Questões de Concurso Para engenharia elétrica

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Q2915645 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

Entre os argumentos apresentados no texto para que a experimentação animal nos laboratórios continue, não se inclui

Alternativas
Q2915644 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

“A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos”.


Nesse período, quanto à sua estruturação sintática, é correto afirmar que

Alternativas
Q2915642 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

Pode‐se deduzir da leitura do texto que os que combatem as experiências com animais em laboratórios apoiam‐se, entre outros, no seguinte argumento:

Alternativas
Q2914398 Português

Texto


Fora de foco


Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.

Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.

A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.

É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.


(O Globo, 21/11/2013)

O texto acima foi produzido num momento em que se discutia a validade ou não da utilização de animais em pesquisas.


Nesse caso, os dois primeiros parágrafos do texto têm a seguinte função

Alternativas
Q2912926 Engenharia Elétrica
not valid statement found

Supondo que a especificação do diodo Zener informe que a sua potência seja 0,6 W, a corrente máxima que ele pode suportar é, em mA, igual a

Alternativas
Q2912916 Engenharia Elétrica
not valid statement found

Supondo o circuito estabilizado, a tensão em C1 é, em V, igual a

Alternativas
Q2911476 Engenharia Elétrica

A economia de energia elétrica é palavra de ordem na atualidade. Sendo os motores elétricos os maiores consumidores, na maioria das indústrias, é de fundamental importância que o profissional de mecânica conheça detalhadamente suas características funcionais, para que possa executar projetos e utilizá-los de modo correto e racional. Neste contexto, é correto afirmar que o rendimento dos motores elétricos trifásicos de maior utilização nas máquinas e equipamentos

Alternativas
Q2902834 Engenharia Elétrica
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Com a carga apresentada, o fusível FS deve suportar uma corrente de pelo menos:

Alternativas
Q2902829 Engenharia Elétrica
not valid statement found

A resistência equivalente vista pela fonte de tensão (desprezando a resistência das linhas) é de:

Alternativas
Q2902821 Engenharia Elétrica
not valid statement found
Alternativas
Q2891640 Engenharia Elétrica

Considere a seguinte instrução, presente em um microprocessador hipotético.

MOV R2, 34h

Essa instrução move o valor 34h (em hexadecimal) para o registrador R2. O carregamento do valor 34h representa uma forma de endereçamento

Alternativas
Q2891638 Engenharia Elétrica

Grande parte dos microprocessadores ou microcontroladores possuem um registrador no qual é armazenada a maioria dos resultados decorrentes de alguma operação lógica ou aritmética. Esse registrador é conhecido como

Alternativas
Q2891636 Engenharia Elétrica

O ganho de potência (G) de uma antena é calculado de acordo com a seguinte expressão (sendo Pm a intensidade de radiação máxima da antena sob consideração e P0 a intensidade de radiação máxima de uma antena de referência com a mesma potência de entrada considerada):

Alternativas
Q2891635 Engenharia Elétrica

A velocidade de fase de uma onda eletromagnética é dada pela seguinte expressão (sendo μ a permeabilidade e ε a permissividade do meio):

Alternativas
Q2891632 Engenharia Elétrica

Quando um circuito lógico composto por portas da família CMOS está em funcionamento estático, ou seja, não está oscilando,

Alternativas
Q2891622 Engenharia Elétrica

O número de entradas padrão TTL que uma saída TTL padrão pode alimentar, tipicamente, é:

Alternativas
Q2891619 Engenharia Elétrica

O tempo de acesso a uma posição de memória do tipo RAM

Alternativas
Q2891616 Engenharia Elétrica

Considere um demultiplexador cujas entradas de seleção são A0, A1 e A2, e cujas saídas são O1, O2, … e O7, sendo A0 a entrada de seleção menos significativa, e O0 a saída menos significativa. Supondo I o dado de entrada, assinale a alternativa que apresenta uma combinação coerente de valor de entrada de seleção (em binário) / saída ou saídas ativadas, para qualquer valor de I (0 ou 1).

Alternativas
Q2891615 Engenharia Elétrica

Considere dois números, representados na base hexadecimal, sobre os quais se deseja realizar a seguinte operação:

AAEEh − 1111h

Considerando somente a representação de números positivos, o resultado, na base decimal, dessa subtração é:

Alternativas
Q2891614 Engenharia Elétrica
not valid statement found
Alternativas
Respostas
13941: D
13942: B
13943: B
13944: A
13945: C
13946: D
13947: A
13948: C
13949: B
13950: C
13951: A
13952: A
13953: E
13954: C
13955: B
13956: D
13957: A
13958: B
13959: C
13960: E