Foram encontradas 176.367 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4314650 Medicina
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR), historicamente associado a quadros graves na população pediátrica, é crescentemente reconhecido como uma causa importante de morbimortalidade e internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em idosos. De acordo com o Boletim InfoGripe da Fiocruz (referente à Semana Epidemiológica 28), embora a incidência de SRAG por VSR seja numericamente maior em crianças, a mortalidade por complicações respiratórias virais atinge seus níveis mais elevados na população acima de 65 anos. O reconhecimento do quadro clínico e a instituição de medidas terapêuticas adequadas na emergência são cruciais para o manejo desses pacientes.

Considere o seguinte cenário: Um paciente do sexo masculino, de 70 anos de idade, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) moderada em uso regular de medicação inalatória, comparece à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A esposa relata que há 4 dias ele iniciou quadros de coriza, odinofagia e astenia. Há 48 horas, evoluiu com febre de 38,1 °C, prostração, piada importante do padrão respiratório e aparecimento de chiado no peito, acompanhado de tosse com secreção mucoide.

Ao exame físico na admissão:

Sinais Vitais: PA: 130/80 mmHg; FC: 102 bpm; FR: 26 irpm; SpO₂: 88% em ar ambiente; Temperatura: 37,8 °C.

Geral: Idoso prostrado, utilizando musculatura acessória do pescoço, acianótico e hidratado.

Aparelho Respiratório: Frequência respiratória elevada, com tiragem intercostal. À ausculta pulmonar, murmúrio vesicular reduzido globalmente, com sibilos expiratórios difusos e estertores subcrepitantes em bases.

Coletou-se painel molecular por RT-PCR de nasofaringe, que confirmou infecção isolada por Vírus Sincicial Respiratório (VSR).

Tendo em vista as diretrizes atuais de manejo de infecções respiratórias virais no idoso na emergência, é correto afirmar que
Alternativas
Q4314649 Medicina
O escorpionismo é o acidente por animal peçonhento mais frequentemente notificado no Brasil e pode evoluir para formas graves com risco de óbito, especialmente na população pediátrica.

Criança de 5 anos de idade, previamente hígida, é trazida ao pronto-socorro por familiares após ser picada por um escorpião na região plantar do pé esquerdo há cerca de 1 hora. Ao exame admissional, apresenta dor local intensa, agitação, sudorese profusa, sialorreia, tremores, taquidispneia, taquicardia (150 bpm), múltiplos episódios de vômitos persistentes e pressão arterial de 135/85 mmHg (acima do percentil 95 para a idade e altura). Não há sinais de insuficiência respiratória grave ou choque circulatório no momento da avaliação.

Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Acidentes Escorpiônicos do Ministério da Saúde, o envenenamento deve ser classificado e tratado, respectivamente, como
Alternativas
Q4314648 Medicina
Os acidentes por animais peçonhentos constituem agravo de notificação compulsória no Brasil, sendo os insetos da ordem Hymenoptera (abelhas, vespas e formigas) responsáveis por um número expressivo de atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Emergências Hospitalares. O conhecimento preciso da fisiopatologia, do diagnóstico diferencial entre os agentes, dos critérios de gravidade da anafilaxia e das condutas imediatas é fundamental para a redução da morbimortalidade.

Considere o seguinte cenário: Um homem de 46 anos, trabalhador da construção civil, sem antecedentes comorbidos conhecidos, é trazido à emergência por colegas de trabalho cerca de 25 minutos após ter sido atacado por um enxame de vespas ("marimbondos") ao manusear entulhos em um canteiro de obras. Os acompanhantes relatam que o paciente recebeu dezenas de picadas, principalmente no tórax, pescoço e face. Na admissão, o paciente encontra-se ansioso, sudoreico, referindo sensação de "aperto na garganta", rouquidão e tontura ao se levantar da maca.

Ao exame físico:
Sinais Vitais: PA: 85/50 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 28 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente.
Pele/Mucosas: Múltiplas pápulas e placas eritemato-edematosas em tronco e face. Edema palpebral e labial moderado.
Aparelho Respiratório: Presença de estridor inspiratório à ausculta cervical e sibilos expiratórios disseminados em ambos os hemitórax.
Aparelho Cardiovascular: Taquicardico, rítmico, bulhas normofonéticas sem sopros, pulsos periféricos finos.

