Questões de Concurso Para patologia clínica

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Q3348173 Biomedicina - Análises Clínicas
A resistência à bedaquilina ocorre mais frequentemente por mutações no gene:
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Q3348172 Técnicas em Laboratório
Consistem em vantagens do Xpert® MTB/RIF Ultra em comparação com a versão Xpert® MTB/RIF, EXCETO:
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Q3348171 Técnicas em Laboratório
A mutação mais frequentemente detectada no gene rpoB em cepas de M. tuberculosis resistentes à rifampicina e rifabutina é:
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Q3348166 Técnicas em Laboratório
Os métodos moleculares podem ser úteis para dar suporte ao uso da claritromicina no tratamento das infecções por M. abscessus subsp. abscessus sem a necessidade de incubação por 14 dias para avaliação da resistência indutiva. O gene a ser sequenciado e a interpretação quanto à atividade da claritromicina são:
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Q3348165 Técnicas em Laboratório
Os métodos de tratamento, também denominados de métodos de fluidificação e descontaminação, são utilizados para amostras clínicas com microbiota normal associada. Eles são necessários para isolamento de micobactérias em cultura, mas afetam em maior ou menor grau a viabilidade das micobactérias. O método recomendado para amostras paucibacilares e o método recomendado para amostras de escarro contaminadas com Pseudomonas são, respectivamente:
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Q3348164 Técnicas em Laboratório
As espécies do Complexo Mycobacterium tuberculosis compartilham características fenotípicas que permitem diferenciá-las de outras espécies, pois são:
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Q3348163 Técnicas em Laboratório
A recomendação do MANUAL DE RECOMENDAÇÕES PARA O DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE TUBERCULOSE E MICOBACTÉRIAS NÃO TUBERCULOSAS DE INTERESSE EM SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL para laudos de baciloscopia de escarro é que a quantificação de bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR) seja reportada em cruzes. Uma correlação correta entre número de bacilos observados e quantidade de cruzes a serem reportadas é:
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Q3348162 Técnicas em Laboratório
Considerando a dificuldade na eliminação da microbiota normal associada a algumas amostras clínicas, é INADEQUADA para diagnóstico de tuberculose por cultura e deve ser solicitada nova coleta se a amostra for:
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Q3348161 Técnicas em Laboratório
O uso de testes imunocromatográficos (imuno ensaio de fluxo lateral) permite a rápida diferenciação entre espécies do Complexo M. tuberculosis e as demais micobactérias crescidas em cultura. O antígeno pesquisado, presente exclusivamente nas espécies do Complexo M. tuberculosis é:
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Q3348160 Técnicas em Laboratório
A estrutura adequada de um laboratório que trabalha com Mycobacterium tuberculosis deve ter um sistema de exaustão de ar independente, de modo que em caso de acidente com gerações de aerossóis fora da cabine de segurança biológica haja contenção adequada. A recomendação do MANUAL DE RECOMENDAÇÕES PARA O DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE TUBERCULOSE E MICOBACTÉRIAS NÃO TUBERCULOSAS DE INTERESSE EM SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL é a instalação de exaustor, com capacidade de:
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Q3348159 Técnicas em Laboratório
Um dos indicadores de qualidade do laboratório de micobactérias é o índice de contaminação de culturas de amostras do trato respiratório, em meio sólido, submetidas a descontaminação. Esse índice de ser aferido e avaliado mensalmente, e deve ser de:
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Q3348158 Técnicas em Laboratório
Em função da posologia de dose única diária, frequentemente é solicitado ao laboratório avaliar a sensibilidade ao ertapenem para micobactérias de crescimento rápido. O médico solicitante deve ser informado de que:
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Q3348157 Técnicas em Laboratório
Segundo o documento M24 do CLSI algumas cepas M. abscessus necessitam de incubação por até 14 dias para que possa ser feita a leitura dos testes de sensibilidade. Nesses casos, em função da instabilidade de alguns antimicrobianos, deve ser incluída nota explicativa no laudo e devem ser interpretados e reportados apenas:
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Q3348156 Técnicas em Laboratório
Segundo as normas vigentes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, os testes de sensibilidade a antimicrobianos no Brasil devem ser realizados seguindo as normas da versão brasileira do European Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing, o BrCAST. Entretanto, ainda não foram definidos pelo BrCAST pontos de corte para os testes de sensibilidade para micobactérias de crescimento rápido, e para o complexo M. tuberculosis ainda não há pontos de corte para os fármacos de primeira e segunda linhas. Enquanto não há critérios definidos pelo BrCAST, os métodos e critérios utilizados no Brasil para os testes de sensibilidade de micobactérias têm sido aqueles preconizados pelo Clinical and Laboratory Standards Institute no documento M24. Para as micobactérias de crescimento rápido o teste deve ser realizado com:
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Q3348155 Biomedicina - Análises Clínicas
A resistência à claritromicina NÃO é comum na espécie:
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Q3348154 Técnicas em Laboratório
A correta identificação molecular das espécies de micobactérias de crescimento rápido é essencial para guiar a terapia antimicrobiana empírica, e serve como um controle de qualidade dos resultados dos testes de sensibilidade in vitro. A expressão de resistência indutiva à claritromicina é frequente em:
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Q3348153 Biomedicina - Análises Clínicas
A taxonomia de micobactérias de crescimento rápido tem sido objeto de grande discussão, face às novas evidências geradas pelo sequenciamento completo dos genomas. Por outro lado, a segurança do paciente impõe uma limitação nas alterações taxonômicas. A nomenclatura vigente no “List of Prokaryotic names with Standing in Nomenclature” para o Complexo M. abscessus é:
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Q3348152 Biomedicina - Análises Clínicas
O Brasil, apesar da grande biodiversidade, consta na literatura indexada, como origem infrequente de relatos de novas espécies bacterianas. A espécie de micobactéria de crescimento rápido descrita por autor brasileiro (Costa Cruz em 1938) e isolada no Brasil, frequentemente detectada em infecções secundárias a mamoplastias é:
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Q3348151 Técnicas em Laboratório
Uma das tarefas do laboratório de referência em micobactérias é a diferenciação entre M. bovis e as demais espécies do Complexo M. tuberculosis e a diferenciação entre M. bovis BCG e demais cepas de M. bovis. Essa diferenciação pode ser alcançada utilizando-se uma PCR que tem como alvo:
Alternativas
Q3348150 Técnicas em Laboratório
A cepa de controle de qualidade a ser utilizada nos testes de sensibilidade do Complexo M. tuberculosis é:
Alternativas
Respostas
3621: E
3622: C
3623: D
3624: E
3625: B
3626: D
3627: B
3628: A
3629: E
3630: A
3631: A
3632: B
3633: A
3634: E
3635: E
3636: C
3637: A
3638: C
3639: A
3640: D