Questões de Concurso
Para química
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H3C−CH2−O−CH2−CH3
O composto representado pela fórmula estrutural precedente corresponde
Os corantes do tipo direto têm alta afinidade por fibras celulósicas, podendo penetrar rapidamente no interior da fibra. Em alguns casos, é necessário retardar essa penetração para obter uma distribuição mais uniforme da cor. Um sal específico é usado para controlar a velocidade de fixação através do aumento da força iônica do banho, criando competição entre os íons do sal e o corante pelos sítios de ligação da fibra. Qual dos sais abaixo pode ser utilizado para este fim?
É necessário realizar o alvejamento de 1.200 kg de tecido de algodão cru. O procedimento será realizado utilizando: peróxido de hidrogênio 8 g/L, silicato de sódio 3 g/L, umectante 1,5 g/L, sequestrante 2 g/L e a relação de banho será 1:10. Considerando que o H2O2 é o componente principal do processo, qual será a quantidade total necessária desse produto para este processamento?
O algodão cru contém impurezas que precisam ser removidas para garantir uniformidade no tingimento. Durante a etapa de purga, uma reação química transforma triglicerídeos em ácidos graxos e glicerol, conforme esquematizado a seguir:

Qual é a função principal dessa reação no processamento do algodão?
Essa variação de pH pode ser explicada de acordo com a equação:
Com essa prática experimental proposta pelo professor e seus conhecimentos sobre equilíbrio químico, acidez e pH, é correto afirmar que ele utiliza uma abordagem interdisciplinar quando discute sobre os(as)
TEXTO 1
A reportagem Rios contaminados por corantes podem deixar peixes cegos relata que pesquisadores demonstraram que, mesmo em baixas concentrações, substâncias usadas para tingir produtos de vermelho deformam a estrutura ocular de larvas de peixes.
STELLA, R. Disponível em: https://jornal.usp.br.
Acesso em: 20 jun. 2025 (adaptado).
TEXTO 2
Por sua vez, o artigo de Singh, Szafran e Ibanez, que aborda processos eletroquímicos de remediação ambiental, apresenta semirreações capazes de ilustrar que há produção de substâncias que podem atuar no processo de descontaminação tanto no cátodo quanto no ânodo.
SINGH, M. M.; SZAFRAN, Z.; IBANEZ, J. G. Laboratory Experiments on the
Electrochemical Remediation of Environment.
Journal of Chemical Education, n. 8, 1998 (adaptado).
ânodo: Fe(s) → Fe2+(aq) + 2e
cátodo: 2H2O(l) + 2e- → H2(g) + 2OH-(aq)
TEXTO 1
O filme Oppenheimer retratou o desenvolvimento do Projeto Manhattan, que culminou na detonação do primeiro protótipo da bomba atômica nuclear em um teste realizado em Trinity (EUA), em julho de 1945. Oitenta anos depois, ainda há vítimas dessa explosão, os chamados Downwinders do Novo México afetados por Trinity, que ainda buscam na justiça reparação pelos problemas de saúde gerados pela exposição aos radioisótopos. O quadro (no Texto 2) apresenta o tempo de meia-vida de alguns radioisótopos que podem ser encontrados em decorrência da explosão do dispositivo nuclear.
Com base no filme Oppenheimer, uma professora desenvolveu uma abordagem didática para trabalhar radioatividade.
TEXTO 2
Tempo de meia-vida de alguns radioisótopos

PAREKH, P. P. et al. Radioactivity in Trinitite Six Decades Later.
Journal of Enviroment Radioactivity, n. 1, 2006.
TEXTO 1
O filme Oppenheimer retratou o desenvolvimento do Projeto Manhattan, que culminou na detonação do primeiro protótipo da bomba atômica nuclear em um teste realizado em Trinity (EUA), em julho de 1945. Oitenta anos depois, ainda há vítimas dessa explosão, os chamados Downwinders do Novo México afetados por Trinity, que ainda buscam na justiça reparação pelos problemas de saúde gerados pela exposição aos radioisótopos. O quadro (no Texto 2) apresenta o tempo de meia-vida de alguns radioisótopos que podem ser encontrados em decorrência da explosão do dispositivo nuclear.
Com base no filme Oppenheimer, uma professora desenvolveu uma abordagem didática para trabalhar radioatividade.
TEXTO 2
Tempo de meia-vida de alguns radioisótopos

