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Q3430420 Geografia
O objeto de conhecimento “Geografia – Posicionamentos de organismos internacionais, como ONU, FMI, Conselho de Segurança, OMC, OIT, OMS, UNESCO e Banco Mundial, frente às demandas das sociedades globais e locais”, assim como “Os organismos internacionais e a economia globalizada, suas influências sobre os Estados Nacionais, (des)respeitando sua governança”, está presente no currículo paulista.

(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio, 2020)

Considerando a natureza desse objeto de conhecimento, é possível afirmar que ele está relacionado à categoria: 
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Q3430418 Geografia
Considerando o exposto por Santos (2021), o território não pode ser entendido apenas como um espaço físico, mas sim como um “território usado”.
(SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, 2021)

Como essa concepção se relaciona com a identidade da população e com as atividades econômicas?
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Q3430417 Geografia
Para Milton Santos (2021), a globalização não é apenas a existência de um novo sistema de técnicas. Ela é também o resultado das ações que asseguram a emergência de um mercado dito global, responsável pelo essencial dos processos políticos atualmente eficazes. Para ele, existem fatores que contribuem para explicar a arquitetura da globalização, entre esses destaca que pela primeira vez na história, o ser humano tem a capacidade de conhecer o mundo de forma ampla e detalhada, principalmente pelo avanço da ciência e da tecnologia. Antes, as pessoas utilizavam apenas os materiais disponíveis na natureza. Hoje, a tecnologia permite que criemos novos materiais em laboratórios, possibilitando invenções como os satélites.

(SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, 2021)

A esse fator, Santos (2021) denomina de
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Q3430416 Geografia
Santos e Silveira (2021), como sugestão para um debate, reconhecem a existência de quatro Brasis. Entre eles, um é caracterizado como uma área de ocupação periférica recente, com meio técnico-científico-informacional se estabelecendo sobre um território praticamente natural, ou melhor pré-técnico, onde a vida de relações era rala e precária. Sobre essa herança de rarefação, os novos dados constitutivos do território são os do mundo da informação, da televisão, de uma rede de cidades assentada sobre uma produção agrícola moderna e suas necessidades relacionadas.

(SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021)

A região que os autores se referem é:
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Q3430415 Geografia
A noção de desigualdade territorial, segundo Santos e Silveira (2021), persiste nas condições atuais. Todavia, produzir uma tipologia de tais diferenciações é, hoje, muito mais difícil do que nos períodos históricos precedentes. As desigualdades territoriais do presente têm como fundamento um número de variáveis bem mais vasto, cuja combinação produz uma enorme gama de situações de difícil classificação.

(SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2021)

Sobre esse tema, é possível afirmar que
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Q3430414 Geografia
Milton Santos ressalta que a unidade de análise do geógrafo deve ser uma específica, e somente levando em conta esta escala, pode-se compreender os vários lugares contidos em seu território. Para ele, essa unidade é o agente de transformação, de difusão e de dotação. É o intermediário entre as forças internas e externas. Assim, não é passivo; ao contrário, orienta os estímulos e é o grande criador das “rugosidades”.

(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)

De acordo com o autor, nesta obra, a unidade de análise do geógrafo para Milton Santos é: 
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Q3430413 Geografia
A crise da Geografia Tradicional e o movimento de renovação a ela associado começam a se manifestar já em meados da década de cinquenta e se desenvolvem aceleradamente nos anos posteriores. A década de sessenta encontra as incertezas e os questionamentos difundidos por vários pontos.

(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo, 1985)

Duas vertentes foram responsáveis pela crítica à Geografia tradicional. Uma delas refere-se à 
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Q3430412 Geografia
Vidal de La Blache definiu o objeto da Geografia como a relação homem-natureza, na perspectiva da paisagem. Colocou o homem como um ser ativo, que sofre a influência do meio, porém que atua sobre este, transformando-o. Observou que as necessidades humanas são condicionadas pela natureza, e que o homem busca as soluções para satisfazê-las nos materiais e nas condições oferecidas pelo meio.

(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica, 1985)

O texto apresenta um dos principais autores relacionado ao pensamento
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Q3430411 Geografia
O principal livro desse autor foi publicado em 1882, denominado de Antropogeografia – fundamentos da aplicação da Geografia à História. Pode-se dizer que esta obra funda a Geografia Humana. Nela, o autor definiu o objeto geográfico como o estudo da influência que as condições naturais exercem sobre a humanidade.

(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo,1985)

O autor a que o texto se refere é: 
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Q3430410 Geografia
A obra de Ritter, especialmente em seu principal trabalho, Geografia Comparada, propõe uma Geografia de caráter metodológico e normativo, com uma abordagem distintiva em relação a Humboldt. Para Ritter, a causalidade da natureza obedeceria a uma determinação transcendente do movimento dos fenômenos, havendo, assim, uma predestinação dos lugares.