Tendo em vista o quadro clínico apresentado, a correta interpretação da fisiopatologia e as recomendações do Guia de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde para o manejo imediato desse paciente, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4314647 Medicina
A emergência da sífilis como problema de saúde pública demanda do médico conhecimento preciso dos fluxogramas diagnósticos, dos esquemas terapêuticos e dos critérios de seguimento sorológico recomendados pelo Ministério da Saúde, especialmente durante a gestação, para prevenir a transmissão vertical.

Considere o seguinte cenário: Uma gestante de 22 anos, na 10ª semana de idade gestacional, assintomática e sem histórico de infecção ou tratamento prévio para sífilis, realiza exames de rotina no pré-natal de Atenção Primária à Saúde. O teste rápido (teste treponêmico) resultou REAGENTE. O médico solicitou o teste de VDRL (teste não treponêmico) complementar, que apresentou titulação de 1:16. A paciente nega lesões anogenitais ou cutâneas pregressas.

Acerca do manejo clínico, diagnóstico, terapêutico e do acompanhamento dessa paciente e de suas parcerias sexuais, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4314646 Medicina
Q11.png (787×431)

A emergência global de microrganismos multirresistentes, impulsionada pelo uso empírico e inadequado de antimicrobianos, representa um dos maiores desafios da medicina intensiva contemporânea. O domínio dos mecanismos de resistência e do uso racional de antibióticos é indispensável para a prática médica e o controle de infecções hospitalares. Considere a seguinte situação clínica real de uma Unidade de Terapia Intensiva:

Uma paciente de 62 anos, internada há 21 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por choque séptico secundário à pneumonia associada à ventilação mecânica, apresenta nova deterioração hemodinâmica e febre. Hemoculturas e aspirado traqueal identificam o crescimento de Serratia marcescens. O teste de sensibilidade aos antimicrobianos (antibiograma) revela o seguinte perfil fenotípico:

Resistente:
Ampicilina/Sulbactam,
Piperacilina/Tazobactam,
Cefepime,
Ceftazidima,
Ceftolozana/Tazobactam,
Ceftazidima/Avibactam,
Imipenem,
Meropenem (MIC > 8 μg/mL),
Aztreonam,
Ciprofloxacino,
Amicacina e,
Trimetoprima-Sulfametoxazol.

Diante do perfil de resistência extensa (XDR) e da suspeita de produção de carbapenemase do tipo Metalobeta-lactamase (ex.: NDM) associada à hiperexpressão de AmpC, o médico intensivista discute a conduta terapêutica de resgate e o manejo de controle do foco infeccioso com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH).

Considerando as características microbiológicas intrínsecas da Serratia marcescens, os mecanismos de resistência aos antimicrobianos e as diretrizes terapêuticas atuais, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4314645 Medicina
Um lavrador e caçador de 34 anos, previamente hígido, natural e procedente da zona rural do interior do Piauí (Região Nordeste), é admitido na Unidade de Terapia Intensiva com quadro de insuficiência respiratória aguda grave, febre alta, prostração, mialgia e dor torácica pleurítica há 10 dias. A história epidemiológica revela que, há 2 semanas, o paciente participou de uma caçada e atividade de desentocar tatus (Dasypus spp.), com intensa exposição à poeira do solo. A tomografia computadorizada de tórax evidencia infiltrados pulmonares micronodulares difusos, com áreas de consolidação e formações cavitárias de paredes finas nos terços superiores. É realizada broncoscopia com lavado broncoalveolar (LBA).

Diante da principal suspeita de coccidioidomicose pulmonar aguda grave, assinale a opção que apresenta a correta caracterização etiológica, achado parasitológico microscópico e normas de biossegurança laboratorial preconizadas pelo Ministério da Saúde para esse caso.
Alternativas
Q4314644 Medicina
Um médico sanitarista integrante de uma Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI) atua na Terra Indígena Yanomami, localizada no estado de Roraima, em área de fronteira com a Venezuela. Durante visitas às comunidades de difícil acesso, o profissional atende um homem de 38 anos com queixa de prurido intenso contínuo há mais de 1 ano, acompanhado do aparecimento de múltiplos nódulos subcutâneos fibrosos, móveis e indolores sobre proeminências ósseas na região escapular direita e crista ilíaca esquerda. Ao exame dermatológico, observam-se lesões papulares, hiperqueratose e lesões por escoriação. A avaliação oftalmológica simplificada demonstra conjuntivite, opacidades corneanas periféricas (ceratite puntiforme) e diminuição acentuada da acuidade visual bilateral.

