Questões de Concurso
Para ciências sociais
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Leia atentamente os trechos da Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências para responder à questão.
[...] Terras invadidas
Pela força e ambição [...]
[...] Vivemos uma era do medo
De incertezas, desrespeito e confusão
Nossas aldeias estão vulneráveis
Novamente nossas flechas não combatem
A velocidade da munição [...].
[..] E veio o ano de 2020
Uma pandemia tivemos que enfrentar
As aldeias não conseguiram evitar
Que a doença entrasse matando sem parar [...].
Muitos ajudaram
Outros cruzavam os braços
E de longe viam a cena passar.
“Terra para “índio”?
Nem um palmo vou liberar”.
Frases de efeito pairam pelo ar
Terra Mãe!
Viver é pensar com equilíbrio
É ter pertencimento com o lugar
É sair da alienação
e ver que a natureza é um sujeito a
ecoar.
Respeito, direito!
Vem! Protege o teu lar
(Extraído de Wayna Kambeba, Márcia, Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências. Resistir em tempos pandêmicos. 2022. Sens public. https://sens-public.org/articles/1658/)) disponível em sens-public.org/articles/1658). Acesso em 17 de maio de 2023.
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
A reação diante da alteridade faz parte da própria natureza das sociedades. Em diferentes épocas sociedades particulares reagiram de formas específicas diante do contato com uma cultura diversa à sua. Uma coisa porém caracteriza todas as sociedades humanas: o estranhamento diante dos costumes de outros povos, a avaliação de formas de vida distintas a partir dos elementos da nossa própria cultura.
(Omar Ribeiro Thomaz, A antropologia e o mundo contemporâneo:
cultura e diversidade. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete
Benzi Grupioni (orgs.), A temática indígena na escola: novos
subsídios para professores de 1º e 2º Graus)
No excerto, o autor conceitua
Autores importantes do início do século XX, após terem sido rotulados indevidamente de positivistas e permanecerem durante décadas afastados das bibliografias, atualmente estão sendo relidos e revalorizados. De pouco lembrados, passaram a mencionados até pelo ativo grupo dos novos historiadores da esfera do político, termo substituto do clássico História Política. Reconhecendo o valor da antiga erudição, desenvolvendo criativas metodologias, aliadas às teorias das representações e do imaginário político, esses pesquisadores têm feito trabalhos sob novas perspectivas.
(Maria de Lourdes Monaco Janotti, História, política e ensino.
Em: Circe Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula. Adaptado)
Para Janotti, o mencionado repúdio à História Política tradicional tem relação com
As relações de gênero na perspectiva do sociólogo francês Pierre Bourdieu encontram-se enraizadas em uma estrutura social de dominação masculina, naturalizada e justificada pelo determinismo biológico e pela eficácia de mecanismos oriundos dessa estrutura e que contribuem para a reprodução e permanência das diferenças substanciais entre homens e mulheres.
COLODETTI, A. P. O. A.; MELO, M. C. O. L. As relações de gênero no contexto socioeconômico e cultural brasileiro: estudo com mulheres motoristas de aplicativos de mobilidade urbana. Cad. EBAPE.BR, v. 19, n. 4, Rio de Janeiro, out./dez. 2021. [Adaptado].
Na perspectiva do texto, um dos fatores institucionais responsáveis pelas desigualdades mencionadas é a
A herança discriminatória da escravidão (todas as relações com base na ideia de inferioridade dos negros que foram transmitidas), em conjunto com a falta de medidas e ações que integrassem os negros e indígenas na sociedade, como políticas de assistência social ou de inclusão racial no mercado de trabalho, gerou uma discriminação racial enraizada na sociedade.
Disponível em: https://www.politize.com.br/equidade/blogpost/o-que-e-racismo-estrutural/?https://www.politize.com.br/&gclid=CjwKCAjws--ZBhAXEiwAv-RNL5cWr6yOlZBWLOXiz9tI-EPW1ULVIRkBceqskQ-mN0ff32Q5uM6lIxoCEoQQAvD_BwE. Acesso em: 4 out. 2022. [Adaptado].
O texto explica o conceito de
Disponível em: https://guiadoestudante.abril.com.br/atualidades/karol-conka-e-a-educacao-nordestina-foi-xenofobia/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification. Acesso em: 4 out. 2022. [Adaptado].
O problema destacado se configura como