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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711105 Geografia
Dados do MapBiomas indicam que 77% das áreas de garimpo na Amazônia brasileira estão a menos de 500 metros de algum corpo-d’água, como rios, lagos e igarapés. Em 2022, a Amazônia concentrava 92% de toda a área garimpada no país: 241 mil hectares. Desse total, 186 mil hectares ficam a menos de meio quilômetro de algum curso-d’água
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://brasil.mapbiomas.org. Acesso em: 7 jun. 2025.

A localização dos garimpos na Amazônia, muito próximos aos cursos-d’água, pode ser utilizada em uma aula interdisciplinar envolvendo Geografia e Biologia para permitir aos alunos a compreensão de que os principais problemas dessa atividade de exploração mineral, na saúde humana, são causados pelo(a)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711102 Geografia
TEXTO 1

O território do Quilombo Kalunga preserva 83% do bioma nativo do Cerrado, aponta análise do MapBiomas. A rede colaborativa formada por organizações não governamentais, universidades e empresas de tecnologia aponta ainda que, em quase 40 anos, a utilização do território por humanos cresceu apenas 7%.

Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br. Acesso em: 22 maio 2025.


TEXTO 2

Recorte da plataforma MapBiomas com

representação do Quilombo Kalunga


 Disponível em: https://plataforma.brasil.mapbiomas.org.

Acesso em: 22 maio 2025 (adaptado).
Ao analisarem a imagem, os estudantes notaram que a preservação do Cerrado é superior à do restante do estado de Goiás. A partir disso, a professora da turma solicitou aos estudantes que realizassem uma pesquisa sobre a forma de organização socioespacial dos quilombos e uma formulação de hipóteses sobre os níveis de preservação alcançados pela comunidade. A conclusão apresentada pelos estudantes demonstrou que as grandes áreas preservadas são explicadas pelo fato de os quilombolas
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711101 Geografia
TEXTO 1

O território do Quilombo Kalunga preserva 83% do bioma nativo do Cerrado, aponta análise do MapBiomas. A rede colaborativa formada por organizações não governamentais, universidades e empresas de tecnologia aponta ainda que, em quase 40 anos, a utilização do território por humanos cresceu apenas 7%.

Disponível em: https://www.jornalopcao.com.br. Acesso em: 22 maio 2025.


TEXTO 2

Recorte da plataforma MapBiomas com

representação do Quilombo Kalunga


 Disponível em: https://plataforma.brasil.mapbiomas.org.

Acesso em: 22 maio 2025 (adaptado).
Ao construir uma sequência didática para realizar um trabalho de campo sobre o Quilombo mencionado nos textos, tendo como pressuposto metodológico associar diferentes linguagens e tecnologias com vistas ao desenvolvimento do raciocínio geográfico, a professora deve planejar atividades que incluam a
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711100 Geografia
Considerando a charge como um gênero textual crítico, ilustrativo e humorístico, articulando com as recomendações teórico-metodológicas presentes no texto, um professor planejou uma aula para tratar sobre desigualdade na distribuição de renda. Após as discussões, qual charge os estudantes indicaram como representativa do tema?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711098 Geografia
O Matopiba é uma região composta pelo estado do Tocantins, e parte dos estados do Maranhão, Piauí e Bahia, onde vem se intensificando a expansão da agricultura principalmente no bioma Cerrado nas últimas duas décadas. Em 2024, cerca de 42% de toda a perda de vegetação nativa no país ocorreu na região do Matopiba, totalizando 516 529 ha. É na região do Matopiba que está concentrado 75% do desmatamento do Cerrado, em 2024.
Relatório Anual do Desmatamento no Brasil – RAD 2024. Disponível em: alerta.mapbiomas.org.
Acesso em: 22 maio 2025 (adaptado).

Em um plano de aula, cujo tema seja os impactos ambientais sobre a vegetação mencionada no texto, é necessária uma abordagem metodológica que envolva o crescimento da
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711097 Geografia
Fim de semana no parque


Olha só aquele clube que da hora

Olha o pretinho vendo tudo do lado de fora

Nem se lembra do dinheiro que tem que levar

Do seu pai bem louco gritando dentro do bar

Nem se lembra de ontem, de hoje e o futuro

Ele apenas sonha através do muro

Milhares de casas amontoadas

Ruas de terra esse é o morro, a minha área me espera

Gritaria na feira (vamos chegando!)