O médico suspeita de oncocercose e planeja as condutas diagnósticas, terapêuticas e as ações de vigilância epidemiológica e controle ambiental indicadas para a contenção do foco ecológico local.

Considerando a biologia do agente etiológico, a transmissão e os esquemas terapêuticos e de controle da oncocercose preconizados pelo Ministério da Saúde, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4314643 Medicina
Imagem associada para resolução da questão
Um homem de 68 anos de idade, produtor rural e equinocultor, residente na região Nordeste do Brasil, é trazido à Unidade de Pronto Atendimento com histórico de febre alta de início abrupto há 6 dias, acompanhada de cefaleia holocraniana intensa, mialgia, prostração, náuseas e exantema maculopapular em tronco e membros superiores.

Há 24 horas, familiares notaram declínio do nível de consciência, desorientação temporoespacial e fraqueza muscular assimétrica nos membros inferiores, culminando em marcha atáxica. O paciente nega viagens recentes ao exterior, mas relata a morte recente e inexplicada de duas aves silvestres em sua propriedade, além de ter notado quadro neurológico agudo em um de seus cavalos.
Ao exame físico: encontra-se sonolento, desorientado, febril (38, 8 °C), PA = 130 X 80mmHg, FC = 96bpm. Ao exame neurológico: rigidez de nuca presente (2/4), paresia em membro inferior esquerdo (2/5) com hiporreflexia e sinal de Babinski bilateral ausente.
A análise do líquido cefalorraquidiano (LCR) coletado na admissão (6º dia de doença) revela pleocitose linfomonocitária, hiperproteinorraquia e glicorraquia normal. A equipe médica suspeita de forma neuroinvasiva por vírus da Febre do Nilo Ocidental (FNO).

Considerando as características biológicas, os aspectos epidemiológicos, os métodos de diagnóstico laboratorial e as condutas indicadas pelas diretrizes do Ministério da Saúde para a Febre do Nilo Ocidental, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4314642 Medicina
AACS, homem de 72 anos, submetido à artroplastia total de joelho direito há cerca de 3 semanas, comparece ao prontosocorro com dor de início recente, edema, calor local e drenagem seropurulenta pela ferida operatória há 4 dias.

À radiografia, os componentes protéticos encontram-se alinhados e sem sinais de soltura asséptica ou osteólise.

Durante a abordagem cirúrgica de urgência, constatam-se partes moles viáveis e ausência de instabilidade do implante. Realiza-se desbridamento cirúrgico amplo, irrigação profusa com substituição do componente modular de polietileno e retenção dos componentes fixos (estratégia DAIR — Debridement, Antibiotics, and Implant Retention).

No acompanhamento ambulatorial subsequente, sob antibioticoterapia direcionada, o paciente evolui com ferida cicatrizada, sem sinais flogísticos locais e com boa mobilidade articular. Contudo, exames de controle revelam elevação moderada da Proteína C-Reativa (PCR) e da Velocidade de Hemossedimentação (VHS).

Diante da evolução clínica favorável, assinale a afirmativa que oferece a interpretação correta desse achado laboratorial e da conduta adotada.
Alternativas
Q4314641 Medicina
Homem de 36 anos de idade, executivo de multinacional, previamente hígido, procura atendimento ambulatorial devido ao aparecimento de lesões cutâneas intensamente pruriginosas iniciadas há 4 dias. Refere retorno recente de viagem de trabalho ao Sudeste Asiático, onde permaneceu hospedado por 7 noites em diferentes hotéis. Relata que as lesões surgem predominantemente ao despertar e aumentaram em quantidade ao longo dos últimos dias. Nega febre, perda ponderal, artralgias, sintomas respiratórios, uso de novos medicamentos, contato sexual de risco ou exposição ocupacional a agentes químicos.

Ao exame dermatológico, observam-se múltiplas pápulas eritemato-edematosas medindo entre 3 e 10 mm de diâmetro, algumas com punctum hemorrágico central, distribuídas em regiões expostas durante o sono (pescoço, antebraços, dorso das mãos, tornozelos e dorso dos pés). Destaca-se a disposição linear das lesões em grupos de três a quatro elementos consecutivos (padrão “breakfast, lunch, and dinner”). Ausência de túneis epidérmicos, vesículas, linfonodomegalias ou lesões de mucosas.

