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Q3447445 Astronomia

Um museu organiza uma exposição de desenhos em que várias pessoas observaram a Lua e a desenharam em um papel. Dos desenhos abaixo, quais deles não pode representar uma das fases da Lua? A área escura representa sombra e a área clara representa parte iluminada da Lua.

Alternativas
Q3447442 Astronomia
Na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), a Astronomia aparece tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio, nas áreas de Ciências da Natureza, com o eixo temático de “Terra e Universo” para o Ensino Fundamental quanto “Vida, Terra e Cosmos” para o Ensino Médio. Neste contexto, a BNCC cita:


“Os estudantes dos anos iniciais se interessam com facilidade pelos objetos celestes, muito por conta da exploração e valorização dessa temática pelos meios de comunicação, brinquedos, desenhos animados e livros infantis. Dessa forma, a intenção é aguçar ainda mais a curiosidade das crianças pelos fenômenos naturais e desenvolver o pensamento espacial a partir das experiências cotidianas de observação do céu e dos fenômenos a elas relacionados. A sistematização dessas observações e o uso adequado dos sistemas de referência permitem a identificação de fenômenos e regularidades que deram à humanidade, em diferentes culturas, maior autonomia na regulação da agricultura, na conquista de novos espaços, na construção de calendários etc.”


(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 2018.)
A competência EM13CNT20 da BNCC cita “Analisar a evolução estelar associando-a aos modelos de origem e distribuição dos elementos químicos no Universo, compreendendo suas relações com as condições necessárias ao surgimento de sistemas solares e planetários...”.
A relação entre evolução estelar e a origem dos elementos químicos presentes no nosso planeta se refere a 
Alternativas
Q3447441 Astronomia
Na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), a Astronomia aparece tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio, nas áreas de Ciências da Natureza, com o eixo temático de “Terra e Universo” para o Ensino Fundamental quanto “Vida, Terra e Cosmos” para o Ensino Médio. Neste contexto, a BNCC cita:


“Os estudantes dos anos iniciais se interessam com facilidade pelos objetos celestes, muito por conta da exploração e valorização dessa temática pelos meios de comunicação, brinquedos, desenhos animados e livros infantis. Dessa forma, a intenção é aguçar ainda mais a curiosidade das crianças pelos fenômenos naturais e desenvolver o pensamento espacial a partir das experiências cotidianas de observação do céu e dos fenômenos a elas relacionados. A sistematização dessas observações e o uso adequado dos sistemas de referência permitem a identificação de fenômenos e regularidades que deram à humanidade, em diferentes culturas, maior autonomia na regulação da agricultura, na conquista de novos espaços, na construção de calendários etc.”


(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 2018.)
Para o Ensino Médio, a BNCC cita que, no eixo temático Vida, Terra e Cosmos, “propõe-se que os estudantes analisem a complexidade dos processos relativos à origem e evolução da Vida”. Esse tema se relaciona à Astrobiologia, ramo da ciência em que se estuda a relação entre características de corpos celestes e sua possível relação com a origem e evolução da vida.
Nesse contexto, é correto afirmar que o ensino da Astronomia contribuir para o trecho supracitado da BNCC se deve a 
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Q3447440 Astronomia
Na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), a Astronomia aparece tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio, nas áreas de Ciências da Natureza, com o eixo temático de “Terra e Universo” para o Ensino Fundamental quanto “Vida, Terra e Cosmos” para o Ensino Médio. Neste contexto, a BNCC cita:


“Os estudantes dos anos iniciais se interessam com facilidade pelos objetos celestes, muito por conta da exploração e valorização dessa temática pelos meios de comunicação, brinquedos, desenhos animados e livros infantis. Dessa forma, a intenção é aguçar ainda mais a curiosidade das crianças pelos fenômenos naturais e desenvolver o pensamento espacial a partir das experiências cotidianas de observação do céu e dos fenômenos a elas relacionados. A sistematização dessas observações e o uso adequado dos sistemas de referência permitem a identificação de fenômenos e regularidades que deram à humanidade, em diferentes culturas, maior autonomia na regulação da agricultura, na conquista de novos espaços, na construção de calendários etc.”


