Foram encontradas 23.633 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
SPOSITO, M. Capitalismo e urbanização. 5ª ed. São Paulo: Contexto, 1994, p. 65.
Na perspectiva analítica acima, campo e cidade estão cada vez mais:
SANTOS, M. O espaço do cidadão. São Paulo: Nobel, 1987, p. 16-17.
Um dos elementos marcantes para a transformação do cidadão para um consumidor, na ótica de pensadores como Milton Santos, envolve a:
HENDLER, B. Crise de hegemonia e rivalidade EUA-China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 122.
Um dos elementos pertinentes às disputas hegemônicas entre EUA e China envolve as/os:
HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 137.
As desigualdades socioespaciais perceptíveis nos centros hegemônicos do capitalismo mundial trazem como impacto a:
O espaço na visão hartshorniana é o espaço absoluto, isto é, um conjunto de pontos que tem existência em si, sendo independente de qualquer coisa. É um quadro de referência que não deriva da experiência, sendo apenas intuitivamente utilizado na experiência. Trata-se de uma visão kantiana, por sua vez influenciada por Newton, em que o espaço (e o tempo) associa se a todas as dimensões da vida.
CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 18.
A percepção sobre o conceito de espaço descrita acima envolve qual escola da geografia:
JABBOUR, E.; DANTAS, A. Apontamentos sobre a geopolítica da China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 50-51.
Uma das transformações que envolvem o caso do desenvolvimento chinês pode ser indicada pela capacidade estatal em:
HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 94.
Um dos efeitos contraditórios que do exposto acima envolve a(o):
HARVEY, D. A produção capitalista do espaço. 2ª ed. São Paulo: Annablume, 2005, p. 50.
O texto sustenta que a inovação tecnológica é um paradigma importante nas relações econômicas contemporâneas, já que:
HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 43.
A partir do excerto acima, um dos desafios ainda correntes em relação à indústria brasileira envolve a:
BECKER, B.; EGLER, C. Brasil, uma nova potência regional na economia mundo. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011, p. 112.
Um dos elementos que corroboram o modo de inserção do Brasil na economia-mundo no pós-segunda guerra é a(o):
CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 119.
O importante conceito geográfico destacado acima é o de:
PORTO-GONÇALVES, C. O desafio ambiental. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 162.
Uma das marcas das contradições ambientais atuais envolve:
O desafio ambiental está no centro das contradições do mundo moderno-colonial. Afinal, a ideia de progresso - e sua versão mais atual, desenvolvimento - é, rigorosamente, sinônimo de dominação da natureza! Portanto, aquilo que o ambientalismo apresentará como desafio é, exatamente, o que o projeto civilizatório, nas suas mais diferentes visões hegemônicas, acredita ser a solução: a ideia de dominação da natureza. O ambientalismo coloca-nos diante da questão de que há limite para a dominação da natureza. Assim, além de um desafio técnico, estamos diante de um desafio político e, mesmo, civilizatório.
PORTO-GONÇALVES, C. O desafio ambiental. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 24.
O desafio ambiental exposto acima envolve elementos que ultrapassam a questão da técnica. Nessa perspectiva, o bioma Amazônia é fortemente marcado:
A região passa a ser vista como um produto real, construído dentro de um quadro de solidariedade territorial. Refuta-se, assim, a regionalização e a análise regional, como classificação a partir de critérios externos à vida regional. Para compreender uma região, é preciso viver a região.
CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 67.
A partir dos elementos do texto acima, indique a Escola da Geografia que tem este entendimento sobre o conceito de região:
A pirâmide etária apresentada no gráfico compara os dados populacionais de 2010 e 2022 obtidos pelo IBGE por sexo e faixas etárias. Considerando essas informações, qual das alternativas a seguir melhor descreve a transição demográfica vivenciada pelo Brasil?

Disponível em: juruti.pa.gov.br. Acesso em: 05 nov. 2025.
O principal destino da bauxita extraída em Juruti é a produção de alumínio em
O geógrafo Milton Santos, no início dos anos 2000, propôs a regionalização brasileira segundo o meio técnico- científico-informacional os critérios de regionalização estão ligados a inserção das regiões brasileiras ao meio técnico- científico- informacional sendo as regiões diferenciadas pela densidade de recursos técnicos, informacionais e pela rede de transporte e comunicação integradas às atividades econômicas. Essa possibilidade de regionalização é conhecida como os “quatro brasis”: Região Amazônica, Nordeste, Centro-Oeste e região Concentrada.
Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.
TEXTO II

Brasil: regiões geoeconômicas. Disponível em: sme.goiania.go.gov.br. Acesso em: 28 out. 2025.
De acordo com os textos, o critério usado por Milton Santos para propor a regionalização do Brasil baseia-se principalmente em