O paciente relata ter encontrado pequenos insetos achatados, castanho-avermelhados, nas costuras do colchão e da mala. A inspeção da bagagem trazida ao consultório revela numerosos pontos negros aderidos às dobras e zíperes internos (dejetos), além de exoesqueletos translúcidos provenientes de ecdises do artrópode.

Considerando o diagnóstico mais provável, a fisiopatologia envolvida e as condutas terapêuticas e ambientais recomendadas pelas diretrizes vigentes, é correto afirmar que
Alternativas
Q4314640 Medicina
Mulher de 79 anos de idade, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por pneumonia nosocomial grave por germe multirresistente, encontra-se no 10º dia de uso da combinação antimicrobiana de Meropenem intravenoso 1g a cada 8 horas) e Polimixina B intravenosa (750.000 UI a cada 12 horas). Evolui nas últimas 24 horas com distensão abdominal acentuada, abolição dos ruídos hidroaéreos e episódios de diarreia aquosa volumosa.

Ao exame físico: soporosa, febril (38,4°C), hipotensa (85 x 50 mmHg), sob infusão contínua de noradrenalina em dose crescente) e com abdome francamente distendido e doloroso à palpação difusa.

Exames laboratoriais de urgência demonstram: leucocitose de 28.500 mm3 com 12% de bastões, creatinina sérica de 3,1 mg/dL (basal de 1,0 mg/dL) e lactato arterial de 4,2 mmol/L.

A tomografia computadorizada de abdome evidência pancolite inflamatória grave com espessamento parietal difuso e dilatação do cólon com diâmetro de 7,2 cm no ceco e cólon ascendente, sem pneumoperitônio.

Considerando o diagnóstico de infecção por Clostridioides difficile na sua apresentação fulminante complicada com íleo paralítico/megacólon tóxico, a conduta terapêutica farmacológica e a abordagem inicial mais adequadas para esta paciente são:
Alternativas
Q4314639 Medicina
Homem de 67 anos apresentou episódio de herpes-zóster torácico há cerca de seis meses, tratado com valaciclovir por via oral durante sete dias. Evoluiu com resolução completa das lesões cutâneas e ausência de dor neuropática residual. Em consulta de acompanhamento, questiona sobre a indicação e o esquema da vacinação contra o vírus varicela-zóster para prevenir novas reativações.

Considerando as recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e do Advisory Committee on Immunization Practices/Centers for Disease Control and Prevention (ACIP/CDC), a conduta correta é 
Alternativas
Q4314638 Medicina
Homem de 38 anos de idade, vivendo com HIV há 6 anos, sem acompanhamento regular e sem uso de terapia antirretroviral (TARV), dá entrada no pronto-socorro com quadro de febre diária de até 38,5°C, relato de que há duas semanas apresenta cefaleia holocraniana com evolução progressiva de pequena para forte intensidade e recente confusão mental.

Exames admissionais no pronto socorro revelam contagem de linfócitos T-CD4 de 28 células/mm3 e carga viral do HIV de 240.000 cópias/mL.

A tomografia computadorizada de crânio com contraste não evidencia lesões expansivas ou desvio de linha média.

É realizada punção lombar, cujo líquido cefalorraquidiano (LCR) apresenta: pressão de abertura de 340 mmH2O, pleocitose mononuclear de 85 células/mm3 , hiperproteinorquia 190 mg/dL e hipoglicorquia 18 mg/dL; glicemia plasmática 98 mg/dL.

A pesquisa direta por microscopia com Tinta da China (Nanquim) e o teste de antígeno por imunocromatografia no LCR foram positivos para Cryptococcus neoformans.

Com base nas diretrizes vigentes e nas evidências científicas consolidadas sobre o manejo de neurocriptococose em pacientes vivendo com HIV, a conduta terapêutica inicial e o planejamento da introdução da TARV mais adequados para este paciente são: 
Alternativas
Q4314636 Medicina
Um homem de 34 anos de idade, previamente hígido, procura atendimento médico ambulatorial referindo o surgimento de uma tumoração dolorosa na região inguinal direita há cerca de três semanas. Relata que, aproximadamente dez dias antes do início do quadro, sofreu uma arranhadura na face interna da coxa ipsilateral provocada por um gato filhote de rua que havia recolhido recentemente.

