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Fonte: RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construção. Rio de Janeiro: Relume Dumará/FAPERJ, 2002, p. 9
Sobre os laços que uniam Brasil e Portugal, nos anos que imediatamente antecederam e sucederam o processo de independência, é possível afirmar que:
Fonte: SANTOS NETO, Antonio Fonseca dos. Jenipapo: riacho irrigado com os sonhos da esperança. Piauí: CCOM, 2010, p. 54
Em 2022, intelectuais e estudantes brasileiros voltaram sua atenção para uma reflexão a respeito dos 200 anos da independência política do Brasil, oportunidade em que opiniões, posturas e decisões a respeito dessa experiência histórica nacional e local, assim como sugere o texto acima, foram expostas, permitindo compreender que:
Fonte: MERQUIOR, José Guiherme. O repensamento da Revolução. IN: FURET, François e OZOUF, Mona. Dicionário crítico da Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.XVII)
Nesse sentido, qual foi o impacto da Revolução Francesa sobre o conceito de revolução?
Fonte: HIMMELFARB, Gertrude. Os caminhos para a modernidade: os iluminismos britânico, francês e americano. São Paulo: É Realizações, p. 16
A respeito do iluminismo britânico, é possível dizer:
Fonte: LANDES, DAVID S. A riqueza e a pobreza das nações: porque algumas são tão ricas e outras são tão pobres. Rio de Janeiro: Campus, 1998, p.497.
O contexto retratado pelo autor, no fragmento acima, foi marcado:
Fonte: DEL PRIORE, Mary. Deus ou o diabo nas terras do açúcar: o senhor de engenho na América Portuguesa. In. DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.17
A dinâmica da economia açucareira, no Brasil colonial, caracterizava-se:
Fonte: JOHNSON, Paul. História do cristianismo. Rio de Janeiro: Imago Edit., 2001, p.334
Avalie as seguintes afirmações:
I. Erasmo de Roterdã concordava com Lutero e, mais tarde, com Calvino, em atacar o ponto de vista clerical e sua defesa da necessidade de uma resposta autorizada para todas as indagações teológicas concebíveis.
II. Como Lutero, Erasmo de Roterdã alegava que a Igreja precisava de uma teologia reduzida à mínima influência sobre os fiéis.
III. Erasmo de Roterdã, ao contrário de Lutero, opunha-se à aproximação entre o movimento reformista e o poder principesco.
IV. Diferente de Lutero, Erasmo de Roterdã não defendia uma visão determinista da salvação, pois rejeitou qualquer ideia de predestinação.
Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas.
Fonte: SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das Letras: 1996, p. 98
O fragmento acima faz referência ao conceito de liberdade, tal como elaborado pela primeira geração do Renascimento. Sobre o referido conceito, é possível concluir que:
Fonte: DEMANT, Peter. O mundo muçulmano. São Paulo: Contexto, 2008, pp.52-53 O texto faz referência ao período conhecido como “Idade Média Árabe-muçulmana”.
Sobre o período, podemos afirmar que
Fonte: NASCIMENTO, Maria Filomena Dias. Ser mulher na Idade Média. 1997, p.84. Disponível em file:///D:/Downloads/admin,+5%20(1).pdf, acesso em 20.09.2024
Sobre o papel da mulher, a historiografia tem mostrado que:
Fonte: CARDOSO, Ciro Flamarion S. A cidade-Estado antiga. São Paulo: Ática,1987, p.7
Entre as afirmativas abaixo, qual complementa CORRETAMENTE o fragmento de texto acima?
Fontes: RÜSEN, Jorn. El desarrollo de la competência narrativa enelaprendiaje histórico. Una hipótesis ontogenética relativa alaconciencia moral. Revista Propuesta Educativa, Buenos Aires, Ano 4, n.7, p.27-36. oct. 1992,p. 24, Revisão da tradução: Maria Auxiliadora Schmidt.
As discussões relacionadas ao ensino de História, desde a segunda metade do século XX, vêm se orientando para as práticas pedagógicas, com especial atenção às metodologias de ensino que possibilitem ao aluno a construção de uma consciência histórica voltada para a justiça social, possível em modelos educacionais que:
(Oliveira, Noé Mendes. Folclore Brasileiro - Piauí. 6 ed. Teresina: Academia Piauiense de Letras, 2016, p. 17-19).
Considerando a miscigenação e manifestações como:
I. A Revolução Industrial trouxe novas demandas de mercado, forçando o artesanato brasileiro a se adaptar e a buscar modernização.
II. O artesanato no Brasil resistiu à influência da Revolução Industrial, permanecendo totalmente inalterado em suas técnicas e processos.
III. Apesar da chegada de novos processos industriais, o artesanato brasileiro preservou suas tradições e técnicas, explorando nichos de mercado específicos.
IV. A Revolução Industrial resultou na completa desvalorização do artesanato brasileiro, que foi incapaz de competir com as novas indústrias.
É CORRETO apenas o que se afirma em