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Q3965115 Medicina
Homem, 56 anos de idade, sofreu queda da própria altura com impacto direto do dorso nasal contra o solo. Apresenta-se com epistaxe volumosa há cerca de 5 minutos. Ao exame inicial, apresenta-se agitado e confuso, com voz abafada, eliminando coágulos pela cavidade oral. Apresentando sangramento ativo pela fossa nasal esquerda. Apresenta pulsos periféricos finos, extremidades frias. PA de 92x50 mmHg, FC de 128 bpm, SpO2 de 90% em ar ambiente. Diante desse quadro, qual deve ser a primeira medida a ser instituída?
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Q3965114 Medicina
Mulher, 53 anos de idade, encaminhada para avaliação de obstrução nasal bilateral e epistaxe há 4 meses. Relata ter iniciado proptose progressiva à direita há cerca de 8 meses, evoluindo há 45 dias com amaurose no olho direito e importante redução da acuidade visual no olho esquerdo. Refere dor leve em região periorbitária direita e frontal bilateral. É hipertensa, com controle clínico adequado. Ressonância magnética evidencia lesão expansiva envolvendo toda a cavidade nasal, invasão orbitária à direita e comprometimento bilateral do seio cavernoso. Sem metástases à distância ou linfonodomegalias cervicais. A biópsia nasal confirmou carcinoma nasossinusal indiferenciado (SNUC). Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta para esta paciente.
Alternativas
Q3965113 Medicina
Menino, 10 anos de idade, com hemofilia, dá entrada no pronto-socorro com sangramento nasal de grande volume pela fossa nasal esquerda, após ter coçado o nariz. Pais referem que a criança tem rinite, e os sintomas estavam descompensados nos últimos dias. Para conter o sangramento, você precisou tamponar o nariz da criança. Assinale a alternativa que indica o provável local-sítio do sangramento desse paciente.
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Q3965112 Medicina
Homem, 45 anos de idade, em uso de mepolizumabe por rinossinusite crônica com pólipo nasal associada a asma e a dessensibilização à aspirina. Após 6 meses de tratamento, ele apresenta diminuição do SNOT-22 de 67 para 42 e melhora do teste do olfato (de anosmia para hiposmia moderada). No entanto, à endoscopia, os pólipos nasais persistiam com o mesmo tamanho. Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.
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Q3965111 Medicina
Menino, 14 anos de idade, previamente hígido, vem apresentando obstrução nasal progressiva à direita nos últimos 10 meses, associada à epistaxe de grande volume e rinorreia constante ipsilateral. Nega outras queixas. Ao exame apresenta lesão avermelhada ocupando a fossa nasal direita, não pulsátil. Sem outras demais alterações ao exame físico. Foram realizados exames de imagem, com os achados apresentados a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada. 
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Q3965110 Medicina
Homem, 51 anos de idade, apresenta obstrução nasal e rinorreia espessa unilateral à esquerda há cerca de 7 meses, sem resposta após múltiplos esquemas antibióticos. No mesmo período, evoluiu com perda ponderal não intencional (~6 kg), astenia e indisposição. Nega tosse ou dispneia. Nas últimas semanas, passou a referir dor nasal e percebeu deformidade progressiva do dorso nasal, com afundamento recente (“nariz em sela”). À endoscopia nasal, observa-se sinéquia entre concha média e parede lateral da fossa nasal esquerda, além de mucosa friável e tecido de granulação em meato médio. A biópsia nasal evidenciou processo inflamatório granulomatoso e sinais de vasculite. Tomografia de tórax normal. Além do achado histopatológico, qual alteração laboratorial reforça a principal hipótese diagnóstica?
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Q3965109 Medicina
Mulher, 52 anos de idade, apresentou dor dentária há 3 meses. Na ocasião, foi submetida à extração do segundo molar superior direito, com fechamento adequado e cicatrização completa do alvéolo dentário. Desde então, evoluiu com rinorreia purulenta unilateral à direita, cacosmia e sensação de pressão facial ipsilateral. Realizou tratamento com amoxicilina-clavulanato por 14 dias, sem melhora clínica. A endoscopia nasal à direita e a tomografia de seios da face sem contraste demonstraram as imagens apresentadas a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Com base nesse quadro, qual a melhor conduta a ser adotada?
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Q3965108 Medicina
Homem, 28 anos de idade, refere sonolência diurna leve, roncos intensos e apneias presenciadas pela parceira há cerca de 2 anos. Ao exame físico apresenta IMC de 25,4 kg/m2 , amígdalas grau 3 à direita e 4 à esquerda, Mallampati modificado grau 2 e língua com colapso parcial anteroposterior (grau 1). Cavidade nasal sem alterações. Realizou polissonografia tipo 1, mostrando tempo total de sono de 7,5 horas, eficiência de sono de 87%, índice de apneia e hipopneia de 18 eventos/h, com saturação mínima de 92%. Tentou realizar prova terapêutica com CPAP, sem sucesso. Diante deste quadro, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada para este paciente.
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Q3965107 Medicina
Menina, 9 anos de idade, apresenta febre há dois dias, com picos de até 38,2 °C ocorrendo duas a três vezes ao dia, associada à prostração. Nega coriza, tosse ou rouquidão. Ao exame físico, observa-se linfonodo submandibular direito aumentado, medindo cerca de 2 cm e doloroso à palpação. À oroscopia, observam-se os seguintes achados: 


