Questões de Concurso
Para fisioterapia
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Considerando o caso clínico precedente e os cuidados no pré-operatório e no pós-operatório de mastectomias, julgue o próximo item.
Uma avaliação de acordo com as necessidades individuais do
paciente aumenta a probabilidade de que o fisioterapeuta
reconheça possíveis complicações e suas consequências,
possibilitando a elaboração de um plano de tratamento
mais efetivo.
Considerando o caso clínico precedente e os cuidados no pré-operatório e no pós-operatório de mastectomias, julgue o próximo item.
A depressão do sistema nervoso central, imposta pela ação de
drogas anestésicas, a ineficácia da tosse e a dor são potenciais
causas das alterações respiratórias em pós-operatório.
Considerando o caso clínico precedente e os cuidados no pré-operatório e no pós-operatório de mastectomias, julgue o próximo item.
A avaliação da força muscular respiratória do paciente pode
ser realizada de forma simples e não invasiva, no ambiente
hospitalar, por meio do manovacuômetro.
Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.
A absorção de energia do laser vermelho por unidade
de volume é maior na pele clara que na pele com maior
quantidade de melanina.
Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.
O monocromatismo, a incoerência e a colimação são
características do laser que o diferem das outras fontes
convencionais de luz.
Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.
Diferentemente do laser de alta potência utilizado na medicina
para coagulação, corte e vaporização, a terapia por laser
de baixa intensidade utilizada na fisioterapia não possui
efeito terapêutico térmico.
Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.
Como quanto maior for o comprimento de onda, maior será
a capacidade de penetração no tecido, o laser vermelho
tem maior capacidade de penetração quando comparado
ao laser infravermelho.
Acerca da amplificação da luz por emissão estimulada de radiação — laser —, julgue o item que se segue.
O laser é uma radiação ionizante análoga aos raios X e gama
que possui energia suficiente para ionizar átomos e moléculas.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O uso de oxigênio está indicado nesses casos, mas com
monitorização, haja vista a necessidade de manter sob controle
o efeito vasoconstritor pulmonar do oxigênio.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O tratamento medicamentoso nesses casos tem como objetivos
o aumento da vasodilatação arterial e, consequentemente, a
redução na pós-carga do ventrículo esquerdo.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O quadro de edema agudo é caracterizado pelo extravasamento
de líquido para região intersticial pulmonar.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
Nos casos em apreço, o recurso de ventilação não invasiva tem
indicação em virtude de ela reduzir a pré-carga.
Tendo em vista que os casos de insuficiência cardíaca com comprometimento grave de função ventricular podem cursar com o quadro de edema agudo de pulmão, julgue o item a seguir, relativos ao tratamento de pacientes nessa dupla condição.
O uso de dispositivos de pressão positiva está indicado nesses
casos, tendo em vista que isso reduz a pressão transpulmonar,
que, por sua vez, aumenta a pós-carga.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
A mudança da ventilação mecânica para o modo A/C sob
pressão controlada permitiria um controle mais adequado das
pressões nas vias aéreas, uma vez que, nesse modo, o pico de
pressão na via área seria limitado.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
Na ventilação mecânica em questão, se fosse incluída pausa
inspiratória, a ciclagem ocorreria a tempo.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
No caso clínico em apreço, o disparo do ventilador mecânico
ocorre por um critério de tempo.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
O modo ventilatório invasivo descrito possui ciclos assistidos,
controlados e espontâneos.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
A FiO2 deveria ser elevada para 100%, com o objetivo de
manter uma SpO2 mais próxima de 100%.
A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.
O treinamento muscular respiratório no período pré-operatório
demonstrou ser eficiente para redução de complicações
pulmonares no período pós-operatório de cirurgia
cardiovascular.
A respeito da atuação da fisioterapia nos períodos pré- e pós-operatório de cirurgia cardiovascular, que tem demonstrado ser de extrema importância na redução de eventuais complicações, e de complicações clínicas comumente observáveis em pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia, julgue o próximo item.
Entre as complicações não cardíacas no período pós-operatório
do paciente submetido à referida cirurgia, as complicações
renais e gastrointestinais são as mais prevalentes e, por isso,
devem ser prevenidas pela atuação da fisioterapia.