Questões de Concurso
Para geografia
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1. A predominância de fontes de energia não renováveis, como petróleo e carvão, no consumo energético mundial.
2. A expansão da energia eólica e solar no Brasil, que já superam as fontes hidroelétricas em termos de capacidade instalada.
3. A dependência brasileira de hidroeletricidade, que representa a maior parte da matriz energética do país.
4. O crescimento do uso de biocombustíveis no Brasil, posiciona o país como um líder mundial na produção de energia renovável.
5. As dificuldades de integração das fontes de energia renovável na matriz energética global devido à variabilidade de geração e altos custos de armazenamento.
Alternativas:
1. A Revolução Industrial do século XVIII transformou profundamente as economias europeias, iniciando o processo de urbanização acelerada.
2. A industrialização tardia na América Latina levou à concentração de indústrias em regiões metropolitanas, com pouco impacto nas áreas rurais.
3. O Brasil passou por um processo de substituição de importações no século XX, promovendo a industrialização em várias regiões do país.
4. A desindustrialização atual no Brasil tem levado ao declínio das áreas metropolitanas, com um retorno da população às zonas rurais.
5. A industrialização no Brasil sempre esteve concentrada no Sudeste, sem avanços significativos para outras regiões.
Alternativas:
1. A localização de indústrias em regiões periféricas para reduzir custos de produção.
2. A concentração de comércio e serviços em áreas centrais das cidades, criando zonas de maior densidade populacional.
3. A descentralização dos serviços públicos para regiões rurais, equilibrando o desenvolvimento urbano e rural.
4. A migração da população urbana para áreas rurais em busca de melhor qualidade de vida, alterando os padrões de consumo.
5. A globalização dos mercados, que aumenta a interdependência entre regiões e influencia a rede de transportes.
Alternativas:
1. A intensificação dos fluxos de capitais, pessoas, bens e informações entre diferentes partes do mundo.
2. A criação de uma homogeneidade cultural global, eliminando as particularidades regionais.
3. O aumento da desigualdade econômica entre países e regiões, com a concentração de riqueza em poucas áreas.
4. A expansão das redes de transporte e comunicação, conectando de maneira rápida e eficiente diferentes regiões.
5. A formação de blocos econômicos que buscam reduzir barreiras comerciais e integrar economias regionais.
Alternativas:
1. A predominância do capitalismo neoliberal, que promove a globalização e a integração dos mercados.
2. A manutenção de economias planificadas centralmente em grande parte do mundo, com pouco impacto na organização espacial.
3. O aumento da interdependência econômica entre os países, com fluxos intensos de capital, bens, serviços e informações.
4. A fragmentação dos mercados regionais, com políticas protecionistas prevalecendo sobre a cooperação internacional.
5. A evolução para uma economia verde, com a maioria dos países adotando práticas sustentáveis e responsáveis.
Alternativas:
1. Analisar a distribuição espacial das atividades econômicas e seus impactos sobre os ecossistemas locais.
2. Estudar apenas a configuração natural do território, sem considerar a ocupação humana.
3. Integrar a análise das características físicas, como relevo e clima, com os padrões de uso do solo e urbanização.
4. Abordar as questões geográficas de maneira isolada, sem relacioná-las com as políticas públicas de planejamento territorial.
5. Utilizar a cartografia como ferramenta para representar as interações entre sociedade e natureza.
Alternativas:
1. Incorporar a análise de casos locais de impacto ambiental, como o desmatamento na Amazônia, relacionando-os com processos globais.
2. Focar exclusivamente nos aspectos físicos da geografia, deixando as questões sociais para disciplinas específicas de ciências humanas.
3. Promover a conscientização ambiental através de projetos interdisciplinares que abordem a sustentabilidade.
4. Utilizar recursos tecnológicos, como mapas interativos e imagens de satélite, para explorar as mudanças ambientais e suas causas.
5. Priorizar a memorização de conceitos geográficos tradicionais, sem a necessidade de contextualização social.
Alternativas:
ALVES, Giovani. TOYOTISMO E SUBJETIVIDADE: AS FORMAS DE DESEFETIVAÇÃO DO TRABALHO VIVO NO CAPITALISMO GLOBAL. In: ORG & DEMO, v.7, n.1/2, Jan.-Jun./Jul.-Dez., p. 89-108, 2006.
Como características do modelo de produção industrial descrito acima, podemos destacar:
Abaixo, a imagem 1 apresenta a circulação atmosférica
em um grande adensamento urbano em um dia sem
grandes anomalias ou interferências climáticas externas.
Já a segunda imagem representa a presença de ar mais
frio nas camadas atmosféricas mais próximas à
superfície, decorrente de um rápido resfriamento desta,
diferentemente do que ocorre em dias normais (como
descrito na imagem 1). Com isso, a dissipação dos
poluentes junto à superfície, ou próximos dela, fica
comprometida.

