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Q4004805 Medicina
Lactente de 10 meses é submetido a mastoidectomia simples à esquerda por mastoidite coalescente complicada com abscesso subperiosteal. Durante a incisão retroauricular, o Cirurgião deve ter especial atenção à porção inferior da incisão. Em relação ao caso, o risco anatômico nessa faixa etária que justifica tal precaução é:
Alternativas
Q4004804 Medicina
Paciente de 60 anos, portador de doença de Ménière refratária ao tratamento clínico, é submetido a cirurgia do saco endolinfático. Após a mastoidectomia simples, o Cirurgião precisa localizar o saco endolinfático na dura da fossa craniana posterior. Diante do exposto, assinale CORRETAMENTE a referência anatômica que define o limite inferior da área onde o saco endolinfático é encontrado:
Alternativas
Q4004803 Medicina
Paciente de 22 anos é submetido a otoplastia por técnica de preservação cartilaginosa com suturas de Furnas para correção de hipertrofia conchal. No pós-operatório, apresenta obstrução parcial do conduto auditivo externo ipsilateral. Com base no tema, o mecanismo responsável por essa complicação é: 
Alternativas
Q4004802 Medicina
Cirurgião planeja otoplastia em criança de 5 anos com orelha proeminente bilateral cuja cartilagem é macia e flexível. Deseja uma técnica incisionless, que permita ajuste intraoperatório da distância aurícula-escalpo e dispense curativo compressivo no pós-operatório. Acerca do caso, a técnica que atende CORRETAMENTE a esses critérios é: 
Alternativas
Q4004801 Medicina
Otorrinolaringologista realiza otoplastia pela técnica de Mustardé em adolescente de 14 anos com cartilagem auricular firme. No sexto mês pós-operatório, observa-se perda parcial da correção no polo superior. Assinale CORRETAMENTE a causa dessa complicação, considerando a técnica empregada:
Alternativas
Q4004800 Medicina
Paciente de 8 anos, sexo masculino, é trazido pelos pais com queixa estética de orelhas de abano bilaterais, referindo bullying escolar. Ao exame físico, o ângulo auriculocefálico mede 42° bilateralmente e a distância hélix-mastoide é de 2,5 cm. A cartilagem auricular é rígida e espessa. A deformidade é classificada como grau I de Weerda. Conforme as classificações mais utilizadas para orelha proeminente, o componente anatômico cuja deficiência é a causa CORRETA dessa deformidade é: 
Alternativas
Q4004799 Medicina
Paciente de 38 anos é submetido a timpanoplastia à esquerda por perfuração subtotal associada à otite média crônica colesteatomatosa. O Cirurgião deseja utilizar enxerto de cartilagem para reconstrução timpânica. Conforme os formatos de enxerto cartilaginoso, assinale CORRETAMENTE o que oferece maior resistência estrutural à formação de bolsas de retração e que, pela disposição das tiras com espaços interpostos, busca minimizar a limitação visual da orelha média no seguimento pós-operatório:
Alternativas
Q4004798 Medicina
Paciente de 55 anos, submetido a mastoidectomia radical prévia à direita, apresenta cavidade mastóidea adequada, porém com meato acústico externo estreito que dificulta a inspeção pós-operatória e a ventilação da cavidade. A otoscopia revela estenose predominantemente na porção cartilaginosa do conduto, sem obstrução do conduto ósseo. Ao planejar a correção cirúrgica, o Cirurgião opta por um procedimento que envolve a ressecção parcial de cartilagem conchal e remodelamento dos tecidos moles periauriculares. Diante do exposto, o procedimento que corresponde CORRETAMENTE ao caso é:
Alternativas
Q4004797 Medicina
Paciente de 39 anos com otite média crônica bilateral, já submetido a três timpanoplastias prévias à direita com enxerto de fáscia temporal, apresenta reperfuração recorrente. Na quarta cirurgia, a fáscia temporal ipsilateral encontra-se fibrosada e há escassez de material autólogo para enxertia. A alternativa de enxerto heterólogo com uso consagrado em timpanoplastia, nesse caso, é:
Alternativas
Q4004796 Medicina
