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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
Considerando que um suspeito de ataques de ransomware utilize máquinas virtuais para encobrir sua identidade durante esses ataques, julgue os itens subsequentes.
A análise forense em ambientes virtualizados deve
considerar logs de hypervisor, snapshots e arquivos do
tipo .vmdk.
A duplicação forense de um disco virtual pode ser feita sem necessidade de validação por hash, uma vez que a imagem original está preservada.
A aplicação do princípio da proporcionalidade justifica a omissão de etapas do processo pericial para acelerar a obtenção da prova.
A identificação de vestígios cibernéticos pode envolver a análise de arquivos temporários, tarefas agendadas e entradas de registro do sistema operacional analisado.
A correta identificação da versão do sistema operacional é fundamental para a escolha das ferramentas e técnicas de extração forense aplicáveis ao dispositivo.
Metadados EXIF são encontrados em arquivos separados do arquivo original analisado.
A análise de arquivos temporários, de caches e de histórico de navegação pode revelar informações importantes, mesmo após a exclusão intencional do conteúdo feita pelo usuário.
Em ambientes de nuvem, a coleta de evidências pode ser feita diretamente nos arquivos hospedados, mesmo sem autorização judicial.
A coleta de vestígios em ambiente de nuvem requer atenção especial à legislação vigente e aos acordos com os provedores.
Na análise do incidente, o perito deve buscar vestígios nos metadados de arquivos em diferentes formatos, tais como PDF e JPG, além de logs do sistema e artefatos armazenados em memória.
A mera visualização de arquivos realizada por perito diretamente no material suspeito e antes de uma cópia pericial não interfere na cadeia de custódia da evidência.
A coleta de vestígios digitais deve ser precedida pela identificação e pelo isolamento do ambiente comprometido, como forma de preservar a integridade da evidência.