Foram encontradas 20.329 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Em um grupo de cinco amigos, as idades são 17, 19, 22, 20 e 18 anos. Qual é a soma entre a média e mediana das idades?
Um pacote de arroz tem sua massa reduzida em 20% devido à desidratação durante o armazenamento. Se um pacote após o armazenamento pesa 0,8 kg, qual era a sua massa antes da desidratação?
Uma praça circular na cidade de Belo Horizonte possui um diâmetro de quarenta metros e está precisando de reformas. O cálculo para essa reforma será equivalente a R$10,00 por metro quadrado de praça. Porém, se ao invés da prefeitura gastar essa verba com a reforma ela realizar um investimento que rende 5% ao mês em juros simples, qual será o valor total desse investimento após um ano? (Considere 𝜋 = 3)
Em um dia de trabalho, uma confeitaria usa exatamente 1/4 de litro de leite para fazer um lote de cupcakes. Se a confeitaria começa o dia com dez litros de leite, quantos lotes completos de cupcakes ela pode fazer até o leite acabar?
Um corredor percorre uma distância de dez quilômetros e meio em uma pista de corrida. Se ele mantém uma velocidade constante de 2,1 km/h, quanto tempo ele leva para completar o percurso?
Três lâmpadas piscam em intervalos regulares. A primeira pisca a cada 4 segundos, a segunda a cada 6 segundos e a terceira a cada 8 segundos. Se todas piscarem juntas agora, após quantos minutos piscarão juntas novamente?
Um chef está preparando um molho especial e precisa de exatamente dois litros para atender a demanda do jantar. Ele tem uma jarra medidora que mostra apenas frações de litros. Se ele usar a jarra para adicionar 1/4 de litro de azeite, 3/8 de litro de vinagre balsâmico e 5/8 de litro de um caldo de legumes, qual é a quantidade de água que ele precisará adicionar para atingir a quantidade exata de dois litros de molho?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Na sentença “Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles.”, quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Ao longo do artigo, foram destacados quatro vocábulos por meio de números sobrescritos. Qual desses vocábulos pertence à classe dos verbos no texto?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Em qual tempo e modo verbal se encontram conjugados, respectivamente, os verbos grifados nos trechos “E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos [...]” (2º parágrafo) e “Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo.” (8º parágrafo)?
TEXTO: Quanto custa um sonho?
Quanto custa um sonho?
Alguma coisa ele sempre custa.
Muitas vezes muitas coisas ele custa, outras vezes outros
sonhos ele custa.
Não importam os percalços, os sacrifícios, os espinhosos
enredos.
Não importa.
Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!
Elisa Lucinda – A Conta do Sonho
Considero lindo e verdadeiro esse poema! E adoro quando ela diz “Uma vez vivido, o sonho está sempre num ótimo preço!”, o que me faz lembrar a alegria que sente uma mulher quando recebe em seus braços o filho que acaba de nascer. Naquele momento, passam para o esquecimento eventuais dificuldades para engravidar, sustos, medos, inseguranças, problemas durante a gestação, as dores do parto1. Tudo isso cede espaço ao sonho realizado.
E sempre admiramos quem corre atrás dos seus sonhos, quem tem persistência, resiliência, fé, quem cai, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima. Porque todos temos sonhos, mas, na maioria das vezes, pouco fazemos para realizá-los, gastando mais tempo e energia buscando desculpas para a nossa INÉRSIA/INÉRCIA, a nossa ineficácia.
Só que pode acontecer de, ao conseguirmos realizar nosso sonho, descobrirmos que tudo o que mais queríamos não passava de um pesadelo DISFARÇADO/DISFARSADO que nos traz sofrimento, desencanto, tristeza e raiva de nós mesmos por não termos considerado os ventos, as nuvens carregadas, os conselhos que prenunciavam a terrível tempestade que se formava.
De qualquer forma, o que encontramos pelo caminho2, de bom e de mau, nos prepara melhor para viver o sonho, assim como nos prepara para enfrentar o pesadelo que pode estar a nossa espera após tantas lutas. E até na hipótese ruim, podemos, uns com mais, outros com menos facilidade, reorganizarmo-nos na tentativa de, no mínimo, conseguirmos nos proteger da dor do que costumamos chamar fracasso.
Mas também pode ocorrer de nos depararmos com um vazio que em nada se parece nem com a realização de um sonho nem mesmo com um pesadelo DISCIMULADO/DISSIMULADO. Para mim, esse é o pior cenário. Não nos preparamos para o nada. Não sabemos lidar com o nada. E ficamos ali estarrecidos, com a sensação de que até o instinto de sobrevivência nos abandonou.
E eu acredito que isso pode acontecer quando, como diz Elisa Lucinda, aquele sonho custou outros sonhos, quando ainda não entendemos que somos muito mais do que aquele ANSEIO/ANCEIO e nele apostamos todas as nossas fichas, como se nada mais existisse. Sonhos precisam ser sempre reavaliados, e não há nada de errado em desistirmos de um ou mais deles. Até porque estamos sempre em evolução, e alguns podem perder totalmente o sentido com o passar do tempo, com o nosso amadurecimento.
Dizem que a felicidade está mais na jornada do que no destino. Então, é preciso que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir tudo e todos ao longo do processo. Somente se nos permitirmos ponderar, sopesar nossos sonhos e nos abrirmos para a beleza do percurso, estaremos protegidos do paralisante, do assustador vazio que pode nos devorar emocionalmente e nos embotar3 a ponto de não mais voltarmos a sonhar.
Nós nunca perdemos. Mesmo quando o sonho exigiu de nós um enorme investimento e não se realizou como desejávamos, todo o aprendizado, toda a VIVÊNSIA/VIVÊNCIA do percurso continuará a nosso dispor4 para novos sonhos. Isso jamais se perderá. Serão sempre como tesouros que nem a traça nem a ferrugem conseguirão corroer, que nem ladrões poderão escavar e roubar. E é neles que estará também o nosso coração, ainda mais preparado para a próxima jornada.
SANT’ANA, Maraci. Quanto custa um sonho? Correio Braziliense, 20 de julho de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/qua nto-custa-um-sonho/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.
Quais são, respectivamente, os sentidos veiculados pelos prefixos das palavras “prenunciavam” (3º parágrafo) e “sobrevivência” (5º parágrafo)?