(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 2018.)
Para os anos finais do Ensino Fundamental, a BNCC estabelece como competência

“(EF09CI17) Analisar o ciclo evolutivo do Sol (nascimento, vida e morte) baseado no conhecimento das etapas de evolução de estrelas de diferentes dimensões e os efeitos desse processo no nosso planeta.”

(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.)

Sobre o Sol e a Evolução do Sol, é correto afirmar que 
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Q3447439 Astronomia
Na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), a Astronomia aparece tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio, nas áreas de Ciências da Natureza, com o eixo temático de “Terra e Universo” para o Ensino Fundamental quanto “Vida, Terra e Cosmos” para o Ensino Médio. Neste contexto, a BNCC cita:


“Os estudantes dos anos iniciais se interessam com facilidade pelos objetos celestes, muito por conta da exploração e valorização dessa temática pelos meios de comunicação, brinquedos, desenhos animados e livros infantis. Dessa forma, a intenção é aguçar ainda mais a curiosidade das crianças pelos fenômenos naturais e desenvolver o pensamento espacial a partir das experiências cotidianas de observação do céu e dos fenômenos a elas relacionados. A sistematização dessas observações e o uso adequado dos sistemas de referência permitem a identificação de fenômenos e regularidades que deram à humanidade, em diferentes culturas, maior autonomia na regulação da agricultura, na conquista de novos espaços, na construção de calendários etc.”


(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 2018.)
O calendário civil utilizado no Brasil atualmente é o Calendário Gregoriano. Sobre esse calendário, é correto afirmar que
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Q3447438 Astronomia
Na Base Nacional Curricular Comum (BNCC), a Astronomia aparece tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio, nas áreas de Ciências da Natureza, com o eixo temático de “Terra e Universo” para o Ensino Fundamental quanto “Vida, Terra e Cosmos” para o Ensino Médio. Neste contexto, a BNCC cita:


“Os estudantes dos anos iniciais se interessam com facilidade pelos objetos celestes, muito por conta da exploração e valorização dessa temática pelos meios de comunicação, brinquedos, desenhos animados e livros infantis. Dessa forma, a intenção é aguçar ainda mais a curiosidade das crianças pelos fenômenos naturais e desenvolver o pensamento espacial a partir das experiências cotidianas de observação do céu e dos fenômenos a elas relacionados. A sistematização dessas observações e o uso adequado dos sistemas de referência permitem a identificação de fenômenos e regularidades que deram à humanidade, em diferentes culturas, maior autonomia na regulação da agricultura, na conquista de novos espaços, na construção de calendários etc.”


(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 2018.)
As competências da BNCC para ciências no 1º ano do Ensino Fundamental incluem

"(EF04CI11) Associar os movimentos cíclicos da Lua e da Terra a períodos de tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendários em diferentes culturas.”
(BRASIL. Min. da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 2018.)

Nesse contexto, é correto afirmar que o dia na Terra tem duração de
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Q3447437 Astronomia
A Luneta Equatorial de 21 cm do Mast tem esse nome porque 
Alternativas
Q3447436 Astronomia
No campus do Museu da Astronomia e Ciências Afins (Mast), destacam-se as lunetas equatoriais pertencentes ao acervo histórico do Museu. Uma luneta, também chamada de telescópio refrator, tem a função de
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Q3447433 Astronomia
O Museu da Astronomia e Ciências Afins (Mast) guarda o acervo histórico do Observatório Nacional (ON), que é uma das primeiras instituições científicas do país. Ele foi fundado para, entre outras funções, realizar estudos da geografia brasileira, elaboração de mapas e determinação da hora oficial do Brasil. A partir da invenção dos relógios, a navegação marítima foi aprimorada porque
Alternativas
Q3447432 Astronomia
No campus do Museu da Astronomia e Ciências Afins (Mast), é possível encontrar muitos telescópios antigos, preservados pelo museu. Dentre eles, destacam-se as lunetas meridianas, que possuem apenas um eixo de movimento, em declinação, movendo-se sempre sobre a linha do meridiano local do céu. 



