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Sobre terremotos e o deslocamento de placas tectônicas, analise as afirmações abaixo e assinale V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.
( ) Existem dois tipos de vibrações sísmicas em um meio sólido que se propagam em todas as direções: vibrações longitudinais e transversais. Nas ondas longitudinais (ondas P), as partículas do meio vibram paralelamente à direção da propagação; nas transversais (ondas S), as vibrações das partículas são perpendiculares à direção da propagação da onda.
( ) No interior das placas tectônicas, também ocorrem sismos, chamados “sismos intraplaca”, em decorrência das tensões geradas nas bordas das placas transmitirem-se por todo o seu interior. Esses sismos são rasos, com até 30-40 km de profundidade. Essa “sismicidade intraplaca” é relativamente pequena, com sismos de magnitudes baixas a moderadas – fato que impede a existência de sismos altamente destrutivos no interior das placas.
( ) As placas litosféricas podem ser de natureza oceânica ou mais comumente compostas de porções de crosta continental e crosta oceânica. Como exemplo desse tipo de placa, podemos citar as Placas Sul-Americana, Africana e Norte-Americana. As placas de natureza oceânica podem ou não incluir pequenos fragmentos de crosta continental, o que pode ser exemplificado pela imensa Placa do Pacífico, de natureza oceânica, que contém uma pequena parte da Califórnia, onde se situa a cidade de Los Angeles.
( ) É sabido que existem três tipos distintos de limites entre placas tectônicas: os Limites Divergentes: onde as placas se afastam umas das outras, com formação de uma nova crosta oceânica; Limites Convergentes: onde as placas tectônicas colidem, com a mais densa mergulhando sobre a outra, gerando uma intensa zona de magmatismo; e os Limites Conservativos: onde as placas tectônicas deslizam lateralmente uma em relação a outra, ao longo de fraturas denominadas “Falhas Transformantes”.
( ) As informações geológicas disponíveis demonstram que a aglutinação e fragmentação das massas continentais começaram a acontecer a partir da fragmentação do supercontinente conhecido como Pangeia – fragmentação essa que começou a acontecer há aproximadamente 200 milhões de anos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Analise o texto a seguir:
Fotos históricas revelam como a Estátua da Liberdade foi construída
Símbolo dos Estados Unidos, que tinha cor de cobre e esverdeou com o tempo, foi fabricado e exibido na França antes de se tornar uma atração no porto de Nova York
Foto de Pierre Petit, Biblioteca do Congresso dos EUA.
A Estátua da Liberdade, amplamente reconhecida como um símbolo dos Estados Unidos, foi um presente dado pela França para comemorar a aliança entre os países durante a Guerra Revolucionária.
Equipes na França construíram a estátua de 45 metros de altura peça por peça, ao longo de nove anos de trabalho intenso. À medida que as partes eram completadas, ficavam expostas por Paris. A cabeça da senhora Liberdade, assim como a tocha que ela segura, enfeitou os Jardins do Trocadéro, situados em frente à Torre Eiffel, antes de dar boas-vindas aos imigrantes que chegavam aos Estados Unidos.
Em 1885, a estátua foi enviada a sua nova casa em Nova York – apesar de, tecnicamente, a pequena ilha onde se encontra, a Ilha da Liberdade, estar em águas do estado da Nova Jersey. Feita de cobre, ela foi inaugurada em 28 de outubro de 1886, depois de quatro anos de montagem. A cor verde demorou 20 anos para pegar – um processo chamado pátina vert-de-gris.
MARTIN, Emily. Fotos históricas revelam como a Estátua da Liberdade foi construída. National Geographic. 2021.
Disponível em: <https://www.nationalgeographicbrasil.com/fotografia/2021/09/fotos-historicasrevelam-como-a-estatua-da-liberdade-foi-construida>.
A mudança na cor da estátua da liberdade era algo esperado, pois já se sabia que materiais feitos de cobre passam por esse processo quando expostos as intempéries do tempo. Nos estudos geográficos, esse processo de transformação de minerais e rochas é reconhecido como:
NÃO corresponde a um dos municípios limítrofes de Tunas:
O Brasil é formado por seis biomas de características distintas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Cada um desses ambientes abriga diferentes tipos de vegetação e de fauna.
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Em relação a caatinga, é correto afirmar que:
Atualmente o Brasil segue a divisão regional estabelecida em 1970, (IBGE) que divide o País em cinco regiões: Norte, Sul, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Baseando-se nessa informação, é correto afirmar que o estado do Maranhão se encontra na região:
Um dos mais importantes cursos de água do Brasil e da América do Sul, este rio atravessa cinco estados brasileiros. Chamado de o “Rio da Unidade Nacional”, parte dele já foi transposta para sanar deficiências hídricas na região do semiárido nordestino. Estas características apontam, sem sombra de dúvidas, para o:
Consiste em um meio de interpretar sobre uma dada superfície de papel uma maior ou menor porção do espaço, portanto, de enfocar seu estudo conforme diversas ordens de grandeza, desde as que se medem em milhares de quilômetros até as que não ultrapassam algumas dezenas de metros, ou até menos.
(JOLY, F. A Cartografia, 2007, p. 52. Adaptado).
No texto está presente o conceito de
Consiste em um mapa temático, em que, conservando a continuidade do espaço, deformam-se voluntariamente as superfícies reais para torná-las proporcionais à variável considerada.
