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Técnicas histológicas que utilizam a orceína permitem a identificação do antígeno de superfície do vírus da hepatite B em células hepáticas.
Histiócitos e macrófagos apresentam reatividade com anticorpos monoclonais para CD11b, CD35 e CD68.
O método de coloração de Giemsa permite evidenciar os folículos linfoides e a zona paracortical, que são os dois principais compartimentos histológicos do linfonodo.
A contaminação com microrganismos em um laboratório pode-se dar por via aérea, cutânea, ocular e oral.
A centrífuga é um equipamento com grande risco de explosão, causando dispersão do material infeccioso.
O marcador imunoistoquímico actina de músculo liso é utilizado para evidenciar células musculares lisas, miofibroblastos ou células mioepiteliais e células parabasais na próstata.
O tempo de fixação para a imunoistoquímica não deve exceder 72 horas, para que não haja formação excessiva de aldeído fórmico, o qual vai alterar a reação do anticorpo com o antígeno.
As colorações imunoistoquímicas identificam a natureza química das substâncias e estruturas celulares por meio de reações coloridas.
A imunoistoquímica pode ser usada para determinar a histogênese de neoplasias pouco diferenciadas e o sítio primário de neoplasias metastáticas.
Na técnica de imunofluorescência indireta, como o anticorpo primário é conjugado contra o antígeno que se quer revelar no tecido, pode-se utilizar o mesmo anticorpo secundário e muitos anticorpos primários.
O Grocott e o PAS são métodos de coloração ideais para diagnosticar fungos e vírus em tecidos previamente fixados.
A orceína e o Vernhoeff são colorações utilizadas para evidenciar fibras de reticulina.
O PAS é um método de escolha para analisar a membrana basal.
O Sudan III, o azul de alciano-Ponceau e o Perls são corantes utilizados para corar ferro, mucoproteína e triglicérides, respectivamente.
Pelo fato de o PAS corar glicogênio e mucopolissacarídios neutros, para que se possam avaliar as duas substâncias em um mesmo fragmento é necessário que se analisem dois cortes histológicos, sendo um deles tratado pela diástase, a fim de eliminar os mucopolissacarídios.
Na montagem de uma lâmina, quando se visa a conservação de preparações a base de corantes básicos, os melhores meios de montagem devem ser ácidos fracos, com baixo índice de saponificação.
Nas colorações pela hematoxilina-eosina, após o uso da eosina é fundamental que se observe o tempo de passagem no álcool, para desidratar e remover o excesso de corante do corte histológico.
As hematoxilinas férricas ou túngsticas têm afinidade especial pela mielina.
Na coloração de uma preparação histológica, a etapa que vai da desparafinização à coloração se faz frequentemente passando-se o fragmento inicialmente no xilol, depois em álcool absoluto, álcool a 95% e, finalmente, na água.
Corante metacromático é aquele que, como o azul de anilina, cora determinadas estruturas com coloração diversa da sua.