Pode crer eu gosto disso mais calor humano Na periferia a alegria é igual

É quase meio dia a euforia é geral

É lá que moram meus irmãos, meus amigos

E a maioria por aqui se parece comigo

MANO BROWN. Raio-X do Brasil. São Paulo: Zimbabwe Records, 1993 (fragmento)
Esse trecho permite a identificação e reflexão de qual dinâmica que perpassa a produção do espaço brasileiro?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711096 Geografia
Fim de semana no parque


Olha só aquele clube que da hora

Olha o pretinho vendo tudo do lado de fora

Nem se lembra do dinheiro que tem que levar

Do seu pai bem louco gritando dentro do bar

Nem se lembra de ontem, de hoje e o futuro

Ele apenas sonha através do muro

Milhares de casas amontoadas

Ruas de terra esse é o morro, a minha área me espera

Gritaria na feira (vamos chegando!)

Pode crer eu gosto disso mais calor humano Na periferia a alegria é igual

É quase meio dia a euforia é geral

É lá que moram meus irmãos, meus amigos

E a maioria por aqui se parece comigo

MANO BROWN. Raio-X do Brasil. São Paulo: Zimbabwe Records, 1993 (fragmento)
Uma professora propôs à sua turma do 8º ano do Ensino Fundamental a escuta do trecho da canção. Em seguida, a professora utilizou a cartografia social como instrumento avaliativo e solicitou aos estudantes que construíssem seus próprios mapas para caracterizar a dinâmica urbana dos seus respectivos bairros. Considerando essa situação, a escolha do trecho da canção e da cartografia social se justifica porque ambas
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711095 Geografia
As pessoas com deficiência representam quase 15% da população global, chegando a quase 20% nos países de renda baixa e média. Apesar de mais de 50% de todas as pessoas com deficiência viverem em áreas urbanas, nossas cidades raramente atendem às necessidades de mobilidade de todo o espectro de deficiências. A maioria das cidades é projetada a partir da perspectiva de pessoas sem deficiência, priorizando a conveniência dos usuários de veículos motorizados em vez de atender às pessoas que caminham, pedalam ou usam transporte público. A análise do planejamento e mobilidade urbana abre um debate sobre a importância da melhoria da cidade em sua integralidade, abrangendo espaços públicos, vias e infraestrutura e das adequações dos espaços, visando garantir a acessibilidade e o conforto. Estudos demonstram que a exclusão e as dificuldades vivenciadas no contexto do transporte impõem grandes obstáculos à autonomia pessoal, à educação, ao emprego, a atividades econômicas, a evacuações de emergência e à participação social de pessoas com deficiência.
ARTIEDA, L. et al. Acesso para pessoas com deficiência em áreas urbanas. Disponível em: https://itdp.org. Acesso em: 17 maio 2025 (adaptado).

Com base no problema abordado no texto, o professor definiu o direito à cidade e ao transporte público como tema para debate com seus estudantes, considerando que os(as)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711094 Geografia
Imagem associada para resolução da questão
 PEREIRA, J. A. Geografia em rima. Disponível em: https://juaresdocordel.blogspot.com. Acesso em: 24 maio 2025 (fragmento).

Após a leitura em sala de aula do poema, a professora propôs aos estudantes a criação de uma bússola artesanal e a construção de uma rosa dos ventos com os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais. Eles também analisaram diferentes tipos de mapas e escalas, com o objetivo de compreender como a linguagem cartográfica ajuda a representar e entender o espaço geográfico. Em seguida, como atividade final, a professora solicitou aos estudantes a elaboração de um mapa colaborativo em
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711093 Geografia
TEXTO 1

A desertificação no semiárido brasileiro foi citada pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) em seu relatório Mudanças climáticas e Terra de 2019. O relatório apontou que 94% da região semiárida brasileira está sujeita à desertificação. Segundo o pesquisador que participou da elaboração do relatório, Humberto Barbosa, a “região semiárida é a mais impactada (pela mudança do clima) no Brasil”. A degradação dos solos do semiárido também se deve a outra ação humana: o desmatamento na Caatinga, ecossistema natural da região. Segundo Barbosa, ainda não se sabe quanto da desertificação se deve ao desmatamento e quanto se deve às mudanças climáticas. “É muito difícil separar os dois processos”.

Disponível em: https://bit.ly/44PF331. Acesso em: 20 maio 2025 (adaptado).

TEXTO 2

Quarto maior bioma do Brasil, abarcando 11% do território nacional, a Caatinga já perdeu 53,5% de sua cobertura original, segundo o MapBiomas, plataforma que monitora o uso do solo no país. SÁ, I. B. et al. Processos de desertificação no semiárido brasileiro. In:

SÁ, I. B.; SILVA, P. C. G. (Ed.).