Paciente de 36 anos apresenta perfuração timpânica anterior ampla à direita, com margens anteriores não visualizadas pela otoscopia com espéculo. O conduto auditivo externo é estreito. Para a timpanoplastia microscópica, o Cirurgião decide pela via retroauricular. Ao elevar o retalho subperiosteal, os marcos anatômicos revelados nessa abordagem são:
Alternativas
Q4004795 Medicina
Paciente de 45 anos é submetido a mastoidectomia canal wall-up à direita por colesteatoma mesotimpânico. Durante a fresagem da mastoide, o Cirurgião precisa identificar o nervo facial para preservá-lo. De acordo com o caso, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE os marcos anatômicos reconhecidos como referências para localização do nervo facial no assoalho do antro mastoídeo:
Alternativas
Q4004794 Medicina
Paciente de 50 anos com otite média crônica à esquerda apresenta perda condutiva com gap aéreoósseo de 40 dB. Na cirurgia, constata-se ausência da supraestrutura do estribo, com platina móvel. Para a reconstrução ossicular, o Cirurgião opta por prótese aloplástica. O tipo de prótese indicado e a medida para prevenir sua principal complicação são, CORRETA e respectivamente:
Alternativas
Q4004793 Medicina
Paciente de 30 anos apresenta perfuração timpânica pequena no quadrante posterior da membrana timpânica direita, sem comprometimento da cadeia ossicular, em conduto auditivo externo amplo. Os bordos da perfuração são bem visualizados à microscopia direta com espéculo auricular. Assinale a abordagem cirúrgica CORRETA para esse caso:
Alternativas
Q4004792 Medicina
Paciente de 29 anos apresenta perfuração timpânica central posterior à esquerda, sem evidência de colesteatoma, com cadeia ossicular íntegra. Durante a timpanoplastia, o Cirurgião opta pela técnica underlay com enxerto de fáscia temporal. Para realização dessa técnica, o posicionamento CORRETO do enxerto deve ser: 
Alternativas
Q4004791 Medicina
Paciente de 42 anos, portador de otite média crônica colesteatomatosa à direita, é submetido a mastoidectomia canal wall-up com abordagem pelo recesso facial (timpanotomia posterior). Durante o planejamento cirúrgico, o Cirurgião revisa os limites anatômicos dessa via de acesso. Nesse contexto, assinale CORRETAMENTE os limites do triângulo ósseo que definem o recesso facial:
Alternativas
Q4004790 Medicina
Paciente de 55 anos submetida a ressecção lateral de osso temporal (LTBR) por carcinoma espinocelular T2 do conduto auditivo externo recebeu radioterapia adjuvante pós-operatória. Após seis meses, evolui com exposição óssea e drenagem purulenta na cavidade cirúrgica. Acerca do caso, a estratégia terapêutica reconhecida por reduzir essa complicação é:
Alternativas
Q4004789 Patologia
Criança de 4 anos apresenta otorreia persistente e destruição óssea da mastoide na tomografia computadorizada. A lesão é lítica, bem delimitada, centrada na ponta da mastoide, com preservação relativa dos ossículos e do ápice petroso. A imunohistoquímica que confirma a suspeita diagnóstica inclui positividade para:
Alternativas
Q4004788 Medicina
No estadiamento das neoplasias malignas do osso temporal, a ressonância magnética com contraste oferece informações complementares à tomografia computadorizada de alta resolução. Com base no tema, as indicações primárias que tornam a ressonância magnética superior à TCAR no estadiamento dessas neoplasias são:
Alternativas
Q4004787 Medicina
Otologista avalia HRCT de osso temporal de paciente com suspeita de neoplasia maligna do conduto auditivo externo. Ao interpretar o exame, deve considerar que a HRCT requer uma erosão mínima na parede anterior do conduto auditivo externo para identificá-la com acurácia. Esse limiar mínimo de detecção é de:
Alternativas
Q4004786 Medicina
Paciente masculino, 68 anos, com carcinoma espinocelular de conduto auditivo externo esquerdo, apresenta trismo progressivo nas últimas semanas. Esse achado clínico indica extensão tumoral para:
Alternativas
Respostas
5041: B
5042: C
5043: C
5044: E
5045: C
5046: A
5047: C
5048: B
5049: E
5050: B
5051: C
5052: A
5053: E
5054: D
5055: A
5056: C
5057: A
5058: A
5059: C
5060: A