Questões de Concurso
Para medicina
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Diante deste caso, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
Diante desse quadro, qual é a melhor conduta inicial?
Pré-escolar, feminino, dois anos, é trazida à UTI apresentando febre há 3 dias, tosse produtiva, dificuldade respiratória, redução da aceitação alimentar e prostração.
Ao exame: mau estado geral, apática e gemendo, batimento de asas nasais, palidez cutânea, livedo reticular e temperatura de 39°C; FR: 60 irpm, FC: 160 bpm, PA 65 × 30 mmHg e SpO₂ 92% em ar ambiente; crepitações em hemitórax esquerdo, com tiragem intercostal e subdiafragmática; bulhas rítmicas e taquicárdicas, sem sopros; fígado palpável no rebordo costal direito; extremidades frias e tempo de enchimento capilar de 6 segundos. Está recebendo O2 e foi medicada com dipirona, sem alteração do quadro.
A conduta imediata é
Criança de 4 anos, admitida para internação, portadora de encefalopatia crônica não progressiva por asfixia perinatal, em uso de traqueostomia e gastrostomia, apresenta palidez, hipotermia e glicemia capilar de 40 mg/dL. Encontra-se em desnutrição grave.
A conduta imediata é
Pré-escolar, 3 anos, há cerca de três meses vem evacuando 4 a 6 vezes por dia, sem desconforto, com grande volume e fezes malformadas. Há presença ocasional de muco e restos alimentares. Tem bom estado geral, apetite preservado, crescimento e ganho ponderal adequados e, sem outras queixas. O exame físico não apresenta alterações.
Com base na principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.
Criança de 6 anos é avaliada por dificuldade progressiva para caminhar e realizar atividades finas desde os 3 anos, com piora gradual da coordenação e quedas frequentes.
A família refere episódios recorrentes de infecções respiratórias desde a primeira infância. Ao exame físico, observa-se marcha atáxica, disartria, movimentos involuntários e pequenas lesões vasculares visíveis na conjuntiva ocular.
Exames laboratoriais mostram níveis reduzidos de IgA, e a história familiar é negativa para doenças neurológicas conhecidas.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tipo de neoplasia ao qual esses pacientes estão especialmente mais predispostos é(são)
Uma criança é resgatada após episódio de submersão. Ela evolui com tosse, desconforto respiratório e hipoxemia.
Considerando a fisiopatologia do afogamento em pediatria, assinale a afirmativa correta.
Adolescente, masculino, 12 anos, com história de infecções cutâneas de repetição desde lactente. Aos oito anos, foi internado com diagnóstico de pneumonia grave com derrame pleural.
Com 10 anos, nova internação, sendo diagnosticado abscesso hepático, sendo isolada Salmonella. No momento, nova internação com diagnóstico firmado de aspergilose pulmonar.
A principal hipótese diagnóstica é
Menino de 5 anos é trazido ao ambulatório de pediatria. Ele esteve na emergência com febre iniciada há um dia, sendo diagnosticado com amigdalite.
A mãe relata ocorrerem amigdalites de repetição, com cerca de oito episódios no último ano, tratadas com antibióticos, sendo o último há seis semanas, nenhum deles com sintomas respiratórios. Trouxe vários hemogramas realizados anteriormente, que não mostram alterações.
O exame físico mostra hiperemia intensa de faringe, adenite cervical. Crescimento e desenvolvimento estão adequados.
Assinale a afirmativa correta, com base na principal hipótese diagnóstica
Adolescente, 11 anos, é trazida à pediatria por ganho ponderal progressivo. Ao exame, circunferência abdominal acima do percentil 90 e pressão arterial de 132/86 mmHg em medidas repetidas. Exames laboratoriais mostram triglicérides de 178 mg/dL, HDL de 36 mg/dL, LDL 135 mg/dL e glicemia de jejum de 104 mg/dL.
Com base na principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.