Semiárido brasileiro: pesquisa desenvolvimento e inovação. Petrolina: Embrapa Semiárido, 2010.
Um professor de Geografia em uma escola do semiárido brasileiro está desenvolvendo uma sequência didática sobre os impactos socioambientais descritos no texto. Nesse contexto, a melhor forma de aplicar o raciocínio geográfico e o pensamento espacial para compreender as dinâmicas socioambientais da desertificação no semiárido é por meio de:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711092 Geografia
TEXTO 1

A desertificação no semiárido brasileiro foi citada pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) em seu relatório Mudanças climáticas e Terra de 2019. O relatório apontou que 94% da região semiárida brasileira está sujeita à desertificação. Segundo o pesquisador que participou da elaboração do relatório, Humberto Barbosa, a “região semiárida é a mais impactada (pela mudança do clima) no Brasil”. A degradação dos solos do semiárido também se deve a outra ação humana: o desmatamento na Caatinga, ecossistema natural da região. Segundo Barbosa, ainda não se sabe quanto da desertificação se deve ao desmatamento e quanto se deve às mudanças climáticas. “É muito difícil separar os dois processos”.

Disponível em: https://bit.ly/44PF331. Acesso em: 20 maio 2025 (adaptado).

TEXTO 2

Quarto maior bioma do Brasil, abarcando 11% do território nacional, a Caatinga já perdeu 53,5% de sua cobertura original, segundo o MapBiomas, plataforma que monitora o uso do solo no país. SÁ, I. B. et al. Processos de desertificação no semiárido brasileiro. In:

SÁ, I. B.; SILVA, P. C. G. (Ed.).

Semiárido brasileiro: pesquisa desenvolvimento e inovação. Petrolina: Embrapa Semiárido, 2010.
Considerando as informações contidas nos textos, pode-se definir que, dentre os diferentes usos de geotecnologias para auxiliar na análise das relações entre a desertificação, as dinâmicas populacionais e o uso do solo no semiárido, está o uso de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711091 Geografia
As redes geográficas e os fluxos, os quais são por elas viabilizados e potencializados, têm gerado cada vez mais uma racionalidade do consumo e consequentemente uma mudança no modo de vida das pessoas, que seguem um padrão global. Todavia, diferenciam-se no lugar ao encontrar especificidades materiais e imateriais, como a cultura, a materialidade urbana, os níveis de renda, o grau de escolaridade, o nível de conectividade.
SANTOS, E.; LOCATEL, C. D. Redes geográficas e a capilarização
do conteúdo urbano. Sociedade e Território,
n. 2, maio-ago. 2021 (adaptado).

Com base nesse texto, um professor destacou o papel do meio técnico-científico-informacional na popularização do e-commerce e pediu aos estudantes que debatessem a influência da ciência e tecnologia no cotidiano do comércio. Assim, conclui-se que a venda de mercadorias é viabilizada por redes de comércio
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711090 Geografia

TEXTO 1

  Imagem associada para resolução da questão

Bairro de Copacabana, Rio de Janeiro, década de 1930.

Disponível em: http://x.com/ORioAntigo. Acesso em: 3 jun. 2025.


TEXTO 2

Imagem associada para resolução da questão

 Bairro de Copacabana, Rio de Janeiro, 2025.


Disponível em: http://reveillon.rio. Acesso em: 3 jun. 2025.


As fotografias da cidade do Rio de Janeiro dos anos 1930 e 2025 podem ser utilizadas como recurso didático em aulas sobre urbanização, patrimônio, meio ambiente, dentre outros temas. Qual categoria geográfica representa as transformações entre as duas fotografias?

Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711088 Geografia
A geografia escolar possui uma história que está atrelada à própria historiografia da Geografia, esta entendida como campo de conhecimento que se constituiu como ciência e disciplina escolar. A geografia tradicional, também conhecida como geografia moderna, fundamentou-se no método positivista. De acordo com o positivismo, a análise da realidade deve ser reduzida à aparência dos fenômenos, abarcando somente os aspectos visíveis, concretos. Por sua vez, a geografia pragmática buscou uma atualização apenas da forma, e não do conteúdo da corrente tradicional. Já a geografia quantitativa pautou-se nos métodos matemáticos para explicar a realidade. Reduziu a análise das relações entre os elementos da paisagem como relações meramente quantitativas. A geografia crítica dedicou-se a analisar a relação entre a sociedade e a natureza na produção do espaço geográfico. Dessa maneira, diferentemente do pensamento anterior, considerou a realidade como mutável, dinâmica e em permanente movimento. No ensino, essa corrente esteve presente através da ênfase dada à construção do espaço permeado de tensões, conflitos e contradições. A geografia humanista, calcada especialmente na fenomenologia, também apresentou crítica ao positivismo lógico que embasou a geografia moderna e quantitativa. Essa linha do pensamento geográfico se interessou pelos indivíduos e suas experiências no mundo. 

MENEZES, V. S. A historiografia da geografia acadêmica e escolar: uma relação de (des)encontros.