(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007, p. 76. Adaptado)
O texto apresenta o conceito de
De sua posição geográfica resulta uma fortíssima entrada de energia solar, acompanhada de um abastecimento quase permanente de massa de ar úmido, de grande estoque de nebulosidade, de baixa amplitude térmica anual e de ausência de estações secas pronunciadas em quase todos os seus espaços sub-regionais.
(AB’SABER, Aziz. Os Domínios da natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2007, p.65. Adaptado).
Os elementos do meio físico apresentados no texto indicam se tratar de aspectos da região
A figura representa as médias globais de precipitação para as diferentes latitudes do globo nos hemisférios norte e sul.
(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil, 2005, p.96).
Observa-se que os pontos de maior precipitação média estão localizados nas latitudes próximas ao equador, havendo uma redução para totais inferiores a 1 000 m em ambos os hemisférios nas latitudes 25 a 30º, estando essa redução associada à presença de anticiclones. Essas latitudes, de modo geral, coincidem com a ocorrência de
A distância entre duas localidades é de 180 quilômetros em linha reta. Em um mapa, essa distância representa 10 centímetros. Efetuando os cálculos, obtém-se que a escala numérica do mapa é de:
Na Geografia, a análise marxista não desapareceu (assim como não desapareceram as chamadas Geografias Tradicional e Quantitativa), mas adquiriu outras nuanças. De uma certeza de que o espaço socialmente determinado constituía o cerne da análise geográfica, foram surgindo outras formulações, marxistas e não marxistas, ora elegendo como objeto de estudo ________ como espaço subjetivo vivenciado pelo sujeito, ora ________ como expressão de domínio de grupos de poder, provocando o fortalecimento da análise geopolítica na Geografia.
(CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimentos, 2003, p.18. Adaptado).
As lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por dois conceitos basilares da Geografia:
Representa um dos conceitos mais fecundos que a filosofia clássica nos legou, constituindo em elemento fundamental para o conhecimento e análise da realidade. Segundo essa ideia, todas as coisas presentes no Universo formam uma unidade. Cada coisa nada mais é que parte da unidade, do todo, mas não é uma simples soma das partes. As partes que a formam não bastam para explicá-la. Ao contrário, é ela que explica as partes.
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção, 2008, p.74. Adaptado).
O autor indica no texto o conceito de
Compõe um conjunto de formas que, num dado momento, exprimem as heranças que representam as sucessivas relações localizadas entre homem e natureza. Consiste em uma definição transtemporal, juntando objetos passados e presentes, uma construção transversal.
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção, 2008, p.66-67. Adaptado).
O autor apresenta no texto o conceito de
Leia os excertos a seguir.
I. Quando tudo era meio natural, o homem escolhia da natureza aquelas suas partes ou aspectos considerados fundamentais ao exercício da vida, valorizando, diferentemente, segundo os lugares e as culturas, essas condições naturais que constituíam a base material da existência do grupo.
II. Período em que se vê a emergência do espaço mecanizado. Os objetos que formam o meio não são, apenas, objetos culturais; eles são culturais e técnicos, ao mesmo tempo. Quanto ao espaço, o componente material é crescentemente formado do “natural” e do “artificial”.
III. Tem início após a Segunda Guerra Mundial, e sua afirmação, incluindo os países de terceiro mundo, vai realmente dar-se nos anos 70. Distingue-se dos anteriores pelo fato da profunda interação da ciência e da técnica, a tal ponto que certos autores preferem falar de tecnociência para realçar a inseparabilidade atual dos dois conceitos e das duas práticas.
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção, 2008, p. 157-159. Adaptado).
Esses três momentos relatados nos excertos numerados de I a III compreendem as três etapas de divisão do meio geográfico e representam, sequencialmente,
Ross (2005, p.53) apresenta a classificação do relevo do território brasileiro dividido em planaltos, planícies e depressões. Considerando a localização geográfica do estado de São Paulo, identifica-se, no sentido leste-oeste, três macrounidades que são:
Consiste em um processo de integração regional formado inicialmente pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, criado a partir do Tratado de Assunção em 1991 e prevê a eliminação de barreiras tarifárias e não tarifárias e do estabelecimento de uma tarifa comum.
(Oliveira, A.U. A mundialização do capitalismo e a geopolítica mundial do fim do século XX. IN: ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil, 2005, p.261).
O excerto apresenta informações e características econômicas que estão associadas
Corresponde a uma faixa, que acompanha as baixas latitudes na altura do equador e se forma pela convergência dos ventos alísios de sudeste, provenientes do hemisfério sul e os alísios de nordeste, oriundos do hemisfério norte.
(Conti, J.B., Furlan, S.A., Geoecologia, o clima, os solos e a biota.
IN: ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil, 2005, p.95).
O texto define as características:
O Domínio Morfoclimático dos Cerrados apresenta como característica da rede de drenagem:
Na linguagem simbólica utilizada nas ciências biogeográficas sucedem-se termos para designar “ilhas” de vegetação aparentemente anômalas, identificadas nos corredores de grandes Domínios Morfoclimáticos e Fitogeográficos. Para designar manchas de ecossistemas típicos de outras províncias, porém, encravadas no interior de um domínio de natureza totalmente diferente, é utilizada a expressão “enclave” fitogeográfico.
(AB’SABER, Aziz. Os Domínios da natureza no Brasil:
potencialidades paisagísticas, 2007, p.145. Adaptado).
Como exemplos de “enclaves” fitogeográficos tem-se: