Questões de Concurso Para filosofia

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Q4012546 Filosofia
Em relação às ideias dos filósofos contratualistas, julgue as proposições em V (Verdadeira) ou F (Falsa).
I. Em seu livro Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens, Rousseau afirma que a propriedade privada é a responsável pela diferença entre o rico e o pobre, o senhor e o escravo, fazendo prevalecer o mais forte.
II. Hobbes afirma que a natureza humana é individualista e egoísta; que, no Estado de natureza, o homem é o lobo do próprio homem e prevalece a Lei do mais forte. Neste estado acontece a luta de todos contra todos que só terá fim em Estado Político forte onde o povo é seu próprio soberano
III. Os três filósofos, Hobbes, Locke e Rousseau, defendem a ideia de um contrato social que põe fim ao estado de liberdade total e institui a sociedade civil e a garantia da segurança aos cidadãos por parte do Estado.
IV. Locke entende que o contrato social instituiu a sociedade civil e o Estado como garantia dos direitos naturais, cujo princípio básico é a preservação do direito de propriedade e que a soberania (o poder) pertence à totalidade do povo, que indica um governante.
A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4012545 Filosofia

Leia o texto abaixo.


" Mas o homem feliz, como homem que é, também necessita de prosperidade, por quanto a nossa natureza não basta a si mesma para os fins da contemplação: nosso corpo também precisa de gozar saúde, de ser alimentado e cuidado. Não se pense, todavia, que o homem para ser feliz necessite de muitas grandes coisas, só porque não pode ser supremamente feliz sem os bens exteriores. A autossuficiência e ação não implica excesso e podemos praticar atos nobres sem sermos donos da terra e do mar. Mesmo desfrutando vantagens bastante moderadas pode se proceder virtuosamente"


ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1984. p. 231. (Os Pensadores).



Levando em consideração o texto acima e a relação que Aristóteles faz entre Felicidade e prazer, analise as proposições a seguir.
01 - Para Aristóteles, embora as virtudes morais sejam fonte de felicidade, uma vez que se encontram relacionadas às paixões e aos prazeres, são as virtudes intelectuais que realizam aquilo que há de mais humano.
02 - Aristóteles entende que os seres humanos possuem naturalmente uma disposição para buscar o conhecimento. Sendo assim, o ser racional só é feliz na contemplação, devendo evitar todo e qualquer tipo de prazer por se constituir em um mal que o afasta do verdadeiro sentido da vida.
03 - Aristóteles diferencia prazer de felicidade, afirmando ser esta última a finalidade de nossas ações, enquanto o prazer é o complemento dela, algo que se realiza instantaneamente.
04 - Aristóteles considera o prazer um bem, algo a ser almejado, e que os prazeres do pensamento, advindos da parte racional da alma, são diferentes e superiores a todos os outros.
05 - Assim como seu mestre Platão, Aristóteles afirma que o ser humano é dotado de 3(três) almas, a saber: alma nutritiva, alma sensitiva e alma racional. Para ele, a alma racional é a mais importante de todas e através dela, o homem, sendo um ser racional por excelência, é capaz de orientar todo e qualquer tipo de prazer em busca da felicidade.
A soma das proposições CORRETAS é:
Alternativas
Q4012544 Filosofia

Observe as relações abaixo.


Modéstia - coragem - inveja.

Vileza - temperança - condescendência.

Avareza - liberalidade - zombaria.

Insensibilidade - respeito próprio - orgulho.

Covardia- magnificência - temeridade.

Indiferença - gentileza - irascibilidade.

Malevolência - veracidade -libertinagem.

Tédio - agudeza de espírito- prodigalidade.

Grosseria - amizade - vulgaridade.

Descrédito próprio -justa indignação - vaidade.


A partir da análise das listas de palavras acima, que apresentam resumidamente a síntese das virtudes e dos vícios elencados por Aristóteles na obra Ética a Nicômaco, assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação Vício por Falta – Virtude – Vício por Excesso.

Alternativas
Q4012543 Filosofia
A Filosofia surgiu quando alguns [...] insatisfeitos com as explicações que a tradição lhes dera começaram a fazer perguntas e buscar respostas para elas, demostrando que o mundo e os seres humanos, os acontecimentos naturais e as coisas da natureza, os acontecimentos humanos e as ações dos seres humanos podem ser conhecidos pela razão humana, e que a própria razão é capaz de conhecer a si mesma.
CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2004, p.25. Adaptado.

Em relação aos primeiros filósofos e à Filosofia em seu início, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4012542 Filosofia
“Foi pela admiração que os homens começaram a filosofar, tanto no princípio como agora. De início, ficaram perplexos diante das dificuldades mais simples; depois, avançaram pouco a pouco e enunciaram problemas a respeito das dificuldades mais complexas, como os fenômenos da lua, do sol e das estrelas, assim como a gênese do Universo.”
ARISTÓTELES. Metafísica. Tradução Leonel Vallandro. Porto Alegre: Globo, 1969. p.40.

Além das afirmações de Aristóteles acima, considere as seguintes proposições sobre o surgimento da Filosofia.
I. A Filosofia surgiu quando alguns pensadores gregos perceberam que a verdade do cosmo e dos homens não era algo nem secreto e nem misterioso, que necessitasse ser anunciado por divindades aos escolhidos, mas que, em contraste, podia ser alcançado através do raciocínio e operações mentais, das quais somente os filósofos são dotados.
II. Apesar de se atribuir aos gregos o surgimento da Filosofia, é mais correto afirmar que ela tem seu aparecimento primeiramente junto aos povos orientais, como egípcios e hebreus (especificamente por influência de Moisés), que já possuíam, verdadeiramente, uma forma de “sabedoria” constituída de convicções religiosas, mitos teológicos e “cosmogônicos”.
III. Dentro do conjunto de circunstâncias que contribuíram para o surgimento do pensamento filosófico na Grécia, cita-se: a configuração geográfica de seu território, com relevo peculiar, que favorecia o comércio marítimo e o intercâmbio cultural e econômico com outros povos; e a organização social e política dos gregos com suas cidades-Estados e oferecendo possibilidades para a realização de debates e prática da livre expressão.
IV. Antes dos gregos, especulações filosóficas já eram levantadas na China e na Índia, a partir de questões relacionadas à natureza da divindade, à alma humana e à vida após a morte, bem como a respeito dos princípios de todas as coisas, chegando a conclusões que levaram à terra, ao fogo e ao ar como tais princípios.
É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4012541 Filosofia
Divisor de águas na história do pensamento, a filosofia crítica de Kant subverteu a relação entre o sujeito e o real. Ao postular que o conhecimento orbita as faculdades da sensibilidade e do entendimento, e não o inverso, o filósofo logrou superar a dicotomia entre razão e experiência. Essa análise transcendental não apenas redefiniu a gênese da objetividade, como também conferiu legitimidade e rigor científico aos postulados da mecânica de seu tempo.
À luz do arcabouço teórico do criticismo kantiano, as proposições a seguir revelam-se exatas, à EXCEÇÃO de:
Alternativas
Q4012540 Filosofia
A filosofia de Hans Jonas estabelece o marco inaugural da ética na era tecnológica, exercendo influência indelével sobre o princípio da precaução e os fundamentos da bioética contemporânea. Embora sua relevância seja amplamente referendada, o pensamento jonassiano é frequentemente revisitado sob lentes críticas: Jürgen Habermas, por exemplo, postula a transição dessa responsabilidade para uma base discursiva e democrática, ao passo que Dieter Birnbacher propõe uma vertente mais pragmática, despojada do peso metafísico original.
Constituem críticas ao arcabouço ético de Hans Jonas as sentenças abaixo, com EXCEÇÃO de:
Alternativas
Q4012539 Filosofia
As perguntas: qual é a origem do conhecimento? E qual é a natureza fundamental da realidade? são duas vias de acesso ao problema central da filosofia moderna pós Cartesiana: a crise da representação e a busca por um fundamento seguro para o conhecimento da realidade. Elas definem o campo de batalha onde se confrontam as grandes correntes filosóficas. Separar epistemologia (teoria do conhecimento) e metafísica (teoria da realidade) é, na prática, uma divisão didática — na reflexão filosófica substantiva, elas são inextricavelmente entrelaçadas.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as referidas questões:
Alternativas
Q4012538 Filosofia
Para o filósofo e crítico de arte americano Arthur Danto (1924-2013), a arte não pode ser definida por suas qualidades perceptíveis — como beleza, harmonia ou habilidade técnica — mas ,sim, por dois elementos fundamentais: significado e incorporação. A revolução no pensamento de Danto começou em 1964, quando visitou a exposição de Andy Warhol em Nova York. Lá, ele se deparou com Brillo Box, uma reprodução fiel de uma caixa de sabão em pó comum. A pergunta que o perseguiu foi: por que isso é arte, enquanto uma caixa idêntica no supermercado não é? A resposta não estava no objeto em si, mas no contexto artístico que o transformava. Danto concluiu que, no mundo contemporâneo, qualquer coisa poderia ser arte, desde que cumprisse certas condições teóricas.
Analíse as seguintes alternativas e, em seguida, assinale quais são teses de Arthur Danto:
I. Com o advento do modernismo, não há mais um estilo "correto" ou "avançado" a ser seguido. Vivemos numa era pós-histórica da arte.
II. A arte é filosofia tornada visível — não pelo que mostra aos olhos, mas pelo que provoca na mente.
III. Danto defende um relativismo absoluto. Para ele, não é preciso que o objeto seja interpretado à luz de uma teoria da arte e inserido no "mundo da arte", um sistema institucional e histórico que legitima a obra.
IV. Sua tese do "fim da arte" significa o fim de uma teleologia histórica, não o fim da produção artística. Ele celebra a pluralidade pós-histórica.
Alternativas
Q4012537 Filosofia
A tentativa de conciliar a Ciência da Lógica de Georg Wilhelm Friedrich Hegel com a filosofia analítica — correntes tradicionalmente vistas como opostas — é um campo de pesquisa contemporâneo e notável, muitas vezes denominado de "Hegelianismo Analítico" ou o "retorno de Hegel" à filosofia anglo-americana. Robert Brandom é um dos principais representantes da fi osofia analítica contemporânea e ocupa uma posição singular no debate filosófico atual por promover uma reaproximação sistemática entre a tradição analítica e a filosofia clássica alemã, em especial a obra de G. W. F. Hegel.
Particular relevância assume, neste contexto, o estatuto da contradição: seria ela um fenômeno ontológico ou meramente linguístico? Identifique a assertiva que DIVERGE da tese sustentada por Hegel.
Alternativas
Q4012536 Filosofia
A famosa dialética do senhor e do escravo, na Fenomenologia do Espírito de Hegel é frequentemente interpretada como uma metáfora para a luta por reconhecimento (Anerkennung). Axel Honneth, ao elaborar sua teoria do reconhecimento como um conflito moralmente motivado, se distancia de Hegel em muitos aspectos.
Assinale a alternativa que melhor descreve a ruptura de Honneth com Hegel.
Alternativas
Q4012535 Filosofia
Os padrões pedagógicos da filosofia - avaliação por ensaios argumentativos lineares, participação em debates rápidos, valorização da réplica concisa—são construídos em torno de uma norma da racionalidade neurotípica. Indivíduos neurodivergentes (autistas, com TDAH, etc.) podem engajar-se filosoficamente através de modalidades alternativas: pensamento em rede hiper-associativo, foco monográfico profundo em vez de debate amplo, necessidade de mais tempo para processar e formular respostas verbais. A insistência na forma argumentativa linear padrão não é apenas uma barreira de acesso; é uma afirmação epistêmica de que apenas um tipo de performance cognitiva conta como 'fazer filosofia'. A verdadeira inclusão exigiria não apenas acomodações, mas uma revisão dos critérios do que constitui uma contribuição filosófica válida na sala de aula.
CHAPMAN, R.; SILVERS, A.. Neurodivergent modes of thinking and the ethics of philosophical pedagogy. The Journal of Social Philosophy, v. 55, n. 2, p. 234–253, 2024.

Com base no texto e nos seus conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4012534 Filosofia
O objetivo central do ensino de filosofia – a promoção da Mündigkeit (autonomia/maioridade) através do uso público da razão – encerra uma aporia pedagógica fundamental: se a autonomia é, por definição, algo que o indivíduo conquista por si mesmo, como pode ser ‘ensinada’ ou ‘promovida’ por outro? Toda tentativa de levá-lo à autonomia por meio de um método didático corre o risco de ser um ato heterônomo, uma ‘domesticação para a liberdade’. Essa aporia questiona a própria possibilidade de uma didática da filosofia que não seja, no fundo, uma contradição performativa. A solução não está em abandonar o conceito, mas em reconhecer essa tensão como o motor dialético do processo de ensino-aprendizagem.
RÖTTGERS, Kurt. “Die Aporie der Mündigkeit im Philosophieunterricht”. In: Dialektik der Bildungsrationalität. Würzburg: Königshausen & Neumann, 2008, S. 156-161. Adaptação e trad. nossa.



Com base no texto acima e em seus conhecimentos, é CORRETO concluir que:

Alternativas
Q4012533 Filosofia

A digitalização não é apenas uma nova ferramenta para velhos métodos, mas um desafio à própria autocompreensão da didática da filosofia. Plataformas de diálogo assíncrono, inteligência artificial generativa e ambientes de realidade virtual colocam questões sobre a natureza do diálogo filosófico, a autoria do pensamento e a mediação da experiência. Podemos falar em um ‘digitales Philosophieren’ específico? Ele amplia ou empobrece as condições da reflexão? A didática precisa desenvolver critérios normativos para o uso digital que preservem os objetivos centrais da filosofia: a profundidade reflexiva, a autoria do pensamento e a relação intersubjetiva crítica.


KIRCHNER, C.; WIESE, M. Digitales Philosophieren. Journal für Didaktik der Philosophie und Ethik, Sonderheft “Digitalität”, p. 10–15, 2022. 


A partir do texto acima e de seus conhecimentos, pode-se concluir que:

Alternativas
Q4012531 Filosofia
O silogismo a seguir é apresentado por Aranha e Martins (Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2013, p.108). Atente-se a ele.
Todo inseto é invertebrado. Todo inseto é hexápode (tem seis patas) Logo, todo hexápode é invertebrado.
Mesmo sendo verdadeiras todas as proposições (as duas premissas e a conclusão) do silogismo acima, trata-se de uma inferência inválida. Tal acontece porque:
Alternativas
Q4012530 Filosofia
Considere o texto a seguir para leitura e reflexão.
Quando um enunciado é feito, duas questões importantes podem ser imediatamente colocadas: De que maneira chegou a ser concebido? Que razões existem para aceitá-lo como verdadeiro? Trata-se de duas questões diferentes. Seria um grave erro confundi-las, e um erro pelo menos tão sério quanto esse é confundir as respostas. A primeira pergunta relaciona-se com a descoberta; as circunstâncias lembradas por ela formam o contexto da descoberta. A segunda relaciona-se com a justificação; assuntos que aqui se tornam relevantes cabem no contexto da justificação.
[...] Mas, então, para que serve a Lógica? A Lógica oferece-nos métodos de crítica para avaliação coerente das inferências. É nesse sentido, talvez, que a Lógica está qualificada para dizer-nos de que modo deveríamos pensar. Completada uma inferência, é possível transformá-la em argumento, e a Lógica pode ser utilizada a fim de determinar se o argumento é correto ou não. A Lógica não nos ensina como inferir: indica-nos, porém, que inferências podemos aceitar. Procede ilogicamente a pessoa que aceita inferências incorretas.
[...] A Lógica interessa-se pela justificação, não pela descoberta. A Lógica fornece métodos para a análise do discurso, e essa análise é indispensável para exprimir de modo inteligível o pensamento e para a boa compreensão daquilo que se comunica e se aprende.
SALMON, W. Lógica. Rio de Janeiro: Guanabara/Koogan, 1987, p.28-29.


Considerando o texto e os critérios de validade e correção de um argumento, assinale a alternativa CORRETA quanto à sua recusa ou aceitação.
Alternativas
Q4012529 Filosofia
As duas citações a seguir tratam da dialética. Leia-as com atenção.

Por sua fundamentação, meu método dialético não só difere do hegeliano, mas é também a sua antítese direta. Para Hegel, o processo de pensamento, que ele, sob o nome de ideia, transforma num sujeito autônomo, é o demiurgo do real, real que constitui apenas a sua manifestação externa. Para mim, pelo contrário, o ideal não é nada mais que o material, transposto e traduzido na cabeça do homem.
MARX, K. O Capital: crítica da economia política. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p.26.