PAREKH, P. P. et al. Radioactivity in Trinitite Six Decades Later.
Journal of Enviroment Radioactivity, n. 1, 2006.
Utilizando a reportagem, o professor discute com os estudantes o episódio sobre a lama marrom avermelhada que tomou conta da cidade, bem como a lentidão da justiça em punir os responsáveis e ressarcir as vítimas.
Qual alternativa expressa uma postura investigativa e científica dos estudantes, com o objetivo de identificar as substâncias responsáveis pela coloração da lama?
TEXTO 1
A professora chegou em sala quando os estudantes discutiam sobre o consumo excessivo de cafeína (fórmula molecular: C8H10N4O2). Ela foi questionada sobre quais outras bebidas apresentam essa substância, pois eles acreditavam que ela estava presente apenas no café. Nesse contexto, dado o interesse dos estudantes e o objetivo de estimular uma postura investigativa e científica, ela falou sobre energéticos e refrigerantes do tipo cola, e expôs dados de um estudo que mensurou a quantidade de cafeína nessas bebidas e a quantidade declarada no rótulo (Texto 2).
Como atividade 1, ela solicitou que calculassem e comparassem a quantidade de cafeína no rótulo com a quantidade determinada em laboratório, a partir dos dados da tabela (Texto 2).
Na aula posterior, a professora corrigiu na lousa os cálculos e apresentou o efeito da cafeína no corpo humano, mencionando que jovens não devem consumir mais do que 2,5 mg de cafeína por kg de peso corporal por dia.
Considerando a média de idade e o peso dos estudantes, ela aplicou a atividade 2, na qual eles precisaram calcular a dose máxima diária de cafeína que um jovem de 16 anos com 50 kg pode consumir.
Na atividade 3, ela propôs que eles verificassem, em suas casas, quais outros alimentos contêm cafeína. Além disso, deveriam fazer um diário alimentar da família e, posteriormente, calcular a média individual de consumo dessa substância. Esses resultados deveriam ser expostos em um cartaz, considerando a idade dos integrantes da família e a dose máxima indicada por órgãos reguladores para diferentes faixas etárias.
Como finalização da temática, na aula seguinte, a professora discutiu a metabolização da cafeína no fígado, exemplificada pela representação da reação genérica de oxidação:
C8H10N4O2 +
O2 → C7H8N4O2 + CO2 + H2O
Massa molar: C = 12 g ⋅ mol-1; H = 1 g ⋅ mol-1; N = 14 g ⋅ mol-1; O = 16 g ⋅ mol-1.
Após a discussão, os estudantes fizeram a atividade 4, que consistiu na resolução de uma lista de exercícios sobre estequiometria de reações, envolvendo a cafeína e seus derivados.
TEXTO 2
Dados com os resultados dos testes realizados e as informações presentes
nos rótulos das embalagens das bebidas analisadas

VULETIC, N.; BARDIC, L.; ODŽAK, R. Spectrophotometric Determining of Caffeine Content in the Selection of Teas,
Soft and Energy Drinks Available on the Croatian Market. Food Research, n. 2, 2021.
TEXTO 1
A professora chegou em sala quando os estudantes discutiam sobre o consumo excessivo de cafeína (fórmula molecular: C8H10N4O2). Ela foi questionada sobre quais outras bebidas apresentam essa substância, pois eles acreditavam que ela estava presente apenas no café. Nesse contexto, dado o interesse dos estudantes e o objetivo de estimular uma postura investigativa e científica, ela falou sobre energéticos e refrigerantes do tipo cola, e expôs dados de um estudo que mensurou a quantidade de cafeína nessas bebidas e a quantidade declarada no rótulo (Texto 2).
Como atividade 1, ela solicitou que calculassem e comparassem a quantidade de cafeína no rótulo com a quantidade determinada em laboratório, a partir dos dados da tabela (Texto 2).
Na aula posterior, a professora corrigiu na lousa os cálculos e apresentou o efeito da cafeína no corpo humano, mencionando que jovens não devem consumir mais do que 2,5 mg de cafeína por kg de peso corporal por dia.
Considerando a média de idade e o peso dos estudantes, ela aplicou a atividade 2, na qual eles precisaram calcular a dose máxima diária de cafeína que um jovem de 16 anos com 50 kg pode consumir.
Na atividade 3, ela propôs que eles verificassem, em suas casas, quais outros alimentos contêm cafeína. Além disso, deveriam fazer um diário alimentar da família e, posteriormente, calcular a média individual de consumo dessa substância. Esses resultados deveriam ser expostos em um cartaz, considerando a idade dos integrantes da família e a dose máxima indicada por órgãos reguladores para diferentes faixas etárias.
Como finalização da temática, na aula seguinte, a professora discutiu a metabolização da cafeína no fígado, exemplificada pela representação da reação genérica de oxidação:
C8H10N4O2 +
O2 → C7H8N4O2 + CO2 + H2O
Massa molar: C = 12 g ⋅ mol-1; H = 1 g ⋅ mol-1; N = 14 g ⋅ mol-1; O = 16 g ⋅ mol-1.
Após a discussão, os estudantes fizeram a atividade 4, que consistiu na resolução de uma lista de exercícios sobre estequiometria de reações, envolvendo a cafeína e seus derivados.
TEXTO 2
Dados com os resultados dos testes realizados e as informações presentes
nos rótulos das embalagens das bebidas analisadas

