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(Chauí, 2010. Adaptado)
Marilena Chauí ressalta que a crítica filosófica se refere
(Chauí, 2010)
Para Marilena Chauí, por conseguinte, as indagações filosóficas são realizadas
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Dessa forma, como indicado no excerto, a obra de Stuart Mill expressa
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Considerando a posição de Rousseau apresentada no excerto, teria sido ele contra os princípios do Iluminismo?
(In: Weffort. 2006. Adaptado)
Ao estabelecer esse paralelo entre leis naturais e leis políticas, Montesquieu está dialogando com
“Para John Locke o estado de natureza era um estado de relativa paz, concórdia e harmonia. Nesse estado pacífico, os seres humanos já eram dotados de razão e desfrutavam da propriedade na acepção tradicional, em sentido estrito, significava especificamente a posse de bens móveis ou imóveis.”
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
John Locke também propôs uma acepção geral da noção de “propriedade” referindo-se
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Devido à opacidade intrínseca do ser humano, Hobbes defende que
(Sadek, M. T. In: Weffort, 2006. Adaptado)
Maria Tereza Sadek indica que, em suas obras, Maquiavel enfatiza
(Sadek, M.T.In: Welfort, 2006. Adaptado)
Ressalta Maria Tereza Sadek que, efetivamente, o chamado “antimaquiavelismo” é concebido como
Segundo Danilo Marcondes (2010), Marx concebia sua própria obra como
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
A “nova lógica”, a que se referem Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, problematiza o
Para Kant, embora todos os conhecimentos comecem com a experiência,
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Ressalta Danilo Marcondes que, no clássico exemplo das bolas de bilhar, Hume argumenta que
De acordo com Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, o conhecimento, para Locke,
Com base na análise de Aranha e Martins (2009), cabe afirmar que, para Descartes,
(Marcondes, 2010. Adaptado)
Para Danilo Marcondes, a principal contribuição filosófica do Renascimento para a filosofia moderna foi
Danilo Marcondes ressalta que, para Tomas de Aquino, a existência de Deus
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
Como apontam Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, a máxima que expressa a concepção de Agostinho sobre a relação entre fé e razão é
Aranha e Martins (2009) ressaltam que a resposta à pergunta levantada no excerto está ligada
No entanto, segundo o autor, a concepção obscurantista da Idade Média desconsidera