de costura, no espaço apertado entre os chinelos da avó, como um cachorro. Às vezes, ela fazia um carinho em seus cabelos e unia a imaginação de ambos por um breve momento.

      O vestido descia da mesa à medida que o trabalho evoluía. Fechava as frestas de luz como uma cabana. Em seguida, ele subia de novo, trazendo a claridade. Fabrício então brincava de noite e dia, de claro e escuro. Como se a máquina de costura fosse também uma máquina do tempo. Ele permanecia eternidades naquele esconderijo, sem se mexer, atento aos sons.

    A avó vestia a solidão do menino Fabrício, que repartia com ela o que há de mais precioso numa amizade: o silêncio. A doçura do silêncio.


(Fabrício Carpinejar. Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos
avós, nossa vida. 4a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada atribui uma qualidade à palavra anterior.
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Q4125678 Português
A doçura do silêncio

         A avó de Fabrício, Dona Elisa, refugiava-se, de tardezinha, na máquina de costura nos fundos de sua casa. Era um dos poucos momentos em que ficava absolutamente calada. Quando cozinhava, ela conversava. Quando varria, cantava. Porém, quando costurava, emudecia completamente.

     Dona Elisa fazia os seus próprios vestidos e os das filhas. Não se gastava dinheiro com roupa naquela época. O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida. Nem a chuva nas calhas se mostrava tão melodiosa. Nada se igualava à sinfonia da agulha cerzindo, em linha reta. A avó virava o tecido, desvirava, ajeitava, retomava. Parecia que não ia dar certo a operação, tamanhas as idas e vindas, mas ninguém notava depois onde estava a linha.

     Fabrício gostava de se sentar embaixo da mesinha da máquina de costura, no espaço apertado entre os chinelos da avó, como um cachorro. Às vezes, ela fazia um carinho em seus cabelos e unia a imaginação de ambos por um breve momento.

      O vestido descia da mesa à medida que o trabalho evoluía. Fechava as frestas de luz como uma cabana. Em seguida, ele subia de novo, trazendo a claridade. Fabrício então brincava de noite e dia, de claro e escuro. Como se a máquina de costura fosse também uma máquina do tempo. Ele permanecia eternidades naquele esconderijo, sem se mexer, atento aos sons.

    A avó vestia a solidão do menino Fabrício, que repartia com ela o que há de mais precioso numa amizade: o silêncio. A doçura do silêncio.


(Fabrício Carpinejar. Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos
avós, nossa vida. 4a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

No trecho do 1º parágrafo – Quando cozinhava, ela conversava. –, os dois verbos destacados estão no tempo passado. Passando-os para o tempo presente, têm-se, na ordem em que se apresentam:
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Q4125677 Português
A doçura do silêncio

         A avó de Fabrício, Dona Elisa, refugiava-se, de tardezinha, na máquina de costura nos fundos de sua casa. Era um dos poucos momentos em que ficava absolutamente calada. Quando cozinhava, ela conversava. Quando varria, cantava. Porém, quando costurava, emudecia completamente.

     Dona Elisa fazia os seus próprios vestidos e os das filhas. Não se gastava dinheiro com roupa naquela época. O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida. Nem a chuva nas calhas se mostrava tão melodiosa. Nada se igualava à sinfonia da agulha cerzindo, em linha reta. A avó virava o tecido, desvirava, ajeitava, retomava. Parecia que não ia dar certo a operação, tamanhas as idas e vindas, mas ninguém notava depois onde estava a linha.

     Fabrício gostava de se sentar embaixo da mesinha da máquina de costura, no espaço apertado entre os chinelos da avó, como um cachorro. Às vezes, ela fazia um carinho em seus cabelos e unia a imaginação de ambos por um breve momento.

      O vestido descia da mesa à medida que o trabalho evoluía. Fechava as frestas de luz como uma cabana. Em seguida, ele subia de novo, trazendo a claridade. Fabrício então brincava de noite e dia, de claro e escuro. Como se a máquina de costura fosse também uma máquina do tempo. Ele permanecia eternidades naquele esconderijo, sem se mexer, atento aos sons.