Ao exame físico, o paciente apresenta-se em bom estado geral, afebril, notando-se uma discreta pápula eritematosa cicatricial e indolor no terço médio da coxa direita. À palpação da região inguinal direita, identifica-se um linfonodo isolado de 3,5 cm de diâmetro, de consistência firme, móvel, doloroso à digitopressão, sem sinais de flutuação, supuração ou alterações flogísticas na pele subjacente.

Considerando a principal hipótese diagnóstica para a linfadenopatia regional descrita, a conduta terapêutica inicial mais adequada para este paciente é 
Alternativas
Q4314415 Medicina
Paciente de 40 anos, sexo masculino, é atendido pela estratégia Consultório na Rua e, durante conversa com equipe de assistência, relata ter corrimento uretral iniciado há cinco dias. O paciente nega outras queixas, e relata que tem múltiplas parcerias sexuais, usualmente sem uso de preservativos.

Ao exame físico, evidencia-se saída espontânea de secreção purulenta. Não há outras lesões na região genital, ou linfonodomegalias.

Em relação à uretrite apresentada no caso, a primeira opção de tratamento é: 
Alternativas
Q4314414 Medicina
Paciente de 32 anos, sexo masculino, vivendo com HIV, em tratamento com esquema preferencial (tenofovir, lamivudina e dolutegravir) é encaminhado para infectologista por diagnóstico recente de coinfecção com o vírus da hepatite B. O infectologista que o atende decide realizar a troca do tenofovir na sua apresentação desoproxila (TDF) pelo tenofovir alafenamida (TAF).

Uma justificativa para a conduta adotada pelo médico é 
Alternativas
Q4314413 Medicina
O manejo de infecções no período pós transplante é de suma importância para o desfecho favorável desses pacientes. Sabe-se que isso envolve, em um hospital com serviços de transplante, a disponibilidade de métodos diagnósticos e terapêuticos adequados. Dentre as infecções que comumente afetam esses pacientes, destaca-se a infecção pelo citomegalovírus (CMV), associada a doença específica pelo vírus, rejeição de órgãos, disfunção crônica do enxerto, estado permissivo a infecções oportunistas secundárias, entre outras.

Quanto à detecção laboratorial do CMV no pós-transplante, é correto afirmar que
Alternativas
Q4314412 Medicina
Paciente de 87 anos, sexo masculino, hipertenso e diabético em uso de insulina, é internado com suspeita de infecção do trato urinário em Unidade de Terapia Intensiva. Sabe-se que, além dos usuais bacilos Gram negativos (BGN), os enterococos devem ser considerados como possível etiologia dessa infecção, nessa faixa etária.

O seguinte antibiótico considerado para tratamento empírico teria ação adequada para cobertura de Enterococcus faecalis em uma comunidade com baixo perfil de resistência antimicrobiano: 
Alternativas
Q4314411 Medicina
Segundo a Portaria nº 8.041 do Ministério da Saúde do Brasil, que define o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes, configura contraindicação absoluta do doador ao transplante de órgão sólido
Alternativas
Q4314410 Medicina
Paciente de 55 anos, do sexo feminino, procura atendimento médico com queixa de desequilíbrio associado a discreto tremor de extremidades, nos quatro dias antecedentes. Relata que, três dias antes do início do quadro, apresentou febre discreta (até 38,3°C) com duração de menos de 48 horas e cefaleia importante, que persiste. A cefaleia, em escala de 1 a 10, foi caracterizada como nível 7 de dor, com eventuais pontadas, iniciando-se em região temporal e seguindo até o lábio inferior, à esquerda.

Ao exame físico, é digno de nota um desequilíbrio importante, com dificuldade de deambular em linha reta, com teste de Romberg negativo. Discreto incômodo à flexão de pescoço. Exame de cabeça e pescoço sem alterações. Restante do exame sem alterações dignas de nota.

Diante do caso, o exame que poderá ajudar a elucidar o diagnóstico, e o resultado esperado são, respectivamente,
Alternativas
Respostas
1801: A
1802: B
1803: D
1804: B
1805: E
1806: A
1807: C
1808: C
1809: A
1810: D
1811: A
1812: B
1813: A
1814: C
1815: D
1816: C
1817: C
1818: D
1819: D
1820: A