Hegel introduz uma noção nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é construída no tempo. Partindo
da noção kantiana de que a consciência (ou o sujeito)
interfere ativamente na construção da realidade, propõe
o que se chama filosofia do devir, do ser como processo,
como movimento, como vir-a-ser. Desse ponto de vista,
o ser está em constante transformação, donde surge a
necessidade de fundar uma nova lógica.
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
A “nova lógica”, a que se referem Maria Lúcia de A. Aranha
e Maria Helena Pires Martins, problematiza o
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