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Políticas públicas redistributivas baseiam-se em oportunidades o mais possível equânimes de acesso a educação, emprego e sistema de saúde, no entanto, exclui-se de tais políticas a redistribuição de renda.
O sistema previdenciário brasileiro não constitui caso de política redistributiva, uma vez que aqueles que contribuem receberão benefícios reduzidos no futuro.
As políticas redistributivas têm como objetivo o desvio e o deslocamento consciente de recursos financeiros, direitos ou outros valores entre camadas sociais e grupos da sociedade.
A redistribuição vertical de renda ocorre entre diferentes classes de renda, enquanto a distribuição horizontal ocorre dentro da própria classe de renda.
Políticas de caráter distributivo distribuem custos e não geram vantagens.
Políticas distributivas sempre demandarão contrapartidas fiscais daqueles que recebem a alocação de recursos.
Políticas distributivas são decisões tomadas pelo governo que desconsideram a questão de recursos limitados, e, para sua implementação, é necessária uma associação público-privada.
Em qualquer situação, para se implementar determinada decisão por meio de uma política pública, requer-se uma única ação estrategicamente selecionada.
Decisões e análises acerca de políticas públicas implicam responder às seguintes perguntas: quem ganha o quê, por quê e que diferença faz.
• na primeira, a espontaneidade é dominante e não se tem regras fixas.
• na segunda, as regras da interação definem claramente quem é quem e que papéis se devem cumprir.
• na terceira, o indivíduo tem acesso a todos os papéis de sua comunidade, sendo capaz de ver-se neles, compreendendo o comportamento dos outros e a eles
respondendo, adequadamente, durante o curso da interação à vida social.
Mead denominou, metaforicamente, estas três etapas sucessivas, respectivamente, de