    A avó vestia a solidão do menino Fabrício, que repartia com ela o que há de mais precioso numa amizade: o silêncio. A doçura do silêncio.


(Fabrício Carpinejar. Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos
avós, nossa vida. 4a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

No trecho do 2º parágrafo – O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida.–, as palavras destacadas podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por
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Q4125676 Português
A doçura do silêncio

         A avó de Fabrício, Dona Elisa, refugiava-se, de tardezinha, na máquina de costura nos fundos de sua casa. Era um dos poucos momentos em que ficava absolutamente calada. Quando cozinhava, ela conversava. Quando varria, cantava. Porém, quando costurava, emudecia completamente.

     Dona Elisa fazia os seus próprios vestidos e os das filhas. Não se gastava dinheiro com roupa naquela época. O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida. Nem a chuva nas calhas se mostrava tão melodiosa. Nada se igualava à sinfonia da agulha cerzindo, em linha reta. A avó virava o tecido, desvirava, ajeitava, retomava. Parecia que não ia dar certo a operação, tamanhas as idas e vindas, mas ninguém notava depois onde estava a linha.

     Fabrício gostava de se sentar embaixo da mesinha da máquina de costura, no espaço apertado entre os chinelos da avó, como um cachorro. Às vezes, ela fazia um carinho em seus cabelos e unia a imaginação de ambos por um breve momento.

      O vestido descia da mesa à medida que o trabalho evoluía. Fechava as frestas de luz como uma cabana. Em seguida, ele subia de novo, trazendo a claridade. Fabrício então brincava de noite e dia, de claro e escuro. Como se a máquina de costura fosse também uma máquina do tempo. Ele permanecia eternidades naquele esconderijo, sem se mexer, atento aos sons.

    A avó vestia a solidão do menino Fabrício, que repartia com ela o que há de mais precioso numa amizade: o silêncio. A doçura do silêncio.


(Fabrício Carpinejar. Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos
avós, nossa vida. 4a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q4125675 Português
A doçura do silêncio

         A avó de Fabrício, Dona Elisa, refugiava-se, de tardezinha, na máquina de costura nos fundos de sua casa. Era um dos poucos momentos em que ficava absolutamente calada. Quando cozinhava, ela conversava. Quando varria, cantava. Porém, quando costurava, emudecia completamente.

     Dona Elisa fazia os seus próprios vestidos e os das filhas. Não se gastava dinheiro com roupa naquela época. O barulho da máquina de costura da avó tranquilizava Fabrício, sendo, para ele, o som mais terno da vida. Nem a chuva nas calhas se mostrava tão melodiosa. Nada se igualava à sinfonia da agulha cerzindo, em linha reta. A avó virava o tecido, desvirava, ajeitava, retomava. Parecia que não ia dar certo a operação, tamanhas as idas e vindas, mas ninguém notava depois onde estava a linha.

     Fabrício gostava de se sentar embaixo da mesinha da máquina de costura, no espaço apertado entre os chinelos da avó, como um cachorro. Às vezes, ela fazia um carinho em seus cabelos e unia a imaginação de ambos por um breve momento.

      O vestido descia da mesa à medida que o trabalho evoluía. Fechava as frestas de luz como uma cabana. Em seguida, ele subia de novo, trazendo a claridade. Fabrício então brincava de noite e dia, de claro e escuro. Como se a máquina de costura fosse também uma máquina do tempo. Ele permanecia eternidades naquele esconderijo, sem se mexer, atento aos sons.

    A avó vestia a solidão do menino Fabrício, que repartia com ela o que há de mais precioso numa amizade: o silêncio. A doçura do silêncio.


(Fabrício Carpinejar. Família é tudo: nossos filhos, nossos pais, nossos
avós, nossa vida. 4a ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020. Adaptado)

 Segundo o texto, é correto afirmar que a avó de Fabrício
Alternativas
Respostas
2161: E
2162: D
2163: A
2164: C
2165: B
2166: C
2167: B
2168: B
2169: D
2170: D
2171: E
2172: C
2173: D
2174: C
2175: A
2176: D
2177: B
2178: E
2179: B
2180: A