VULETIC, N.; BARDIC, L.; ODŽAK, R. Spectrophotometric Determining of Caffeine Content in the Selection of Teas,
Soft and Energy Drinks Available on the Croatian Market. Food Research, n. 2, 2021.
TEXTO 1
A professora chegou em sala quando os estudantes discutiam sobre o consumo excessivo de cafeína (fórmula molecular: C8H10N4O2). Ela foi questionada sobre quais outras bebidas apresentam essa substância, pois eles acreditavam que ela estava presente apenas no café. Nesse contexto, dado o interesse dos estudantes e o objetivo de estimular uma postura investigativa e científica, ela falou sobre energéticos e refrigerantes do tipo cola, e expôs dados de um estudo que mensurou a quantidade de cafeína nessas bebidas e a quantidade declarada no rótulo (Texto 2).
Como atividade 1, ela solicitou que calculassem e comparassem a quantidade de cafeína no rótulo com a quantidade determinada em laboratório, a partir dos dados da tabela (Texto 2).
Na aula posterior, a professora corrigiu na lousa os cálculos e apresentou o efeito da cafeína no corpo humano, mencionando que jovens não devem consumir mais do que 2,5 mg de cafeína por kg de peso corporal por dia.
Considerando a média de idade e o peso dos estudantes, ela aplicou a atividade 2, na qual eles precisaram calcular a dose máxima diária de cafeína que um jovem de 16 anos com 50 kg pode consumir.
Na atividade 3, ela propôs que eles verificassem, em suas casas, quais outros alimentos contêm cafeína. Além disso, deveriam fazer um diário alimentar da família e, posteriormente, calcular a média individual de consumo dessa substância. Esses resultados deveriam ser expostos em um cartaz, considerando a idade dos integrantes da família e a dose máxima indicada por órgãos reguladores para diferentes faixas etárias.
Como finalização da temática, na aula seguinte, a professora discutiu a metabolização da cafeína no fígado, exemplificada pela representação da reação genérica de oxidação:
C8H10N4O2 +
O2 → C7H8N4O2 + CO2 + H2O
Massa molar: C = 12 g ⋅ mol-1; H = 1 g ⋅ mol-1; N = 14 g ⋅ mol-1; O = 16 g ⋅ mol-1.
Após a discussão, os estudantes fizeram a atividade 4, que consistiu na resolução de uma lista de exercícios sobre estequiometria de reações, envolvendo a cafeína e seus derivados.
TEXTO 2
Dados com os resultados dos testes realizados e as informações presentes
nos rótulos das embalagens das bebidas analisadas

VULETIC, N.; BARDIC, L.; ODŽAK, R. Spectrophotometric Determining of Caffeine Content in the Selection of Teas,
Soft and Energy Drinks Available on the Croatian Market. Food Research, n. 2, 2021.

TEXTO 1
Entre 2003 e 2021, o consumo anual de agrotóxicos no Brasil cresceu 392%, colocando o país como o maior consumidor mundial desses insumos. Em 2021, foram utilizadas 720 mil toneladas — quase quatro vezes o volume de 2003 — com consumo médio de 10,9 kg ⋅ ha-1, cerca de 3,5 vezes superior ao de 2003. Esse total supera em 1,57 vezes o consumo dos Estados Unidos, o segundo maior consumidor global.
PAZ, J. V.; REZENDE, V. T. Agrotóxicos no Brasil: entre a produção
e a segurança alimentar. Jornal da USP, 11 dez. 2023.
TEXTO 2
O glifosato (N-(fosfonometil)glicina) é um dos herbicidas mais utilizados mundialmente. Sua estrutura química apresenta um grupo fosfonato (-PO(OH)2), uma amina secundária e um grupo carboxílico. A molécula atua inibindo uma enzima do ciclo do shikimato, crucial na biossíntese de aminoácidos aromáticos em plantas.