Criança de 4 anos é admitida no pronto-socorro com vômitos, dor abdominal intensa e respiração profunda e rápida. Ao exame físico apresenta hálito adocicado, desidratação, taquicardia e perfusão periférica reduzida.
Exames laboratoriais: leucocitose (16.000/mm3) com neutrofilia; glicemia 468 mg/dL, pH 7,12, HCO₃⁻ 9 mEq/L, pCO₂ 22 mmHg, ânion gap 26 mEq/L, Na⁺ 130 mEq/L, K⁺ 5,6 mEq/L, creatinina 1,3 mg/dL (VR: 0,2–0,6), ureia 28 mg/dL (VR: 15–40), além de cetonemia e cetonúria positivas.
Com base na principal hipótese diagnóstica, deve-se prescrever
Adolescente de 15 anos refere dor pélvica crônica há mais de um ano, com piora progressiva, associada a cólicas intensas durante a menstruação e episódios de sangramento uterino irregular. Relata faltas frequentes à escola por dor, além de períodos de desconforto abdominal e sintomas urinários sem relação clara com o ciclo menstrual. Não apresenta sinais infecciosos ao exame físico, e os analgésicos usuais trazem pouco alívio.
Com base na principal hipótese diagnóstica, o tratamento deve ser realizado com
Uma criança de 9 anos é avaliada por fadiga progressiva, perda ponderal e aumento do volume abdominal há cerca de dois meses. Ao exame físico, apresenta discreta palidez cutânea, hepatoesplenomegalia volumosa e ausência de sinais infecciosos agudos. O hemograma evidencia anemia discreta, hiperleucocitose, com predomínio de neutrófilos e formas maduras, além de desvio à esquerda, sem blastemia significativa e plaquetas normais.
A principal hipótese diagnóstica é
Criança de 6 anos apresenta história de tosse, febre e desconforto respiratório, com pouca ou nenhuma melhora após uso de antibióticos. Evolui, nas semanas seguintes, com dispneia progressiva, tosse crônica, chiado no peito e produção de secreção. Ao exame físico, observa-se hipoxemia e sibilos difusos, com estertores esparsos. A radiografia de tórax mostra áreas de hipertransparência e infiltrados irregulares, e a prova de função pulmonar evidencia padrão obstrutivo pouco reversível.
Com base na principal hipótese diagnóstica, o achado histopatológico característico é
Adolescente, 15 anos, apresenta dor epigástrica recorrente, de forte intensidade, associada a episódios frequentes de diarreia. Evolui com múltiplas úlceras pépticas de difícil controle, com localizações atípicas, apesar do tratamento adequado. Exames laboratoriais iniciais evidenciam hipersecreção ácida gástrica e níveis persistentemente elevados de gastrina em jejum.
Baseado na principal hipótese diagnóstica, a presença de diarreia crônica sugere
Uma criança é levada à Unidade Básica de Saúde após diagnóstico recente de hanseníase multibacilar em um adulto que reside no mesmo domicílio. A criança encontra-se assintomática, sem lesões cutâneas ou alterações neurológicas ao exame físico.
Considerando a profilaxia com a vacina BCG, assinale a afirmativa correta segundo o Programa Nacional de Imunizações.
Criança de 18 meses, previamente saudável, apresenta palidez progressiva após episódio viral recente. Exames mostram anemia normocítica de moderada a grave, reticulócitos baixos, leucograma com neutropenia discreta, plaquetas normais a elevadas, VCM adequado para a idade, HbF normal e adenosina desaminase eritrocitária normal.
Com base na principal hipótese diagnóstica, o mecanismo fisiopatológico envolvido é a
Criança de 5 anos, previamente saudável, é trazida ao ambulatório com história de diarreia há 10 dias, caracterizada por duas a três evacuações diárias de fezes líquidas, associadas a dor abdominal leve. Não apresenta sangue ou muco nas fezes. Foi encaminhada para a especialidade por apresentar dosagem de elastase fecal alterada, sem alterações nos demais exames.
A conduta imediata é