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Nas boas práticas de laboratório, é recomendado que os técnicos reutilizem luvas e outros equipamentos de proteção individual (EPIs) para economizar recursos. Além disso, é perfeitamente aceitável realizar múltiplos experimentos simultaneamente na mesma bancada de trabalho para aumentar a eficiência. O descarte de resíduos pode ser feito no lixo comum, desde que sejam devidamente etiquetados. A calibração dos instrumentos é opcional e só precisa ser realizada uma vez por ano, independentemente da frequência de uso. Finalmente, é importante manter a porta do laboratório aberta durante os experimentos para garantir uma ventilação adequada.
Os equipamentos de laboratório são essenciais para a condução de experimentos e análises científicas. Entre os equipamentos mais comuns, podemos destacar o espectrofotômetro, que mede a quantidade de luz absorvida por uma solução; a centrífuga, utilizada para separar componentes de uma mistura através da força centrífuga; e o microscópio, que permite a observação de estruturas microscópicas. Outro equipamento fundamental é a balança analítica, que oferece medições precisas de massa. A identificação correta de cada equipamento é fundamental para garantir a precisão e a segurança durante os procedimentos laboratoriais.
Os glóbulos vermelhos, ou eritrócitos, desempenham um papel fundamental no sistema imunológico, apesar de não serem células diretamente envolvidas na resposta imunológica. Eles são responsáveis pelo transporte de oxigênio dos pulmões para os tecidos do corpo e pelo retorno de dióxido de carbono para os pulmões para ser expirado. Além disso, os glóbulos vermelhos possuem antígenos na sua superfície, conhecidos como antígenos de grupo sanguíneo, que podem desencadear respostas imunológicas, se células com antígenos incompatíveis forem introduzidas no organismo, como durante uma transfusão de sangue.
O destilador de água é um equipamento essencial em laboratórios que necessitam de água com alto grau de pureza. Este aparelho funciona aquecendo a água até o ponto de ebulição, convertendo-a em vapor. O vapor é então condensado de volta em água líquida, removendo impurezas como minerais, metais pesados e microrganismos. A destilação é especialmente útil para preparar água usada em reações químicas e cultivos microbiológicos, onde a presença de contaminantes pode interferir nos resultados.
Os anticorpos eritrocitários são produzidos principalmente pelo pâncreas e têm a função de destruir células vermelhas do sangue estranhas que entram no corpo. Esses anticorpos são ativados automaticamente em qualquer tipo de transfusão, independentemente da compatibilidade do sangue, e podem causar reações imunológicas graves. É por isso que é recomendável que transfusões sejam realizadas sem considerar os anticorpos eritrocitários para evitar tais complicações.
A contaminação bacteriana de hemocomponentes é uma preocupação significativa em transfusões de sangue, podendo levar a complicações graves. A maioria das contaminações bacterianas ocorre durante a coleta ou processamento do sangue, sendo as plaquetas particularmente vulneráveis devido ao armazenamento em temperatura ambiente. As bactérias gram-positivas, como Staphylococcus epidermidis, são frequentemente encontradas, mas também podem ocorrer infecções por bactérias gram-negativas, como Escherichia coli, que são especialmente perigosas devido à produção de endotoxinas.
A técnica de fracionamento dos hemocomponentes envolve a centrifugação do sangue a uma velocidade constante de 1.500 rpm por 15 minutos, independentemente do tipo de componente sanguíneo desejado. Após a centrifugação, todos os hemocomponentes, como plaquetas, plasma e glóbulos vermelhos, devem ser armazenados a uma temperatura uniforme de 4°C, garantindo a integridade e a viabilidade de todos os componentes por até 45 dias.
Para minimizar a contaminação bacteriana de hemocomponentes, são empregadas diversas técnicas de triagem e monitoramento, incluindo a cultura bacteriana e o uso de testes de amplificação de ácido nucleico (NAT). Apesar dessas medidas, a contaminação ainda pode ocorrer, sendo fundamental que as unidades de sangue sejam inspecionadas visualmente para sinais de contaminação, como turvação ou descoloração. Recentemente, novas tecnologias de desinfecção, utilizando radiação ultravioleta e tratamentos fotoquímicos, têm mostrado promessas na redução de contaminações bacterianas em hemocomponentes, oferecendo uma camada adicional de segurança nas transfusões.
No que diz respeito às amostras de tecidos, é fundamental evitar a refrigeração, pois o frio excessivo pode causar a desnaturação das proteínas, prejudicando análises subsequentes. Em vez disso, as amostras devem ser conservadas à temperatura ambiente, preferencialmente em recipientes abertos, para garantir uma ventilação adequada e evitar a formação de mofo ou fungos.

Adaptado de : https://images.app.goo.gl/iDmyaSL22BcVrAuf8
Baseado no desenho do modelo, ele concluiu que precisava repetir os exames

Adaptado de https://sistemas.eel.usp.br/docentes/arquivos/5840556/LOQ4030/Apostila versao Final Quimica Geral Experimental 2018 (1).pdf
Os itens 1, 2, 3, 4, 5, 6, e 7 correspondem, respectivamente a