Imagem associada para resolução da questão


Com base nessas informações, o agente etiológico mais provável nessa situação é:
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Q3965106 Medicina
Mulher, 42 anos de idade, professora de ensino fundamental, relata disfonia desde a infância, com piora gradual ao longo dos anos, especialmente em situações de uso vocal prolongado. Nega tabagismo ou história prévia de cirurgia laríngea. Durante avaliação perceptivo-auditiva da voz (escala GRBASI), foram observados seguintes parâmetros:

- Grau geral de rouquidão (G): 3
- Aspereza (R): 3
- Soprosidade (B): 1
- Astenia (A): 0
- Tensão (S): 1
- Instabilidade (I): 0

Considerando esse padrão vocal e a história clínica, qual diagnóstico é mais provável?
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Q3965105 Medicina
Mulher, 56 anos de idade, tabagista há 25 anos, refere rouquidão progressiva nos últimos 6 meses, associada à voz soprosa e fadiga vocal, além de dispneia aos esforços moderados. Nega disfagia ou perda ponderal. Nega história de trauma laríngeo. Ao exame, encontra-se eupneica em repouso. A avaliação vocal demonstra voz rouca, grave e soprosa. A videolaringoscopia em abdução mostra os achados apresentados na imagem a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Além de medidas antitabagismo, qual é a melhor conduta terapêutica?
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Q3965104 Medicina
Menina, 7 anos de idade, previamente hígida, apresenta roncos noturnos e respiração bucal há 2 anos, com episódios de pausas respiratórias durante o sono observadas pelos pais. No último ano, passou a apresentar queda do rendimento escolar e irritabilidade. Refere episódios de amigdalite cerca de duas vezes ao ano nos últimos três anos. A paciente utilizou budesonida tópica nasal por 6 meses (100 µg/dia), sem melhora dos sintomas respiratórios noturnos. Ao exame físico, observa-se hipotonia labial, olheiras e palato ogival. A oclusão dentária classe I, com amígdalas grau 3 de Brodsky bilateralmente. Otoscopia sem alterações. Nasofibroscopia mostrou o achado apresentado na imagem a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Diante desse quadro, qual a melhor conduta?
Alternativas
Q3965103 Medicina
Homem, 45 anos de idade, previamente com audição normal, evoluiu nos últimos 5 anos com perda auditiva neurossensorial bilateral progressiva, atualmente em nível profundo. Mesmo com uso de aparelhos auditivos potentes e treinamento auditivo, mantém limiares tonais > 90 dB em ambas as orelhas e reconhecimento de fala < 30% na melhor condição amplificada. A tomografia e a ressonância magnética mostram cócleas formadas, sem ossificação, e nervos cocleares preservados bilateralmente. Assinale a alternativa que apresenta a melhor indicação terapêutica para este paciente.
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Q3965102 Medicina
Homem, 53 anos de idade, refere dor em hemiface esquerda associada à fraqueza facial progressiva há 4 meses, atualmente sem movimentação de nenhuma região da face à esquerda. Nega hipoacusia, intolerância a ruídos ou alterações gustatórias. Ao exame físico apresenta paralisia facial periférica grau VI (House-Brackmann) à esquerda. Otoscopia sem alterações. Exames complementares mostram audiometria com limiares dentro da normalidade, imitanciometria com curva tipo A bilateral, reflexos estapedianos presentes bilateralmente. Com base nos dados clínicos, qual topografia do nervo facial é mais provável de se encontrar lesão?
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Q3965101 Medicina
Lactente do sexo masculino, 6 meses de vida, nascido a termo, peso ao nascimento de 3,1 kg, sem intercorrências gestacionais. Duas semanas após o nascimento, começou a apresentar estridor inspiratório de leve intensidade, que vem se agravando nos últimos 2 meses, com dificuldade para amamentar. Mãe relata serem comuns episódios de cianose de extremidades durante as crises de choro. Ao exame físico, apresenta-se dispneico, FR de 30 irpm com retração de fúrcula e estridor inspiratório em repouso. Peso atual de 4,9 kg. Não apresenta estigmas sindrômicos. Laringoscopia flexível mostra a seguinte imagem:

Imagem associada para resolução da questão


Diante deste caso, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
Alternativas
Q3965100 Medicina
Menino, 10 anos de idade, previamente hígido, apresenta há 5 dias congestão nasal bilateral e espirros. Há 24 horas iniciou dor ocular à direita associada a embaçamento visual e febre não aferida. Ao exame físico, encontra-se afebril, em bom estado geral, consciente e orientado. À rinoscopia anterior observa-se edema acentuado de conchas inferiores com secreção mucoide bilateral. Nota-se edema palpebral direito, conforme figura apresentada a seguir, com discreta limitação da movimentação ocular inferior ipsilateral. Pupilas isocóricas e fotorreagentes.

Imagem associada para resolução da questão

Diante desse quadro, qual é a melhor conduta inicial?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Pediatria |
Q3964653 Medicina

Pré-escolar, feminino, dois anos, é trazida à UTI apresentando febre há 3 dias, tosse produtiva, dificuldade respiratória, redução da aceitação alimentar e prostração.


Ao exame: mau estado geral, apática e gemendo, batimento de asas nasais, palidez cutânea, livedo reticular e temperatura de 39°C; FR: 60 irpm, FC: 160 bpm, PA 65 × 30 mmHg e SpO₂ 92% em ar ambiente; crepitações em hemitórax esquerdo, com tiragem intercostal e subdiafragmática; bulhas rítmicas e taquicárdicas, sem sopros; fígado palpável no rebordo costal direito; extremidades frias e tempo de enchimento capilar de 6 segundos. Está recebendo O2 e foi medicada com dipirona, sem alteração do quadro.


A conduta imediata é

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Pediatria |
Q3964652 Medicina

Criança de 4 anos, admitida para internação, portadora de encefalopatia crônica não progressiva por asfixia perinatal, em uso de traqueostomia e gastrostomia, apresenta palidez, hipotermia e glicemia capilar de 40 mg/dL. Encontra-se em desnutrição grave.


A conduta imediata é

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Pediatria |
Q3964650 Medicina

Pré-escolar, 3 anos, há cerca de três meses vem evacuando 4 a 6 vezes por dia, sem desconforto, com grande volume e fezes malformadas. Há presença ocasional de muco e restos alimentares. Tem bom estado geral, apetite preservado, crescimento e ganho ponderal adequados e, sem outras queixas. O exame físico não apresenta alterações.


Com base na principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2026 - EBSERH - Grupo - Pediatria |
Q3964649 Medicina

Criança de 6 anos é avaliada por dificuldade progressiva para caminhar e realizar atividades finas desde os 3 anos, com piora gradual da coordenação e quedas frequentes.


A família refere episódios recorrentes de infecções respiratórias desde a primeira infância. Ao exame físico, observa-se marcha atáxica, disartria, movimentos involuntários e pequenas lesões vasculares visíveis na conjuntiva ocular.


Exames laboratoriais mostram níveis reduzidos de IgA, e a história familiar é negativa para doenças neurológicas conhecidas.


Considerando a principal hipótese diagnóstica, o tipo de neoplasia ao qual esses pacientes estão especialmente mais predispostos é(são)

Alternativas
Respostas
8121: B
8122: D
8123: E
8124: C
8125: E
8126: C
8127: B
8128: C
8129: A
8130: E
8131: A
8132: E
8133: B
8134: E
8135: C
8136: D
8137: E
8138: C
8139: A
8140: B