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I.Na alvenaria estrutural, as paredes desempenham função de suporte de carga, o que restringe a possibilidade de remoção de paredes pelos usuários para integração de ambientes após a entrega da obra.
II.O sistema de alvenaria estrutural exige a compatibilização rigorosa (modulação) entre os projetos de arquitetura, estrutura e instalações (elétrica/hidráulica) antes do início da obra, pois não são permitidos rasgos horizontais longos nas paredes portantes.
III.É impossível construir edifícios com mais de 4 pavimentos utilizando alvenaria estrutural de blocos de concreto ou cerâmicos, sendo este sistema restrito a casas térreas e sobrados.
Está correto o que se afirma em:
I.Curvas de nível muito próximas umas das outras indicam um terreno com forte declividade (íngreme), exigindo cuidados maiores com movimentação de terra e contenções.
II.Curvas de nível muito espaçadas entre si representam um terreno plano ou com aclive/declive suave, geralmente facilitando a implantação de edifícios extensos sem grandes cortes.
III.O sentido do escoamento das águas pluviais superficiais é sempre perpendicular às curvas de nível, indo das curvas de cota maior para as de cota menor.
Está correto o que se afirma em:
I.As fachadas devem ser representadas em projeção ortogonal, sem linhas de cota de dimensão (cotas de algarismo), exceto cotas de níveis gerais ou de altura total, focando na representação de texturas e planos.
II.Deve-se representar em linha tracejada toda a estrutura interna da edificação, como pilares e vigas que estão atrás da alvenaria externa, para demonstrar o sistema construtivo na fachada.
III.É recomendável o uso de diferentes espessuras de traço para sugerir profundidade, utilizando traços mais grossos para os planos mais próximos do observador e traços mais finos para os planos recuados.
Está correto o que se afirma em:
(__)Os cortes devem indicar obrigatoriamente as cotas verticais, níveis dos pavimentos, altura de peitoris, vergas, pés-direitos e a estrutura do telhado, diferenciando os elementos seccionados dos elementos em vista.
(__)É permitido omitir a representação do perfil natural do terreno nos cortes, devendo-se desenhar apenas a linha do piso acabado da edificação como uma linha reta contínua infinita.
(__)Nos cortes, as linhas de eixo e as indicações de cortes transversais ou longitudinais devem corresponder exatamente ao que foi indicado na planta baixa, mantendo a coerência do projeto.
(__)A representação de mobiliário fixo e equipamentos sanitários nos cortes é proibida pela norma técnica, pois esses elementos devem constar exclusivamente nas plantas baixas e de layout.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
(__)Para áreas de tráfego intenso e acesso direto à rua, como halls de entrada de edifícios, deve-se especificar placas cerâmicas com alto índice PEI (Porcelain Enamel Institute) ou preferencialmente Porcelanato Técnico (toda massa), devido à sua alta resistência ao desgaste superficial.
(__)O índice PEI 1 é recomendado para pisos de cozinhas industriais e garagens, pois indica a máxima resistência possível à abrasão superficial e ao ataque químico.
(__)A classe de resistência ao escorregamento (coeficiente de atrito) é um parâmetro irrelevante para a especificação de pisos em áreas molhadas como banheiros e áreas de serviço, focando-se apenas na estética.
(__)O porcelanato polido (brilhante) é altamente recomendado para rampas externas descobertas devido à sua superfície lisa que facilita o escoamento da água da chuva e a limpeza.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?
No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.
Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.
Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.
Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.
Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.
É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.
E, o mais importante, permite que o vento circule.
Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.
Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.
Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.
É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só.
Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.
Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.
Considerando o texto-base, é correto afirmar que o reaparecimento do cobogó na arquitetura contemporânea está relacionado principalmente:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?
No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.
Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.
Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.
Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.
Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.
É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.
E, o mais importante, permite que o vento circule.
Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.
Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.
Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.
É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só.
Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.
Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.
De acordo com o texto-base, a comparação feita pelo autor entre a caixa-d'água de Olinda e os prédios modernos de cidades como Recife indica que:
Assinale a afirmativa correta a respeito da diferenciação dos programas CAD e dos programas BIM.
O arquiteto responsável pelo projeto foi
A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que
O paisagista responsável pelo projeto foi