Geographia Meridionalis, n. 2, dez. 2015 (adaptado).
Com base nesse texto, qual objetivo é adequado para uma aula cujo assunto é o território, considerando que a abordagem teórico-metodológica é a geografia dialético-marxista?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711087 Geografia
A geografia escolar possui uma história que está atrelada à própria historiografia da Geografia, esta entendida como campo de conhecimento que se constituiu como ciência e disciplina escolar. A geografia tradicional, também conhecida como geografia moderna, fundamentou-se no método positivista. De acordo com o positivismo, a análise da realidade deve ser reduzida à aparência dos fenômenos, abarcando somente os aspectos visíveis, concretos. Por sua vez, a geografia pragmática buscou uma atualização apenas da forma, e não do conteúdo da corrente tradicional. Já a geografia quantitativa pautou-se nos métodos matemáticos para explicar a realidade. Reduziu a análise das relações entre os elementos da paisagem como relações meramente quantitativas. A geografia crítica dedicou-se a analisar a relação entre a sociedade e a natureza na produção do espaço geográfico. Dessa maneira, diferentemente do pensamento anterior, considerou a realidade como mutável, dinâmica e em permanente movimento. No ensino, essa corrente esteve presente através da ênfase dada à construção do espaço permeado de tensões, conflitos e contradições. A geografia humanista, calcada especialmente na fenomenologia, também apresentou crítica ao positivismo lógico que embasou a geografia moderna e quantitativa. Essa linha do pensamento geográfico se interessou pelos indivíduos e suas experiências no mundo. 

MENEZES, V. S. A historiografia da geografia acadêmica e escolar: uma relação de (des)encontros.

Geographia Meridionalis, n. 2, dez. 2015 (adaptado).
Considerando esse texto como suporte didático, valendo-se do fundamento epistêmico para desenvolver o pensamento espacial, com base no princípio da analogia em uma perspectiva humanista, qual avaliação é adequada para uma aula cujo objetivo é analisar os deslocamentos populacionais decorrentes de condições climáticas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - GEOGRAFIA - Licenciatura |
Q3711086 Geografia
A geografia escolar possui uma história que está atrelada à própria historiografia da Geografia, esta entendida como campo de conhecimento que se constituiu como ciência e disciplina escolar. A geografia tradicional, também conhecida como geografia moderna, fundamentou-se no método positivista. De acordo com o positivismo, a análise da realidade deve ser reduzida à aparência dos fenômenos, abarcando somente os aspectos visíveis, concretos. Por sua vez, a geografia pragmática buscou uma atualização apenas da forma, e não do conteúdo da corrente tradicional. Já a geografia quantitativa pautou-se nos métodos matemáticos para explicar a realidade. Reduziu a análise das relações entre os elementos da paisagem como relações meramente quantitativas. A geografia crítica dedicou-se a analisar a relação entre a sociedade e a natureza na produção do espaço geográfico. Dessa maneira, diferentemente do pensamento anterior, considerou a realidade como mutável, dinâmica e em permanente movimento. No ensino, essa corrente esteve presente através da ênfase dada à construção do espaço permeado de tensões, conflitos e contradições. A geografia humanista, calcada especialmente na fenomenologia, também apresentou crítica ao positivismo lógico que embasou a geografia moderna e quantitativa. Essa linha do pensamento geográfico se interessou pelos indivíduos e suas experiências no mundo. 

MENEZES, V. S. A historiografia da geografia acadêmica e escolar: uma relação de (des)encontros.

Geographia Meridionalis, n. 2, dez. 2015 (adaptado).
 Considerando esse texto, qual abordagem metodológica é adequada para um plano de aula cujo objetivo é avaliar os impactos ambientais na Amazônia brasileira, em uma perspectiva humanista?
Alternativas
Q3710785 Geografia
São municípios limítrofes de Nova Olímpia, EXCETO: 
Alternativas
Q3710783 Geografia
O gentílico “potiguar” pertence a quem nasce em qual estado a seguir? 
Alternativas
Q3710763 Geografia
Durante uma sequência de aulas sobre desigualdades socioespaciais, uma professora propôs que os alunos realizassem um mapeamento do bairro onde vivem, identificando áreas com diferentes condições de moradia e infraestrutura. Após a atividade, os estudantes elaboraram textos e gráficos relacionando suas observações com o conceito de "espaço geográfico".
Com base nessa situação, é correto afirmar que a proposta da professora:
Alternativas
Q3710761 Geografia

A globalização, intensificada a partir da segunda metade do século XX, redefiniu as dinâmicas econômicas, políticas e territoriais do planeta, resultando em uma nova ordem mundial marcada por interdependência, competição e desigualdade.


Com base nos conceitos geográficos e geopolíticos que explicam esses processos, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Respostas
3341: C
3342: B
3343: D
3344: D
3345: B
3346: B
3347: D
3348: A
3349: D
3350: B
3351: A
3352: D
3353: C
3354: D
3355: A
3356: A
3357: D
3358: B
3359: B
3360: A