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Um museu organiza uma exposição de desenhos em que várias pessoas observaram a Lua e a desenharam em um papel. Dos desenhos abaixo, quais deles não pode representar uma das fases da Lua? A área escura representa sombra e a área clara representa parte iluminada da Lua.
A relação entre evolução estelar e a origem dos elementos químicos presentes no nosso planeta se refere a
Nesse contexto, é correto afirmar que o ensino da Astronomia contribuir para o trecho supracitado da BNCC se deve a
“(EF09CI17) Analisar o ciclo evolutivo do Sol (nascimento, vida e morte) baseado no conhecimento das etapas de evolução de estrelas de diferentes dimensões e os efeitos desse processo no nosso planeta.”
(BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.)
Sobre o Sol e a Evolução do Sol, é correto afirmar que
"(EF04CI11) Associar os movimentos cíclicos da Lua e da Terra a períodos de tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendários em diferentes culturas.”
(BRASIL. Min. da Educação. Base Nacional Comum Curricular. 2018.)
Nesse contexto, é correto afirmar que o dia na Terra tem duração de
(Fonte: Rodolfo Langhi, Educação em Astronomia: da revisão bibliográfica sobre concepções alternativas à necessidade de uma ação nacional, Caderno Brasileiro de Ensino de Física: v. 28 n. 2 (2011))
Durante a passagem pelo meridiano local, qualquer estrela está na posição chamada
As frequências sonoras podem ser divididas em três categorias principais: low (graves), mid (médios) e high (agudos). Cada uma dessas categorias abrange uma faixa específica de frequências, que é importante para a equalização e ajuste de som em diversas aplicações de áudio.
Assinale a alternativa que corretamente relaciona as faixas de frequência às suas respectivas categorias.
A força centrífuga é o nome dado a uma força imaginária que tem sentido oposto ao centro da circunferência formada no movimento circular.
Sobre a força centrífuga, analise os itens a seguir:
I. A força centrífuga é fictícia e seu resultado é desvincular um corpo do movimento circular que ele está executando.
II. A força centrífuga é uma pseudoforça que pode ser sentida ou observada quando estamos em movimentos curvilíneos.
III. Ela é entendida como uma pseudoforça por estar em desalinho com o princípio de ação e reação de Newton, contudo sempre que os corpos percorrem percursos circulares é possível senti-la.
IV. Em razão disso, a força centrífuga é radialmente para fora das trajetórias circulares. Ela é calculada pelo produto entre a massa do corpo com o quadrado da velocidade, ambos divididos pelo raio da trajetória circular.
V. A força centrípeta é a força responsável por conservar o estado de movimento dos corpos em trajetórias rotacionais.
Estão CORRETAS:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica
Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.
Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.
As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.
A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.
Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.
Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.
Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>
Observe a figura abaixo:

Fonte: MORA, José Ferrater. FUNDAMENTOS TEÓRICOS DA DISCIPLINA. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO, p. 90.
Num olho normal, a luz incidente paralela é focalizada num ponto F' da retina (R). Na retina estão as células sensíveis à luz (cones e bastonetes) que transmitem sinais ao nervo ótico (N), o qual está ligado ao cérebro, onde se produz a sensação luminosa. Para uma pessoa míope, marque a alternativa CORRETA.