(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica, 1985)

Para Carl Ritter, a Geografia tem como objetivo principal
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Q3430408 Geografia
Dentro do tema mudanças climáticas, um conceito importante, por se tratar de cidades e investimentos urbanos, refere-se a uma “dependência da trajetória pela qual se decidiu em um determinado momento, que impede ou dificulta demasiadamente ações de mitigação ou de adaptação”.

(KLUG, Letícia; et al. Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para a implementação da Nova Agenda Urbana. IPEA, 2016. Adaptado)

Esse conceito é conhecido como
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Q3430407 Geografia
De acordo com a definição do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), mitigação, no contexto das mudanças climáticas, refere-se à
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Q3430406 Geografia
Quando os raios solares incidem sobre a superfície terrestre, eles podem ser refletidos ou sua energia pode ser absorvida pela superfície. Quando a energia é absorvida, as moléculas da superfície do planeta passam a vibrar mais; sólidos, líquidos e gases expandem-se, e a vibração das moléculas transmite calor em todas as direções, inclusive em direção ao espaço. Como há gases na atmosfera que também possuem a característica de receber e retransmitir calor de suas moléculas para o meio, inclusive em direção à superfície terrestre, esse vai e vem de energia atrasa a dissipação da energia absorvida pela terra de volta ao espaço.

(KLUG, Letícia; et al. Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para a implementação da Nova Agenda Urbana. IPEA, 2016. Adaptado)

Esse fenômeno é conhecido como 
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Q3430405 Geografia
No Brasil, algumas iniciativas estão sendo tomadas pelo governo federal no sentido de pensar e dotar as cidades de instrumentos e capacidades para a nova realidade de mudança do clima. Em 2011, criou-se um órgão cuja missão é desenvolver, testar e implementar um sistema de previsão de ocorrência de desastres naturais em áreas suscetíveis de todo o Brasil e emitir alertas de desastres naturais. A organização não só auxilia as ações preventivas, mas possibilita identificar vulnerabilidades no uso e na ocupação do solo, com destaque para o planejamento urbano e a instalação de infraestruturas.

(KLUG, Letícia; et al. Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para a implementação da Nova Agenda Urbana. IPEA, 2016. Adaptado)

O texto refere-se à criação do
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Q3430404 Geografia
O tema mudança climática entrou definitivamente na agenda política mundial. A preocupação com uma trajetória de alteração acelerada do clima do planeta fez com que um conjunto de 197 países (196 Estados e uma organização de integração econômica regional) ratificassem a convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o tema, desde que foi aberta para assinaturas, em 1992.

(KLUG, Letícia; et al. Mudanças climáticas e os desafios brasileiros para a implementação da Nova Agenda Urbana. IPEA, 2016. Adaptado)

O texto se refere a
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Q3430403 Geografia
Observe o mapa.

Q40.png (332×305)
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

Os números 1, 2 e 3 representam, respectivamente, os seguintes domínios morfoclimáticos e fitogeográficos:
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Q3430402 Geografia
Trata-se de uma região com excepcional pluviosidade que atinge a gigantesca depressão topográfica regional. O grande rio, ele próprio, nasce em plena Cordilheira dos Andes a mais de quatro mil metros de altitude e tem contribuição do regime nival.

(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

Essa característica peculiar demarca o regime hidrológico presente no domínio morfoclimático e fitogeográfico
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Q3430398 Geografia
O raciocínio geográfico está relacionado com uma maneira de exercitar o pensamento espacial, por meio de princípios fundamentais.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)

Dentre esses princípios fundamentais tem-se aquele em que, um fenômeno geográfico sempre é comparável a outros. A identificação das semelhanças entre fenômenos geográficos é o início da compreensão da unidade terrestre.

Esse conceito remete ao princípio fundamental da
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Q3430397 Geografia
Trata-se de um conceito da geografia que tem sido tomado como um primeiro foco de análise, como ponto de partida para aproximação de seu objeto de estudo que é o espaço geográfico. Define-se como a unidade visível do real e que incorpora todos os fatores resultantes da construção natural, social e cultural.

(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)

O texto refere-se ao conceito de
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Q3430395 Geografia
Trata-se de um domínio morfoclimático marcado por forte entrada de energia solar, acompanhada de um abastecimento de ar úmido. Na direção das periferias da floresta amazônica, há uma discreta acentuação da sazonalidade, desde o oeste de Rondônia até o Acre. Durante o inverno, esse processo se deve à força de penetração do braço mais interior da massa de ar tropical atlântica para a Amazônia ocidental.

(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003. Adaptado)

Localmente, esse avanço da massa de ar, resulta em processo denominado de
Alternativas
Respostas
4441: D
4442: A
4443: B
4444: C
4445: E
4446: D
4447: E
4448: B
4449: A
4450: D
4451: B
4452: C
4453: A
4454: B
4455: E
4456: D
4457: B
4458: A
4459: B
4460: C