Foram encontradas 4.724 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
COFDM (coded orthogonal frequency division multiplexing) é um esquema de transmissão que usa centenas e até milhares de portadoras, em vez de uma única portadora. Uma das vantagens desse esquema é o fato de ele ser robusto com relação aos efeitos da propagação por múltiplos percursos (especificamente, o desvanecimento seletivo e o espalhamento temporal) e ao ruído impulsivo.
Se um sistema de transmissão digital, que utiliza a modulação 256-QAM, opera com uma taxa de transmissão de 106 baud (ou símbolos-por-segundo), ele é capaz de transmitir bits à taxa de 8 Mbps.
Aplicações que requerem técnica de modulação que tenha eficiência espectral maior que 3 bps/Hz podem utilizar o esquema PSK (phase shift keying) ou o esquema QAM (quadrature amplitude modulation). Geralmente, usa-se mais o esquema PSK, porque ele requer uma banda de transmissão mais estreita e é mais robusto a não-linearidades.
A modulação QPSK (quaternary phase shift keying) é um esquema de modulação digital robusto e, por isso, ela é muito utilizada em sistemas de comunicação digital que utilizam canal com baixa razão sinal-ruído.
Em meios de transmissão não-guiada, como a atmosfera terrestre, é praticamente impossível transmitir sinais de banda básica porque não é técnica e economicamente viável a construção de antenas que radiem ou recebam eficientemente tais sinais.
Para transmissão de dados a taxas elevadas, três opções de meio de transmissão são o cabo coaxial, os enlaces terrestres de microondas e a fibra óptica. Se a distância entre transmissor e receptor é grande, geralmente é preciso usar repetidores para compensar a atenuação do sinal causada pelo meio de transmissão. Quando se usa fibra óptica ou microondas, o espaço entre repetidores pode ser de dezenas de quilômetros. Contudo, o cabo coaxial requer um espaço bem menor entre repetidores.
O par trançado é um meio de transmissão guiada que tem uma banda passante muito estreita, suficiente apenas para se transmitir sinais de banda estreita, como os sinais analógicos de voz ou de dados digitais a taxas até em torno de 64 kbps.
Na compressão de voz e imagens, ao contrário do que ocorre na compactação de dados, além de se eliminar informações redundantes na codificação do sinal, retira-se também parte da informação irrelevante. Desse modo, o processo de compressão de voz e imagem não é completamente reversível, sendo que o sinal resultante do processo de descompressão é diferente do sinal originalmente comprimido.
O padrão UMTS apresenta-se como a evolução natural do GSM para implantação de redes de comunicações pessoais móveis de terceira geração. Isso se deve ao fato de haver várias semelhanças entre esses sistemas, incluindo a faixa espectral de freqüências e os mecanismos de segurança associados ao cartão SIM. Assim, não é necessário o uso de aparelhos bi-band para comunicação em ambas as redes, o que possibilita uma transição gradual e segura para o usuário de telefonia móvel.
Uma característica relevante do GSM consiste na utilização de chip eletrônico (pequeno smart-card) para identificação do assinante, conhecido como SIM (subscriber identity module). O SIM tem dupla finalidade. Em primeiro lugar, o SIM permite que um assinante possa acessar os serviços de sua assinatura em aparelhos celulares diferentes, pois os códigos de identificação do assinante são armazenados no SIM e não no aparelho celular. Em segundo lugar, possibilita que o assinante seja identificado e autenticado mundialmente, pois o SIM possui um código de identificação internacional protegido com segurança criptográfica proprietária. Com o uso desses códigos secretos do assinante, que são armazenados no chip, toda comunicação de voz entre a estação móvel e a BTS em uma rede GSM é criptografada com objetivo de evitar escutas clandestinas por captura dos sinais de radiofreqüência.
A tecnologia GPRS consiste essencialmente de um serviço de comutação de pacotes sobre os canais de múltiplo acesso do GSM, para comunicações exclusivamente de dados, podendo chegar a taxas de transmissão de até 2 Mbps por estação móvel, desde que o aparelho celular adquirido pelo usuário suporte tais funcionalidades.
Para o envio de mensagens de texto do tipo SMS em uma rede GSM, utiliza-se o canal de transmissão de dados GPRS. Isso permite que uma mensagem de texto possa ser enviada ao mesmo tempo em que se realiza uma comunicação de voz.
A tecnologia GSM, padrão de comunicações móveis originário da Europa, utiliza uma técnica de múltiplo acesso do tipo CDMA, em que os canais de voz e de dados são definidos em termos de uma seqüência pseudo-aleatória única negociada entre a estação móvel (celular) e a estação rádio base de transmissão (BTS).
A mudança no sistema não implica nenhuma mudança no plano de numeração da rede, qualquer que seja a solução tecnológica escolhida.
Caso se deseje ter centrais telefônicas próprias interligadas entre si, estas devem possuir um sistema de sinalização por canal comum para sinalização entre elas.
O uso de centrais telefônicas para ramais exclusivamente digitais traz o inconveniente de se ter que substituir todos os aparelhos telefônicos analógicos existentes. Entretanto, o uso de troncos exclusivamente digitais pode ser acomodado sem a necessidade de se trocar os aparelhos telefônicos em uso.
Para que a organização tenha um sistema de telefonia corporativo próprio e integrado, uma alternativa consiste na aquisição de centrais telefônicas privadas (PABX), que seriam interligadas entre si por enlaces de comunicação privados, quando se tratar de ligações entre centrais em uma mesma localização, e enlaces de comunicações públicos, quando se tratar de ligações entre as três localidades. Neste último caso, os enlaces devem ser contratados de operadoras de telecomunicações com outorga para prestação de tais serviços.
Serviços de comutação por pacotes podem operar sobre redes de comutação por circuitos. Este é o caso de alguns serviços de comunicação de dados que operam sobre redes de telefonia celular.
Na comutação por pacotes, os endereços dos nodos de origem e destino são transmitidos explicitamente em cada pacote.
A diferença fundamental entre comutação de pacotes e comutação por células está no tamanho da unidade de dados de protocolo (PDU). No caso da comutação por pacotes, o PDU tem tamanho variado, enquanto no caso da comutação por células o PDU possui tamanho fixo e limitado a algumas dezenas de bytes.