Questões de Concurso
Para música
Foram encontradas 3.885 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
São características do período renascentista na música: música ainda baseada nos modos eclesiásticos, sendo estes gradualmente tratados com maior liberdade e com maior uso de alterações nas notas; uso da textura polifônica na música vocal, com obras escritas para quatro ou mais vozes; uso frequente da técnica contrapontística de imitação; aparecimento de famílias de instrumentos, como a viola da gamba. Alguns dos compositores importantes dessa época são Josquin des Prez, Giovanni da Palestrina e Orlando di Lassus.
Em 1250, iniciou-se o período denominado Ars Nova, associado a compositores como Guillaume de Machaut e Phillipe de Vitry. Uma das práticas musicais utilizadas nesse período foi o isorritmo, que consistia em um padrão rítmico que era repetido por toda a obra. As composições desse período eram caracteristicamente monofônicas, e, nesse período, desenvolveu-se um novo sistema de escrita rítmica, com ênfase na divisão ternária do tempo em detrimento da divisão binária, que era o padrão anterior, da escola de Notre Dame.
O canto gregoriano é um gênero litúrgico caracterizado pela monodia a capella; geralmente, a melodia mantinha-se dentro de uma tessitura de uma oitava com ritmo ditado pela prosódia das palavras cantadas na língua latina. O termo “gregoriano” deriva do uso dos modos gregos, que ditavam as organizações intervalares e as notas principais a serem enfatizadas. Entre os modos gregos, incluem-se o Mixolídio e o Jônico.
Considere-se que um músico de choro tenha decidido analisar a harmonia de uma música em Mi maior para facilitar sua transposição para outras tonalidades. A análise é a seguinte.
I – V7 – VIm – V7/V – IIm – V7 – I – V7/IV – IV – IVm – I
Considere-se, ainda, que o músico tenha entregado essa análise para uma pianista e solicitado que ela executasse a música em Lá maior. Nessa situação hipotética, é correto afirmar que os acordes que a pianista deveria executar são os apresentados a seguir.
A – E7 – F#m – B7 – Bm – E7 – A – A7 – D – Dm – A
No trecho musical da Figura 9, os acordes arpejados na partitura estão corretamente representados pelas cifras acima dela.
A partitura da Figura 8 é um trecho do Recitativo e Ária V’adoro pupille, da ópera Giulio Cesare. Na partitura, há dois pentagramas: o de cima é a parte da voz (diálogo entre Cleópatra e Nireno), e o outro deve ser executado por algum instrumento grave. Pela análise do estilo de escrita e do gênero musical, infere-se que se trata de uma obra composta durante o período do Romantismo, no qual a ópera esteve em voga, com compositores como Beethoven, Richard Wagner e Rossini.
Uma possível harmonização, em acordo com a lógica da harmonia tonal, para a melodia transcrita na Figura 7 seria a apresentada a seguir, substituindo-se os números por acordes. || Am F | Bm7(b5) E7 | Am ||
Uma cadência plagal é caracterizada pelo uso dos acordes de dominante resolvendo em uma Tônica relativa (V – VIm). Essa cadência é muito encontrada no final de obras corais, sendo popularmente chamada da Cadência do Amém.
O acorde representado pela Figura 6 é uma tétrade de Ré bemol menor com sétima menor na terceira inversão.
O acorde representado pela Figura 5 é uma tríade de Fá sustenido maior na primeira inversão.
No exemplo musical ilustrado na Figura 4, há símbolos de dinâmica, articulação e ornamento, entre os quais se incluem os seguintes: crescendo; decrescendo; estacato; trinado; grupeto; e tenuto.
Considere-se uma música que tenha começado em Lá bemol menor e, em determinado momento, modulado para o relativo do homônimo. Nesse caso, é correto afirmar que ela modulou de Lá bemol menor para Dó maior.
A escala Lídio-Mixolídio, associada ao quarto grau da escala menor harmônica, é caracterizada por ser uma escala com uma terça maior, uma quarta aumentada (daí o termo Lídio) e uma sétima menor (daí o termo Mixolídio).
No exemplo musical da Figura 3, os intervalos melódicos representados pelos números 1, 2, 3 e 4 são, respectivamente: segunda aumentada; terça maior; quarta aumentada; e sétima diminuta.
O exemplo musical representado pela Figura 2 pode ser interpretado como pertencente a um compasso misto de 3/4 + 1/8.
Um compasso 12/16 pode ser entendido como um compasso quaternário composto, cuja figura que vale um tempo é a colcheia pontuada.
O cravo e o piano, apesar de serem ambos instrumentos de tecla, produzem os sons de forma diferente; a partir desse critério, pode-se classificar o cravo como um instrumento de cordas pinçadas (ou dedilhadas), enquanto o piano é um instrumento de cordas percutidas.
O som é uma onda mecânica, porque precisa de um meio material para se propagar; dessa forma, o som não se propaga no vácuo, pois necessita das partículas do meio para transportar energia. Como a velocidade da propagação sonora depende do meio e de sua densidade, é correto afirmar que, quanto mais denso o meio de propagação, menor sua velocidade.
Considerando-se a nota Dó 1 como a fundamental de uma série harmônica, representada na Figura 1, os harmônicos representados pelos números 3, 4 e 5, nessa figura, são as notas Mi 2, Sol 2 e Si bemol 2, respectivamente.