Também esta corrente [o marxismo] separou-se da filosofia hegeliana através da volta a posições materialistas. Isto é, decidindo-se a conceber o mundo real – a natureza e a história – como se apresenta a todo aquele que o aborda sem quimeras idealistas preconcebidas; [...] Esta corrente não se contentava simplesmente em por Hegel de lado; ao contrário, ligava-se a seu lado revolucionário, ao método dialético [...]. No entanto, sob sua forma hegeliana, esse método é inútil. Em Hegel, a dialética é o autodesenvolvimento do conceito. [...] Era essa inversão ideológica que se tratava de eliminar. Voltamos às posições materialistas e tornamos a ver nas ideias de nosso cérebro as imagens dos objetos reais, em vez de considerar estes objetos como imagens deste ou daquele momento do conceito absoluto. Com isso, a dialética ficava reduzida à ciência das leis gerais do movimento, tanto do mundo exterior como do pensamento humano [...].
ENGELS, F. Disponível em: https://www.inscricoes.fmb.unesp.br/upload/trabalhos/20171018155733.pdf. Acesso em: 29 jan. 2026.


Nos textos acima, primeiramente, o próprio Karl Marx (1818-1883), depois, Friedrich Engels (1820-1895) reconhecem a distinção entre o que é a dialética em Hegel e o que ela é em Marx. A respeito dessas duas dialéticas, assinale o item CORRETO:
Alternativas
Q4012528 Filosofia
Sobre a ética discursiva de Jürgen Habermas (1929-2026), temos a seguinte síntese:
Portanto, a Ética-discursiva desenvolvida por J. Habermas não possui um caráter normativo intrínseco, isto é, não estabelece os padrões de “certo ou errado” para o agir moral. Por ser de configuração e estruturação dialógica, a adequação do agir às normas se dá dentro de um esforço comunicacional de busca pelo consenso. Seu aspecto e pretensão de universalidade reside no procedimento.
FRAGA. M. l. A teoria ético-discursiva de Jürgen Habermas e o esforço para a atualização da possibilidade de universalização. Disponível em: https://esbocosfilosoficos.wordpress.com/2022/12/17/a-teoria-etico-discursiva-de-jurgen-habermas. Acesso em: 12 dez. 2025.

A respeito da ética discursiva de Jürgen Habermas, é VERDADE que: 
Alternativas
Q4012527 Filosofia
Atente-se para as duas citações que seguem.

“Os seres cuja existência depende [...] não da nossa vontade, mas da natureza, têm, no entanto, quando são seres privados da razão, apenas um valor relativo, o dos meios.”
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 294.

“Concebida para a felicidade humana, a submissão da natureza, na sob medida de seu sucesso [...] conduziu ao maior desafio já posto ao ser humano pela sua própria ação”.  
JONAS, H. Apud DURANTE, D.; LEAL, A. Disponível em: https://revistas.ufpr.br>made>article>dowload.PDFarquivo. Acesso em: 31.jan.2026.

No contexto dos debates a respeito da relação entre o ser humano e a natureza, considere as posições de ambos os filósofos e analise os itens a seguir, avaliando a verdade ou falsidade de cada item.
I. Ambos os filósofos se posicionam na mesma perspectiva antropocêntrica na relação entre homem e natureza.
II. Hans Jonas é crítico da perspectiva antropocêntrica na relação do homem com a natureza, perspectiva esta defendida por Immanuel Kant.
III. Hans Jonas situa-se numa perspectiva que defende o valor intrínseco da natureza, contestando que esta tem o valor apenas relativo ao homem.
IV. Para Immanuel Kant, homem e natureza se incluem no mesmo status de moralidade.
A alternativa que corresponde à CORRETA análise dos itens, conforme a sua sequência é:
Alternativas
Q4012526 Filosofia
Atente-se para as duas citações que seguem.

“Os seres cuja existência depende [...] não da nossa vontade, mas da natureza, têm, no entanto, quando são seres privados da razão, apenas um valor relativo, o dos meios.”
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 294.

“Concebida para a felicidade humana, a submissão da natureza, na sob medida de seu sucesso [...] conduziu ao maior desafio já posto ao ser humano pela sua própria ação”.  
JONAS, H. Apud DURANTE, D.; LEAL, A. Disponível em: https://revistas.ufpr.br>made>article>dowload.PDFarquivo. Acesso em: 31.jan.2026.

Intervindo no relevante debate entre empiristas e racionalistas, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) defende, a partir de um exercício crítico – ao qual chama tribunal da razão – sobre a natureza do conhecimento humano a perspectiva na qual:
Alternativas
Respostas
101: D
102: A
103: E
104: D
105: A
106: E
107: E
108: B
109: A
110: A
111: D
112: C
113: C
114: A
115: A
116: D
117: C
118: B
119: D
120: B