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I - Dificuldade para entender fala em ruído, em reverberação ou em mensagens competitivas pode aparecer tanto em alterações do processamento auditivo quanto em outros quadros.
II - O raciocínio diagnóstico pede audição periférica adequadamente estudada e leitura interdisciplinar das queixas de linguagem, atenção e aprendizagem.
III - Diferenças decorrentes da aprendizagem de mais de uma língua pedem interpretação cuidadosa e, isoladamente, não caracterizam transtorno do processamento auditivo.
IV - O diagnóstico se fecha por questionário comportamental quando a queixa em ruído coincide com baixo rendimento escolar e os testes formais variam.
V - O mesmo conjunto de tarefas pode ser aplicado de forma indistinta em qualquer faixa etária e em qualquer repertório linguístico.
Estão corretas as afirmativas.
Assinale a alternativa correta.
I. Alterações vocais como rouquidão, dor e/ou cansaço ao falar são responsáveis por queixas, licenças médicas, afastamentos e readaptações funcionais.
II. A hidratação ajuda a evitar alterações vocais.
III. Apesar das queixas, o magistério não se constitui uma profissão de risco para o desenvolvimento de disfonia.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
A eletrococleografia é um exame eletrofisiológico utilizado na avaliação da função coclear e do nervo auditivo distal, a partir do registro de potenciais elétricos gerados em resposta à estimulação sonora.
Considerando os objetivos clínicos e fisiológicos da eletrococleografia, bem como os potenciais que a compõem, é correto afirmar que, EXCETO:
Considerando os diferentes tipos de disfonia descritos na literatura científica e seus fundamentos etiológicos, assinale a alternativa CORRETA.
O planejamento terapêutico fonoaudiológico em casos de disfagia associada ao câncer de cabeça e pescoço envolve a integração entre alterações estruturais e funcionais decorrentes do tratamento oncológico, princípios da motricidade orofacial e critérios de segurança e eficiência da deglutição. Com base nas evidências atuais sobre a intervenção fonoaudiológica nesses casos, analise as assertivas:
I. Em pacientes submetidos à radioterapia orofaríngea, a fibrose e a redução de mobilidade podem justificar ênfase inicial em exercícios miofuncionais, com inserção progressiva do treino funcional da deglutição.
II. A seleção e progressão terapêutica na disfagia associada ao câncer de cabeça e pescoço baseiam-se principalmente em achados instrumentais, sendo a percepção funcional do paciente pouco relevante para os desfechos clínicos.
III. Na presença de alterações estruturais permanentes, o tratamento pode direcionar-se à reorganização funcional e ao treino de deglutição segura, com monitoramento clínico e instrumental.
Está(ão) INCORRETA(S):
Considerando os fundamentos neurofuncionais da sucção e da deglutição no recém-nascido pré-termo, bem como a intervenção fonoaudiológica frente às condições sindrômicas associadas ao aleitamento materno, analise as assertivas abaixo e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas:
( ) A imaturidade neurológica do prematuro pode comprometer a coordenação sucção-deglutição-respiração, e a intervenção fonoaudiológica precoce pode favorecer a organização sensório-motora oral e a transição segura para o aleitamento materno ao seio.
( ) Em prematuros com síndromes associadas à hipotonia orofacial, o tratamento fonoaudiológico deve concentrar-se no fortalecimento muscular isolado, visto que a eficiência da sucção depende fundamentalmente da força dos músculos periorais.
( ) Alterações de tonicidade axial e cervical não exercem influência significativa sobre a eficiência da sucção nutritiva, pois o padrão motor oral ocorre de maneira reflexa e independente do controle postural global.
( ) A estimulação oral não nutritiva apresenta evidência restrita e demonstra baixo impacto consistente na organização do padrão de sucção ou na prontidão para a alimentação via oral em recém-nascidos pré-termo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Analise as partes que seguem: A perda auditiva condutiva caracteriza-se por alterações localizadas na orelha externa e/ou média, ocasionando atenuação da energia sonora que chega à cóclea, sendo comum a presença de gap aéreo-ósseo na audiometria tonal, com limiares ósseos dentro da normalidade (1ª parte). Na perda auditiva neurossensorial, as alterações podem ocorrer tanto nas células ciliadas da cóclea quanto nas fibras do nervo vestibulococlear, resultando em comprometimento da sensibilidade auditiva e da discriminação sonora, mesmo quando os sons são apresentados em intensidades elevadas (2ª parte). A perda auditiva mista apresenta, obrigatoriamente, limiares por via aérea e por via óssea igualmente rebaixados, sem diferença significativa entre eles, refletindo uma associação simultânea de componentes condutivos e neurossensoriais (3ª parte).
Das partes, pode-se afirmar que está(ão) CORRETA(S):
Analise as assertivas abaixo:
I. Em pacientes com mordida aberta anterior e hipotonia de musculatura elevadora da mandíbula, o treino mastigatório deve priorizar exercícios isotônicos de fortalecimento com alimentos de alta consistência desde o início do tratamento, a fim de promover sobrecarga mecânica suficiente para reorganização oclusal funcional, independentemente do padrão de estabilidade mandibular apresentado.
II. Em casos de mordida cruzada posterior unilateral associada a assimetria mastigatória crônica e hipertonia compensatória de musculatura bucinadora contralateral, o tratamento fonoaudiológico deve evitar intervenções miofuncionais até correção ortodôntica completa, pois o treino funcional antes da estabilização estrutural tende a reforçar padrões adaptativos inadequados.
III. Na presença de hipotonia lingual e labial com repercussões na formação e ejeção do bolo alimentar, o uso de exercícios resistidos isolados, sem integração com tarefas mastigatórias funcionais, é suficiente para restabelecer padrão mastigatório bilateral alternado, desde que realizados com frequência mínima de três vezes por semana.
Está(ão) INCORRETA(S):