Imagem associada para resolução da questão



(Fonte: Rodolfo Langhi, Educação em Astronomia: da revisão bibliográfica sobre concepções alternativas à necessidade de uma ação nacional, Caderno Brasileiro de Ensino de Física: v. 28 n. 2 (2011))

Durante a passagem pelo meridiano local, qualquer estrela está na posição chamada 
Alternativas
Q3447431 Astronomia
A função de um planetário é 
Alternativas
Q3447429 Astronomia
Dentre as funções do Museu da Astronomia (Mast), não se pode elencar
Alternativas
Q3447428 Astronomia
Centros educacionais em astronomia têm se dedicado a promover educação de combate à poluição luminosa. Dentre as alternativas, assinale a que descreve por que a poluição luminosa deve ser combatida.
Alternativas
Q3446023 Física
Qual das alternativas a seguir corresponde à definição de infrassom? 
Alternativas
Q3446021 Física

As frequências sonoras podem ser divididas em três categorias principais: low (graves), mid (médios) e high (agudos). Cada uma dessas categorias abrange uma faixa específica de frequências, que é importante para a equalização e ajuste de som em diversas aplicações de áudio.


Assinale a alternativa que corretamente relaciona as faixas de frequência às suas respectivas categorias.

Alternativas
Q3445585 Física
A temperatura de cor da luz é classificada de acordo com qual escala?
Alternativas
Q3445417 Física

A força centrífuga é o nome dado a uma força imaginária que tem sentido oposto ao centro da circunferência formada no movimento circular.



Sobre a força centrífuga, analise os itens a seguir:



I. A força centrífuga é fictícia e seu resultado é desvincular um corpo do movimento circular que ele está executando.


II. A força centrífuga é uma pseudoforça que pode ser sentida ou observada quando estamos em movimentos curvilíneos.


III. Ela é entendida como uma pseudoforça por estar em desalinho com o princípio de ação e reação de Newton, contudo sempre que os corpos percorrem percursos circulares é possível senti-la.


IV. Em razão disso, a força centrífuga é radialmente para fora das trajetórias circulares. Ela é calculada pelo produto entre a massa do corpo com o quadrado da velocidade, ambos divididos pelo raio da trajetória circular.


V. A força centrípeta é a força responsável por conservar o estado de movimento dos corpos em trajetórias rotacionais.



Estão CORRETAS:

Alternativas
Q3442561 Física
A elevada reflectância da vegetação está relacionada aos aspectos fisiológicos da folha e varia com o respectivo conteúdo de água na estrutura celular superficial. Por essa razão, é um forte indicador de sua natureza, estágio de desenvolvimento, sanidade, entre outros. Diante disso, na análise do espectro eletromagnético, é correto afirmar que essa elevada refletância da vegetação ocorre com mais intensidade na faixa do
Alternativas
Q3438498 Física

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica 



Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.


Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.


As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.


A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.


Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.


Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.


Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>

Quanto à observação humana da luz do Sol, é incorreto afirmar que: 
Alternativas
Q3437638 Física

Observe a figura abaixo:


 Imagem associada para resolução da questão

Fonte: MORA, José Ferrater. FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA DISCIPLINA. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO, p. 90.


Num olho normal, a luz incidente paralela é focalizada num ponto F' da retina (R). Na retina estão as células sensíveis à luz (cones e bastonetes) que transmitem sinais ao nervo ótico (N), o qual está ligado ao cérebro, onde se produz a sensação luminosa. Para uma pessoa míope, marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Respostas
2361: D
2362: C
2363: A
2364: D
2365: D
2366: D
2367: C
2368: A
2369: D
2370: B
2371: E
2372: A
2373: B
2374: A
2375: D
2376: D
2377: E
2378: B
2379: E
2380: B