O problema ambiental urbano evidenciado na imagem
dois é conhecido por:
A imagem abaixo representa o fenômeno do
“Encurtamento das distâncias”, que no mundo
globalizado, é potencializado

A diferença na evolução dos modais de transporte
expostos abaixo se devem, entre outros fatores,

Os gráficos a seguir mostram a distribuição da população mundial em três momentos. Observe:
PARTICIPAÇÃO NA POPULAÇÃO MUNDIAL
(1960, 2015 e 2060)

Considerando o exposto, é correto afirmar que:
Disponível em: https://atlasescolar.ibge.gov.br/conceitos-gerais/o-que-e cartografia/coordenadas-geogra- ficas.html#:~:text=A%20coordenada%20geogr%C3%A1fica%20de%20um,l igando%20um%20polo%20ao%20outro.
Considerando o exposto, e o planisfério terrestre, podemos afirmar que um local cuja coordenada geográfica é aproximadamente 39°53’45’’N e 116°25’14’’L localiza-se:
Domínio de espécies vegetais endêmicas, com paisagens naturais relativamente homogêneas e extensíveis a grandes áreas, caracterizado por basicamente três agrupamentos vegetais: florestal, savânico e campestre. No Brasil, distribui-se por Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Bahia, Piauí, Rondônia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Distrito Federal. Embora possua indiscutível importância biológica, vem enfrentando nas últimas décadas um crescente avanço no processo de ocupação predatória, especialmente por conta da expansão de fronteiras agrícolas.
O trecho acima descreve o domínio
No município de Alhandra, O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), em 2010, foi de:
(https://mundoeducacao.uol.com.br)
As alternativas estão corretas, EXCETO:
Sobre a Bacia Amazônica, é CORRETO afirmar que:
I. Um dos principais rios dessa bacia é o Rio Amazonas, que é o maior e mais volumoso rio do mundo, sendo resultado do encontro do Rio Negro e Solimões. Outros rios importantes dessa bacia são o Rio Madeira e o Rio Xingu.
II. O Rio Amazonas nasce na Cordilheira do Andes, no Peru, e tem sua bacia finalizada no Oceano Atlântico, no Brasil. É o único rio do mundo com uma foz mista.
III. O Rio Amazonas possui cerca de 7 mil metros de extensão e volume de água de 210.000 metros cúbicos, despejando aproximadamente 31 toneladas de sedimentos no Oceano Atlântico a cada segundo.
IV. As principais usinas hidrelétricas em funcionamento na Bacia do Amazonas são: Belo Monte, Jirau, Santo Antônio, Teles Pires, São Luíz dos Tapajós, Tucuruí.
Estão CORRETAS:
O Planalto das Guianas possui inúmeros picos e montes, se destacando:
I. Monte Roraima com 2.734,06 metros de altura, que se localiza na Serra do Pacaraima em Roraima.
II. Pico da Neblina, com 2.993,78 metros de altura, que se localiza na Amazônia, em fronteira com a Venezuela, na Serra do Imeri.
III. Pico 31 de março, com 2.972,66 metros de altura.
Está(ão) CORRETA(S):
Sobre o Planalto Central, é correto afirmar que, EXCETO: